Categorias

Atores campistas comemoram o centenário de “Nelson Rodrigues” com Leitura Dramatizada no Rio.

 

A Serpente, último texto de Nelson Rodrigues (1912-1980) terá Leitura Dramatizada na próximo dia 21 de maio (segunda-feira) ás 18h na sala multiuso do complexo da Caixa Cultural no Centro do Rio. Ela será realizada com os atores campistas: Iara Lima, Leila Cabral, Maycon Gual, Priscylla Gomes e Yve Carvalho. Com direção cênica de Fernando Rossi. A Leitura de “A Serpente” celebra os 100 anos de nascimento do dramaturgo Nelson Rodrigues. As leituras dramatizadas que ocorreram fazem parte do Projeto SATED RIO em Ação 2012.

A Serpente: síntese e símbolos – “Foi o próprio Deus que, ao fim da sua jornada de trabalho, estendeu-se em forma de serpente sob a Árvore do Conhecimento: assim descansou de ser Deus. Havia feito tudo demasiado bonito. O Diabo é apenas a ociosidade de Deus a cada sete dias.” (Friedrich W. Nietzsche, “Ecce Homo”).

A serpente é uma peça em um ato cujo tema é o triângulo amoroso formado por duas irmãs e o marido de uma delas. Destaca-se a cumplicidade obsessiva dos relacionamentos, o ciúme, a inveja e o medo de rejeição, do abandono e da solidão, que significam a morte.

No início, dois casais vivem no mesmo apartamento, em quartos separados por uma parede. As mulheres são irmãs, cúmplices e muito íntimas. Casaram-se no mesmo dia, na mesma igreja e com o mesmo padre.

A peça tem início com a separação de um dos casais, concretizado com a partida violenta de Décio, que nunca conseguira satisfazer sexualmente a mulher, Lígia. A tristeza de Lígia é intensa e ela deseja se matar, pois mesmo após um ano de casada ainda era virgem e infeliz.

Mas a semente do conflito que move a história começa quando a sua irmã Guida propõe emprestar-lhe o próprio marido, Paulo, por uma noite. Este fato cria o triângulo e inicia a tensão entre as irmãs, que passam a disputar o amor do mesmo homem. Com a tensão crescente, aumenta o risco da obsessão e ciúme transformarem-se em morte. Paulo mantém as duas sob seu controle até o momento em que a situação torna-se insustentável e o triângulo rompe-se de forma trágica.

Apesar de classificada por Sábato Magaldi como uma tragédia carioca A Serpente

também esconde um fundo mítico, mais explícito no seu título1. Guida age como a serpente do Éden ao tentar a irmã com a promessa de uma felicidade que ela nunca teve: o prazer do sexo. Como a serpente, ela estimula a desobediência de Lígia, neste caso, ao mandamento que proíbe o adultério.

A participação de Décio na história é secundária, mas é ele quem dá início ao conflito e depois volta para, indiretamente, aumentar o ciúme de Guida e intensificar a ligação entre Paulo e Lígia. Ele descobre o sexo sem a participação de Guida ou Lígia, mas com a lavadeira: a crioula das ventas triunfais. Mas é apenas sexo e nada mais. Eufórico, ele tenta voltar para Lígia, mas a Lígia de antigamente não mais existe e ele é expulso por Lígia e Paulo. Ao aceitar a proposta de Guida, e concretizar o ato, Lígia e Paulo comeram do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, simbolizada pela maçã. Lígia encontra o prazer nunca antes sentido e deixa o paraíso da inocência, e Paulo deixa o paraíso da fidelidade matrimonial e conhece uma amante muito mais fogosa que a sua esposa. Dali pra frente os dois nunca mais serão os mesmos, pois têm novo conhecimento da vida, e da morte.

A expulsão simbólica do paraíso significa a morte da inocência de Lígia. Lígia diz: “O que senti foi tudo – a vida e a morte. Agora posso viver e posso morrer.” Para Guida, assim como para a serpente do Éden, a punição é muito pior. Significa a queda. Significa habitar no inferno. Para Guida, o inferno precede a queda. Ela não é mais a esposa. Ela mesma sabe disso. Em certo momento diz a Paulo: “Estou esperando a tua mulher, a mulher que eu deixei de ser. (…) Sabe o que eu sou? Sou a tua cunhada.” Guida não pode mais existir. A maldição da serpente do Éden é ser temida por todas as mulheres e ser morta pelos homens2. Lígia ainda teme Guida. Mas é Paulo que causa a sua queda e morte.

O último texto de Nelson Rodrigues e o único onde a história é contada em apenas um ato, denúncia mais uma vez a hipocrisia da classe média brasileira, aprisionada por preceitos morais, sociais e religiosos. “Minhas peças têm um moralismo agressivo. Nos meus textos, o desejo é triste, a volúpia é trágica e o crime é o próprio inferno. O espectador vai para casa apavorado com todos os seus pecados passados, presentes e futuros. Numa época em que a maioria se comporta sexualmente como vira-latas, eu transformo um simples beijo numa abjeção eterna”, disse Nelson Rodrigues.

O autor era considerado por muitos como homofóbico, preconceituoso, reacionário, pornográfico e sexista. Nelson Rodrigues, nascido em 1912, deixou obras fantásticas como O beijo no asfalto (tragédia a partir de um beijo entre dois homens após um acidente); Bonitinha, mas ordinária, Dorotéia, Vestido de Noiva (obra que inaugurou o moderno teatro brasileiro) e Senhora dos Afogados, dentre outras. Foi cronista esportivo, contista e romancista, tendo como destaque em sua prosa A pátria de chuteiras, A vida como ela é e Engraçadinha.

Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter

Guilherme Arantes musicalidade e emoção nos palcos do SESI

Teatro do SESI Macaé - 17/05 – Campos – 18/05 – Itaperuna – 19/05 – 20h

Ingressos – R$ 20,00

UM SHOW DE TALENTO MUSICALIDADE E MUITA  EMOÇÃO A CADA CANÇÃO

Guilherme Arantes é um eterno aprendiz. Desde o início de sua carreira de sucesso, há 27 anos, Guilherme se renova a cada disco, mantendo o mesmo estilo. Este não é diferente. A balada romântica, típica de Guilherme, música que fala de amor e mexe com o coração, agora ajuda também a refletir. O amor vem acompanhado de um novo homem, que se preocupa com seu tempo e seu espaço. O Planeta da água é agora também o planeta da floresta, da biodiversidade, de uma raça humana mais completa e solidária. O trabalho de Guilherme Arantes traz um “romantismo engajado”, fruto de sua ida para a Bahia (desde 2000 está vivendo lá) e da criação do Instituto Planeta Água, uma ong que ele criou para ensinar biologia nos manguezais e que está funcionando a todo vapor. O engajamento de Guilherme também se traduz em músicas como “ o mundo pode acabar” que fala da intolerância racial e cultural, da necessidade da paz e do desarmamento dos espíritos para a sobrevivência da nossa espécie. Uma espécie que precisa mudar interiormente para poder melhorar o mundo. Com sua música, Guilherme propõe um novo aprendizado: aprender a cultivar o jardim que há dentro de cada um de nós e reconhecer que a vida tem um rumo certo onde estão as trilhas de ida e volta. E nessas trilhas da vida Guilherme sempre vai e volta. Volta aos anos setenta, cantando Tim Maia, volta com a batida característica dos anos 80, volta aos clássicos, como Debussy, Bussine e Ravel, volta ao piano, ao pop eletrônico, e ao romantismo escancarado: é doce ouvir as baladas de amor de Guilherme Arantes, falando da espera, da procura, da entrega e da necessidade de se querer alguém, sempre, – e para sempre. E vai em frente com a segurança da experiência. Como um experiente pescador de emoções, Guilherme lança a sua rede no fundo da alma humana e consegue um resultado pródigo: razão e emoção, guerra e paz, união e separação, amor e ilusão, que, misturados, resultam numa nova consciência. No seu 23o. disco, Guilherme usa a razão apurada com a maturidade para soltar ainda mais o coração. E consegue mostrar um novo homem: um homem que ama, trabalha, sonha, canta, se emociona e se preocupa com o seu tempo e seu espaço. E arranja um jeito para aprender, sempre, eternamente.

O compositor/cantor/pianista em 2000 completou seu primeiro Cd instrumental , “New Classical Piano Solos” , lançando esse trabalho inédito através de seu próprio selo , Verde Vertente Audio , distribuído pela Sony Music.

Trazendo temas reflexivos misturando piano acústico , sonoridades contemporâneas e texturas barrocas com brasilidade , em temas progressivos e viajeiros .
Esse repertório foi apresentado no Steinway Hall de Nova York , em Julho de 2000 , e no Lincoln Center / Damrosch Park dentro do BrazilFest , dirigido por Nelson Motta , no final de Agosto
Por força desse trabalho , Guilherme passou a fazer parte do Roster of Steinway Artists , uma galeria dos pianistas reconhecidos pela famosa marca de pianos .
Também em 2000, precisamente em Março, Guilherme mudou-se para a Bahia para implementar um projeto de um Estúdio/Pousada em Jacuípe , Camaçari , que terá uma escola ambiental .

Em 2001, Guilherme lança pela Sony Music, o novo CD juntamente com o DVD, intitulado “Guilherme Arantes ao Vivo”. Um passeio pelos quase 30 anos de carreira do artista.
Neste Show atual , Guilherme não só apresenta alguns temas desse Cd instrumental , mas principalmente revê sua trajetória desses quase 30 anos, pontuada de sucessos e de músicas duradouras e personais. O roteiro completo que pode chegar a 2 horas de total empatia com um público cativo de suas composições melodiosas e de harmonias densas.
Por força de sua linguagem peculiar e de sua antiga familiaridade com as tecnologias modernas, Guilherme apresenta um espetáculo único , pois nascem de suas próprias mãos desde as letras, canções, arranjos e programações. Seu piano originalíssimo é a moldura e denominador comum de todo o roteiro .
Usando recursos de última geração digital, Guilherme sustenta-se totalmente em qualquer situação de público e local, sendo um dos artistas mais solicitados do mercado de Shows, pela praticidade de sua produção, compacta e de eficiência e regularidade inigualáveis .
A competência, a simplicidade, seja na realização de seu trabalho, ou seja no trato pessoal, produzem sempre satisfação para o público e para os contratantes.

Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter

Programação de Maio do Teatro do SESI Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter

“Quiprocó” um espetáculo imperdível na próxima sexta no Teatro do SESI

Teatro SESI Campos

Dia 04 de maio (sexta-feira) – 20h

Ingressos: R$ 15,00 Classificação: 16 anos

 

O Grupo Teatral Moitará desenvolve, há mais de vinte anos, uma pesquisa continuada sobre o trabalho do ator, buscando compreender os princípios que fundamentam sua arte, tendo nos estudos dos aspectos e funções da Máscara Teatral a base para a elaboração de uma metodologia própria.  Ao longo desses anos, vem realizando projetos artísticos, didáticos e socioculturais por meio de oficinas, espetáculos, exposições e palestras-espetáculos por todo o Brasil, participando ainda de festivais nacionais e internacionais.

Quiprocó é um espetáculo lúdico, que se alimenta do universo cultural brasileiro para criação de “tipos” genuinos, com seus sonhos, crenças e costumes, fazendo alguns paralelos entre os arquétipos e o gênero da Commedia Dell’Arte.

Quiprocó contempla o espírito festivo dos brincantes, a inventividade dos contadores de causos e a criatividade de sobrevivência do povo brasileiro.

Num encontro oportunista, três personagens-tipos – cada um na sua rotina – tentam saciar seus desejos, utilizando artimanhas de sobrevivência. Num jogo divertido de qüiproquós, são deflagrados conflitos dos sentimentos humanos.

No enredo, Mirola é uma cozinheira de mão cheia que está solteira. Ao saberem da situação dela, os trapalhões Dentinho e Putti tentam tirar proveito dos dotes da moça, um tentando enganar e o outro conquistar.

A peça é composta por músicas, máscaras, farto gestual e muita cultura brasileira. ‘Quiprocó’ são tipos de personagens baseados em tipos populares que estabeleceram um paralelo com os arquétipos da Commedia Dell’Arte, gênero teatral italiano do século 16.

Este espetáculo conta com a direção de Venicio Fonseca e no elenco André Marcos, Erika Rettl, Fabiano Manhães e Venicio Fonseca


O Grupo Teatral Moitará realiza, desde 1988, uma pesquisa sistemática sobre a Dramaturgia do Ator com a Linguagem da Máscara Teatral. Da sua fundação, por Venicio Fonseca e Erika Rettl, até hoje o Moitará notabiliza-se pela diversidade em seus projetos sócio-culturais através de oficinas, espetáculos, exposições e palestras-espetáculos realizadas em todo Brasil. Com a aquisição de sede própria, em 2004, o Grupo prossegue e intensifica a realização de intercâmbios com artistas e pesquisadores brasileiros e estrangeiros. Esta sede, localizada na Lapa, corredor cultural do Rio de Janeiro, além de abrigar estes encontros, possui biblioteca, audioteca e videoteca disponíveis à consulta pública.

Em 1990 o Moitará aproximou-se do Centro Maschere e Strutture Gestuali – fundado por Donato Sartori e, em 1992 e 1995, participou das VI e VIII Edizione del Seminário Laboratorio Internazionale Arte della Maschera – Itália. Com Roberto Ribeiro, em 1995 coordenou a vinda do Centro Maschere ao Brasil com uma exposição de máscaras de Amleto e Donato Sartori, italianos que marcaram a História do Teatro Europeu confeccionando máscaras para Dario Fo, Giorgio Strehler, Bertold Brecht, Jean Louis Barrault, Jacques Lecoq, Marcelo Moretti, Ferrucio Soleri, Mario Gonzales, Eduardo de Filippo entre outros. Além da exposição, organizou-se seminário sobre a máscara em diversas culturas, oficina sobre a elaboração da Máscara Teatral e instalação realizada na Praça da Cinelândia (Rio de Janeiro/RJ).

Nessas duas décadas de atividade, através de uma prática sistemática, o Grupo aprofundou seu conhecimento etnológico, técnico e cênico da Máscara, no intuito de contribuir para a reflexão do trabalho do ator e da linguagem da Máscara no teatro contemporâneo.

Em parceria com o Grupo Fora do Sério e Donato Sartori, o Moitará realizou a pesquisa teatral e texto do documentário Breve História da Máscara e Método SartoriViagem ao mundo da Máscara no ano de 1997.

No ano seguinte, aconteceu o evento Máscara EMcena no Teatro Villa Lobos (Rio de Janeiro) que consistiu em apresentação de palestra-espetáculo, exposição de máscaras do Grupo Moitará e a estréia do espetáculo Máscara EMcena.

Em 1999, além da continuidade das ações do Grupo em festivais nacionais e internacionais, o Grupo estreou Rifinfim no Medelim, no Teatro do Museu da República (Rio de Janeiro/RJ).

Em 2002, juntamente com Alessandra Vannucci, o Moitará produziu a oficina Quel Buffone di Arlecchino, ministrada por Enrico Bonavera na UniRIO – Universidade do Rio de Janeiro.


Em 2003, estreou Imagens da Quimera, espetáculo que contou com o patrocínio da ELETROBRÁS e apoio do Ministério da Cultura. O espetáculo colocou o Grupo em teatros importantes do Rio de Janeiro e São Paulo e inseriu-se, mais uma vez, em ações sócio-culturais que o Moitará faz. Imagens da Quimera foi visto por aproximadamente 30.000 espectadores no período em que realizou temporada nos diversos estados brasileiros, arrecadou mais de uma tonelada de alimentos, em prol do FOME ZERO e apresentações para a Ação da Cidadania, favorecendo cerca de 12 entidades  de assistência social; e realizou oficinas para estudantes de teatro oriundos de comunidades carentes.

Indicado ao PRÊMIO SHELL de Teatro, na categoria “música”, o espetáculo, que teve grande repercussão na mídia impressa, televisiva e radiofônica, foi apresentado em diversos teatros do Brasil e participou do projeto PALCO GIRATÓRIO, a convite do SESC, circulando por nove estados, além do prêmio CARAVANA FUNARTE de Circulação Regional Sudeste e Sul

Em 2005, o Grupo seguiu na promoção de intercâmbios e participou da Mostra SESC de Artes Mediterrâneo com Intervenção Teatral – o jogo das máscaras, apresentando-se em diversas cidades de São Paulo. Através do Laboratório do Ator (FUNARTE), o Grupo ministrou oficinas em vários estados e foi agraciado, neste mesmo ano, com o Prêmio FUNARTE Petrobras de Fomento ao Teatro para a montagem do espetáculo Quiprocó.

Em 2006, o Grupo participou do IV FEVERESTIVAL, em Campinas/SP e do projeto VIAGEM TEATRAL do SESI, com o espetáculo Imagens da Quimera e, em Outubro, estreou Quiprocó, em sua sede, apresentando-se, em Dezembro, na Praça XV do Rio de Janeiro, dentro da programação do Festival Anjos do Picadeiro.

Em 2007, o Grupo excursionou com Quiprocó, palestra-espetáculo A Máscara na Energia do Ator e com a oficina Treinamento do Ator com a Linguagem da Máscara Teatral, na II Semana de Teatro do Maranhão, em São Luís/MA, XX Inverno Cultural de São João del Rei/MG, Festival de Teatro de Ouro Branco e 39º Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG.


No segundo semestre daquele ano, o Moitará recebe patrocínio da CAIXA Cultural e excursionou com o espetáculo Quiprocó, com a oficina Treinamento do Ator com a Linguagem da Máscara Teatral e palestra-espetáculo pelas unidades de Brasília, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba – de outubro a novembro. Além disso, o Grupo apresentou-se na edição 2007 do Festival UNIPAR de Teatro em Umuarama/PR e participou do projeto Ciranda de Espetáculos, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Ainda em 2007, o Grupo Teatral Moitará é agraciado com o Prêmio Myriam Muniz de fomento ao Teatro e tornou-se Ponto de Cultura.

O Prêmio Myriam Muniz de fomento ao Teatro foi a oportunidade de se aprofundar, continuar e democratizar as pesquisas que o Grupo desenvolve com a máscara teatral. O projeto Sentidos da Máscara Teatral – uma metodologia para a dramaturgia do ator prevê a realização de oficinas, palestras-espetáculos, seminários, além da criação de um núcleo de pesquisa com profissionais de teatro e pesquisadores. Como resultado, o Grupo pretende produzir um DVD sobre a metodologia do trabalho com a linguagem da máscara teatral a ser distribuído nas principais universidades e escolas de teatro do Brasil e a criação de um espetáculo performático com 10 apresentações públicas previstas para 2008.

O projeto Palavras Visíveis: capacitação técnica para atores surdos com a linguagem da máscara teatral, Ponto de Cultura que inicia suas atividades ainda neste mês de Abril de 2008 prevê o trabalho com 12 atores surdos que serão capacitados na prática teatral através da linguagem com a máscara teatral. Sendo assim, ampliam-se, não apenas o nível de conhecimento técnico e artístico desses alunos, mas, também, a formação de multiplicadores do processo, atingindo outros 30 mil membros das comunidades surda e ouvinte em geral.

Com efetiva participação na cena teatral brasileira, quer por seus espetáculos, quer por sua atuação pedagógica, o Grupo Moitará prossegue em suas pesquisas iniciadas em 1988, democratizando os conhecimentos sobre a Linguagem da Máscara Teatral contribuindo, sobremaneira, com o desenvolvimento cultural do país.

I M P E R D Í V E L ! UM ESPETÁCULO PARA TODA FAMÍLIA !




Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter

Workshop de Produção e Gestão Cultural – Inscrições abertas no SESI‏

Com o objetivo de fomentar a atividade cultural e capacitar os profissionais da área, o SESI Cultural promove o Modulo II do Workshop de Produção e Gestão Cultural em diversas unidades. Não perca a chance de aprofundar seus conhecimentos no ramo. Vagas limitadas.

Data e hora do curso: 12/5 de 9 às 18h

Não é permitida a inscrição para menores de 18 anos e em mais de uma unidade. O interessado deve se inscrever no local onde deseja realizar o workshop.

  • Endereço para realização da Inscrição: Unidade do SESI Campos: Av. Deputado Bartolomeu Lysandro, 862 – Jardim Carioca (Horário de Atendimento: Segunda a Sexta, das 7h30 às 20h30)
  • Endereço de realização do Workshop: Teatro SESI Campos – Av. Deputado Bartolomeu Lysandro, 862 – Jardim Carioca – Tel: (22) 2101-9020 / 2101-9021 – E-mail: teatrosesi.campos@firjan.org.br

Ana Ferguson

Sócia da Zeus Filmes & Produção e Diretora de Produção do Instituto Dominus, tendo como principais clientes o Instituto Cultural Cidade Viva, Instituto Cultural Martinho da Vila (oficinas com jovens e alfabetização de adultos), Instituto do Samba Beth Carvalho, Instituto Cultural Pixinguinha, MZA Music (Marco Mazzola), Grupo Ediouro / Thomas Nelson, Museu Carmen Miranda, Valéria Valenssa, Felipe Dylon, Rodrigo Lessa, entre outros.

Responsável pelos trabalhos de Administração, Planejamento Financeiro, Enquadramento de Projetos nas Leis de Incentivo à Cultura e Prestação de Contas, bem como os serviços de Consultoria e Instrução.

Formada em Administração de Empresas pelas Faculdades Campos Salles – SP (1989) e com especialização nas áreas de planejamento financeiro, finanças públicas, administração de vendas e Publicidade e Propaganda. Atualmente é pós-graduanda em Docência no Ensino Superior na Universidade Estácio de Sá – Rio de Janeiro e também em Lato Sensu.

Especialização a Distância em Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância.

Atualmente é docente na Universidade Candido Mendes – RJ, nos curso de MBA e Pós- Graduação de Projetos Culturais, na disciplina Legislação de Incentivo, e no de Graduação, Produção e Política Cultural, Gestão Financeira I e II, Administração de Organizações Culturais, Cultura e Cidadania e Captação de Recursos.

Alguns trabalhos realizados:

Produção de Shows Novos Talentos – 1998 a 2002;

Produção de Shows São Paulo – Cláudia Telles, Eduardo Dussek, Gabriela Alves, Tunai e outros – 2001 e 2002;

1° Rodada de Negócios Culturais – SEBRAE/RJ – 2005;

Prêmio Cultura Nota 10 – 2004, 2005 e 2006;

Tambores pela Paz – Drum for Peace (Brasil – Bélgica) – 2008;

Inclusão Social – Instituto Cultural Martinho da Vila – 2006 a 2008;

Shows – Martinho da Vila (Vivo Rio e HSBC SP – formatação projeto), Saltimbancos (Chico Buarque – Maria Lúcia Priolli), Um lobo nada mau (Marília Pêra – Maria Lúcia Priolli) e outros – 2003 a 2009;

Livro Rural – Souza Cruz – 2007;

Documentário “O Pequeno Burguês – Filosofia de Vida” – RJ e SP – 2009;

Exposição “100 Anos de Carmen Miranda”, com o Governo do Estado do Rio de Janeiro – 2009;

Show para lançamento do livro de MAX LUCADO NO BRASIL-2009;

Produção Show “Da Ghama” (Cidade Negra) Mofo da Lapa 2010;

Gestão Cultural do Prêmio e Show de Música Digital/Parceria com MZA Music (Marco Mazzola) Patrocínio OI/COCA COLA – 2010;

Cultura Brasil 2011 – 1o Encontro Nacional de Empreendedorismo Cultural – Patrocínio Sebrae Nacional 2011 – Apoio Band TV e outros – 2011.

Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter

“O Filho Eterno” espetáculo com o Prêmio Shell de melhor ator para Charles Fricks no SESI

Teatro SESI Macaé – 12/04 (quinta)

Teatro SESI Campos – 13/04 (sexta)

Teatro SESI Itaperuna – 14/04 (sábado)

Sempre as 20h – Ingressos: R$ 15,00 – Classificação: 16 anos

Charles Fricks estrela o monólogo, sob a direção de Daniel Herz, com adaptação de Bruno Lara Resende a partir do premiado livro de Cristovão Tezza

Após uma temporada bem sucedida no Rio em 2011: três indicações ao Prêmio Shell de teatro (ator, iluminação e direção de movimento); indicações aos Prêmios Quem (ator), Faz Diferença do Jornal O Globo – Segundo Caderno (Teatro), APTR (ator), Qualidade Brasil (ator), e já ganhador do prêmio Orilaxé (direção); “O Filho Eterno” fará uma temporada no interior do Rio de Janeiro.  A versão para os palcos do livro homônimo de Cristovão Tezza, com adaptação de Bruno Lara Resende, se apresentará em Macaé, Campos, Itaperuna, Jacarepaguá, Duque de Caxias, Petropolis e Nova Friburgo.

O Filho Eterno”, que já encantou a muitos na forma literária, de Cristovão Tezza, e faturou cerca de oito prêmios literários nacionais e internacionais, ganha adaptação teatral de Bruno Lara Resende e traz à tona emoções inesperadas na versão teatral, proposta pela Cia Atores de Laura. “O Filho Eterno” mostra a luta diária de um homem, vivido por Charles Fricks, sob a direção de Daniel Herz, que precisa lidar com as decepções que um filho pode trazer, focando no desafio de nossas limitações, sem perder o olhar elegante. Frases de impacto e inesperadas dão o tom poético dessa trama, em que vem a tona muitas questões que pensamos, mas que jamais teríamos coragem de dizer em voz alta. A chegada do primeiro filho com síndrome de down é apenas uma das diversas reflexões que envolvem a paternidade e são abordadas nessa já premiada história.

“Muito mais do que a relação de um pai que tem de lidar com o filho, que nasce inesperadamente com síndrome de down, a história narra as dificuldades da paternidade, o saber lidar com o fato de que você não é mais o centro do mundo. A síndrome é só uma síntese dessas inúmeras dificuldades”, explica Daniel Herz, diretor da Cia e do espetáculo.

A história, que já encantou a muitos na forma literária, vai trazer à tona emoções inesperadas na versão teatral. “O Filho Eterno” mostra a luta diária de um homem que precisa lidar com as decepções que um filho pode trazer, focando no desafio de nossas limitações, sem perder o olhar elegante. Frases de impacto e inesperadas dão o tom poético dessa trama, em que vem a tona muitas questões que pensamos, mas que jamais teríamos coragem de dizer em voz alta.

O Filho Eterno” traz ainda uma novidade para o repertório da Cia Atores de Laura, que completou a maioridade em dezembro de 2010. É o primeiro monólogo encenado pela Cia. Charles Fricks também encara a experiência como novidade, assim como o diretor Daniel Herz. A montagem do texto partiu mesmo da vontade do ator em encarar o desafio de entrar em cena sozinho. “A ideia era poder participar de uma montagem aparentemente simples e sofisticada. Daniel topou a ideia, convidou o Bruno para a empreitada e um amigo me apresentou o livro”, explica Charles, sobre como se deu a feliz coincidência do livro cair nas mãos da Cia.

Bruno Lara Resende explica como foi a tarefa de adaptar a premiada obra: “A intenção foi preservar a qualidade literária do texto e ser fiel ao espírito do personagem, a despeito dos inevitáveis cortes e das mínimas alterações destinados a imprimir teatralidade à narrativa. A grande dificuldade foi exatamente ter de sacrificar tanto do livro e não perder a riqueza e poesia do original”.

Produção Cia Atores de Laura  / Direção Daniel Herz

Figurino: Marcelo Pies /Cenário: Aurora dos Campos /Direção Musical: Lucas Marcier /

Iluminação: Aurélio de Simoni /Direção de Movimento: Márcia Rubin

Produção Executiva: Ana Lelis e Juliana Moreira

Assistente de direção: Clarissa Kahane /Consultoria Psicanalítica: Evelyn Disitzer

Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter

HAROLDO COSTA – Samba & Outras Coisas em exposição no SESI


Teatro SESI Campos

De 05 a 30 de abril , das 10h às 19h

Entrada Franca

O  Sistema FIRJAN, através do SESI Cultural, realiza a mostra HAROLDO COSTA – Samba & Outras Coisas em homenagem ao talento incomparável de Haroldo Costa, marco na história da arte e cultura brasileira. Este jornalista, historiador de música popular, escritor, compositor, ator, produtor e diretor de rádio, televisão e cinema, além de comentarista dos desfiles de Escolas de Samba, vem há mais de 60 anos despertando o interesse, a admiração e o reconhecimento da crítica e do público.

HAROLDO COSTA – Testemunha e protagonista da cultura brasileira

A concepção e pesquisa de HAROLDO COSTA – Samba & Outras Coisas foi entregue à jornalista Eli Rocha que mergulhou no vastíssimo acervo pessoal de Haroldo Costa.

“Foi uma grata surpresa ter convivido tardes e tardes ao lado deste artista fantástico, que generosamente me deu acesso a seus múltiplos caminhos”, explica Eli Rocha. “O material pesquisado era tão vasto que foi necessário destacar quatro nichos de atividades para organizar a exposição. O samba vai estar presente, com certeza”, continua a pesquisadora “mas, serão mostradas também as Outras Coisas…”

A grande viagem para se conhecer Haroldo Costa tem início na década de 50, com sua participação como dançarino, produtor e um dos fundadores do Grupo dos Novos – oriundos do Teatro Experimental do Negro – que empreendeu a turnê Brasiliana, que circulou durante cinco anos, passando por 25 países da Europa e America Latina.

Já no Brasil, em 1956, a convite de Vinícius de Moraes fez o papel-título da peça teatral Orfeu da Conceição, tendo sido o primeiro ator negro a pisar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A obra inaugurava a parceria de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, e com isso, a Bossa Nova. Os cenários eram de Oscar Niemeyer, cartaz de Carlos Scliar. O destaque deste painel é uma carta escrita por Vinícius de Moraes que, carinhosamente, o chama de “Meu Orfeu Negro”.

A partir dos anos 60, Haroldo participa de momentos históricos nas rádios Mayrink Veiga e MEC. Escreveu, produziu, dirigiu e atuou nas TVs Excelsior, Continental, Tupi, Manchete e Globo. Atuações de destaque nas novelas Idade da Loba, Xica da Silva, Pantanal, Ana Raio e Zé Trovão, Kananga do Japão, Sítio do Pica-pau Amarelo, a minissérie Chiquinha Gonzaga e muitas outras.

Como escritor já lançou mais de 10 livros: Hoje é o dia! (1978), Fala, crioulo! (1982/ 2009), Salgueiro: Academia de samba (1984); Na cadência do samba (2000), Anos de Carnaval no Rio de Janeiro (2001), As escolas de Lan (2002), Salgueiro – 50 anos de glória (2003), Ernesto Nazareth – pianeiro do Brasil (2005), Catullo da Paixão (2009), Ruth de Souza, fotos (2008).

Haroldo Costa nasceu em 13 de maio de 1930, no bairro da Piedade e é casado, desde 1956, com Mary Marinho. Entrou na vida artística no Teatro Experimental do Negro “de pára-quedas”, como ele mesmo diz. Foi chamado às pressas para substituir o protagonista em O filho pródigo, de Lúcio Cardoso, e nunca mais saiu de um palco. Obstinado, guerreiro, workaholic. Sua outra grande paixão, depois de Mary, é o Salgueiro. Começou em 1963, quando era júri dos desfiles das Escolas de Samba e o Salgueiro passou cantando Xica da Silva. Ele exclamou maravilhado: “Desisto de ser júri, vou ser salgueirense!”.

Realização: Sistema FIRJAN / SESI Cultural  / Pesquisa, curadoria e produção: Eli Rocha / Textos: Liliane Schwob

Projeto gráfico: Flavia da Matta  Design

 

Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter

Oficina Teatral “Investigando o Ser no Ato de Interpretar” com o ator Rodolfo Mesquita no SESC

Personagem Camille no espetáculo "Thérèse Raquin"

 

SESC CAMPOS (Av. Alberto Torres, 397 – Centro – Campos dos Goytacazes, RJ)

De 03/04 até 24/04/2012 (terças-feiras)

Das 14h às 17h

Inscrições Gratuitas (25 vagas)

Atualmente,com a globalização tendemos a nos fechar para relacionamentos reais, e ficamos cada vez mais atrelados a um teclado de computador. Se por um lado a tecnologia ajuda, por outro, atrapalha. Por que não unir a tecnologia com o fazer teatral?

O ritmo acelerado cada vez mais intenso nos dias de hoje, nos faz muitas vezes esquecer o toque, um aperto de mão, um beijo, um abraço, etc. Começamos então, a nos endurecer como seres humanos, criando tensões corporais desnecessárias ao ato de interpretar e também à vida.

É preciso aprender a controlar e canalizar tais tensões para uma interpretação e vida conscientes, além de um comportamento social mais confiante. Isso acontece tanto com pessoas(profissionais da área) mais experientes quanto com quem mal esteve em um palco. Afinal a arte imita a vida.

“Observando a necessidade de treinar tanto a classe artística como o público cenicamente inexperiente, idealizei a oficina “INVESTIGANDO O SER NO ATO DE INTERPRETAR”. Onde profissionais e amadores estarão num mesmo patamar, visto que a TENSÃO a qual refiro-me está presente no ser humano”, diz Rodolfo.

Rodolfo Mesquita é Bacharel em Artes Cênicas (Interpretação Teatral) pela UNI-RIO(1999). Participou da Oficina de Atores da Rede Globo (1998). Iniciou nas artes dramáticas ainda em Campos dos Goytacazes, sua cidade natal. Onde integrou o elenco do Grupo de Teatro Liceísta durante o ginásio e 2º grau.Como atividade extra-curricular escolar cursou inglês no IBEU.

É pós-graduado em Docência no Ensino Fundamental e Médio na área de Artes pela Cândido Mendes.

Em sua experiência profissional em teatro atuou em alguns espetáculos como: “Lichtenberg: um corte transversal”- Direção de José Dacosta(1996); “Galileu”-Direção de André de La Cruz(1998); “Baunilha e Trioleto”-Direção de André Paes Leme(1998); “O Beijo no Asfalto”-Direção de Marcus Alvisi(1999); “Que mistérios tem Clarice”- Direção de Luiz Arthur Nunes(1999 e 2000); “O homem que viu o disco voador”- Direção de Aderbal Freire-Filho(2001 e 2002); “Um assassino chamado Hamlet”-Direção de Alan Castelo(2003); “Boeing 737-Na contramão”- Direção de Renato Carrera(2004),  que lhe rendeu o prêmio de melhor ator no Festival de Esquetes do Rio de Janeiro; “Boca de Ouro”-Direção de Carlos Gregório(2004); “Uma última cena para Lorca”- Direção de André Paes Leme(2005 e 2006); “Pocilga”-Direção de Alessandra Vanucci(2006); “A Sônia é que é feliz”- Direção de Michel Blois(2007 e 2008), “Morrer ou não”- Direção de Delson Antunes(2008), “A Geração Trianon”-Direção de Luiz Antonio Pilar e Cristina Bethencourt (2009), “Os Estonianos”(2010) – Direção de Jorge Caetano,

“Thérèse Raquin”(2011) – Direção de João Fonseca,entre outros.

Em TV fez participações em programas e novelas dentre os quais estão: “Macho Man”, “Insensato Coração”, “Você decide”; “Turma do Didi”; “Laços de Família”; “A Grande Família”; “Kubanacan” ; “Malhação” ; “A Diarista”; “Beleza Pura”, “Separação”,” S.O.S Emergência” (Rede Globo), “Cilada”(Multishow);” Dilemas de Irene”(GNT); “ O Poder Paralelo” ( Rede Record), “Tecendo o Saber”(Canal Futura), “Amorais” (Canal Brasil/veiculando), entre outros.

Em cinema fez sua primeira incursão no filme “Qualquer gato vira lata”. Com

Cléo Pires, Malvino Salvador entre outros.

Em publicidade fez comerciais  para o Banco do Brasil, TIM, VIVO e Castrol GTX ECO.

IMPERDÍVEL  para todos que desejam experimentar novas técnicas teatrais!

Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter

“Como Ler Livros” no Auditório Cândido Mendes

Auditório Cândido Mendes
(Universidade Cândido Mendes – Campos dos Goytacazes)
04/04/2012-Quarta-feira  às 19H
Entrada:  1kg de alimento ou R$ 2,00
Precisa confirmar presença via e-mail: production.arts.ts@gmail.com
Vagas limitadas
Imperdível !

 

Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter

“Eu Vi Elis Sorrindo” Elohim Seabra canta Elis Regina no SESI.

Teatro SESI Macaé  - 29/03

Teatro SESI Campos – 30/03

Teatro SESI Itaperuna – 31/03

Sempre às 20h  - Ingressos : R$ 20,00

“Em 2012, estamos completando 30 anos de saudades da artista”

É um Show cujo roteiro musical faz um passeio evocativo por grandes clássicos da moderna MPB, selecionando pérolas que foram registrados na voz inesquecível de Elis Regina. “EU VI ELIS SORRINDO”: A canção que dá título ao Show surgiu num mágico encontro numa noite no Mistura Fina há pouco mais de três anos. Elohin, acompanhado do amigo e parceiro Márcio Monteiro, foi assistir ao lançamento de um CD do músico Chico Pinheiro, no qual havia uma participação especial da iniciante Maria Rita, filha de Elis Regina. Elohim, fã confesso da mãe, Elis Regina, ficou profundamente emocionado com a performance de Maria Rita, e chorando, comentou com o amigo na saída: “Eu vi Elis sorrindo!”.Naquela noite, por volta de quatro da manhã, Márcio ligou para Elohim e pelo telefone dedilhou no violão as primeiras estrofes da nova canção “Eu vi Elis Sorrindo”. Que esta no primeiro CD Voz de Um Anjo de Elohim Seabra. É nessas ascendências e descendências musicais e espirituais que foi desenhada a estrutura desse Show. O projeto e o show “Eu Vi Elis Sorrindo” foi lançado por Elohim Seabra no Teatro Antonio Fagundes, na Barra da Tijuca em Setembro de 2005. Na estréia do show Elohim contou com o auxílio luxuoso de Lucinha Lins (participação especial e co-roteirista) e do Miéle (apresentador do show e amigo da homenageada).

Em setembro de 2007, dentro das comemorações dos 40 anos do Canecão, casa da música brasileira, Elohim foi convidado a apresentar o show “Eu vi Elis sorrindo”, numa homenagem à Elis Regina. O show no Canecão rendeu a Elohim Seabra uma matéria de meia página no Segundo Caderno de O Globo: uma entrevista ao jornalista especializado em MPB João Pimentel. Desde então Elohim tem se apresentado em teatros e casas de shows como o Teatro Rival, o Teatro Municipal de Angra dos Reis, o Chico’s Bar na Barra da Tijuca e mais recentemente, Teatro Alberto Maranhão, Teatro de Cultura Polular, Centro de Convenções em Natal. Elohim também participou do programa Alô Rio de Abi Rihan da Rádio Mec e na Radio Nacional com o show ao Vivo, no programa de Dorina em junho de 2008.O Roteiro do show “Eu vi Elis sorrindo” conta com algumas das pérolas do repertório que revive duas décadas revolucionárias e fascinantes, de um país em que Elis reinava: “Atrás da Porta” (Chico Buarque e Francis Hime), “Cais” (Milton Nascimento), “Canção da América), (Milton Nascimento Fernado Brant), “Dois pra lá, Dois pra cá” (João Bosco e Aldir Blanc), “É com esse que eu vou” (Pedro Caetano), “Vou Deitar e Rolar” (Baden Powell e Paulo César Pinheiro). Um belo desafio artístico para este cantor que já foi apontado como voz revelação da nova MPB. Elohim Seabra apresenta o show “Eu vi Elis sorrindo” ao lado de um Quarteto de feras da música instrumental, sob a direção musical do jovem maestro Dudu Viana.

Elohim Seabra começou a sua carreira como a maioria dos artistas de sua geração nos Festivais de Música, aonde vem conquistando vários prêmios como intérprete da MPB. Em 2001 recém chegado da sua Cidade Natal RN participou do Festival Donos da Noite promovido pela Mutante Net Club Copacabana, defendendo a música “Todo o Sentimento”, quando ficou entre os finalistas, o que lhe rendeu o reconhecimento do público e da crítica especializada. Em Maio de 2008 participou e ganhou o primeiro prêmio no Festival de Serestas em Homenagem ao Centenário de Silvio Caldas, na cidade de Conservatória, RJ, cantando a belíssima composição de Catulo da Paixão Cearense e Pedro Alcântara “Ontem ao Luar”.Desde menino Elohim teve a influência de seu pai, o violonista Hodevah Seabra com quem fez parceria em várias composições. Hodevah Seabra acompanhou grandes nomes da MPB na década de 60 como Cauby Peixoto, Dóris Monteiro, Ângela Maria, Emilinha Borba, entre outros. Hodevah Seabra foi também o criador do grupo musical Trio Menura nos anos 60 e integrante do Trio Irapuã em Recife nos anos 80.Em 2003 Elohim decidiu enfrentar o desafio de apostar no seu trabalho de compositor. Gravou e produziu o CD independente Voz de Um Anjo, com a participação da cantora Adriana, a brasileira que estourou nas paradas de sucesso da década de 1970 com a música “O que me importa”, gravada em 1972.Em setembro de 2007 o show “Eu Vi Elis Sorrindo” de Elohim Seabra fez parte das comemorações dos quarenta anos do Canecão no Rio de Janeiro. Esse belíssimo show contou com o apoio de Miéle e roteiro da atriz e cantora Lucinha Lins e foi autorizado pela produtora Marilene Gondin, representante legal dos herdeiros da cantora Elis Regina.“Eu Vi Elis Sorrindo” traz um repertório dos compositores que Elis Regina lançou como Milton Nascimento, João Bosco, Aldir Blanc, Pedro Caetano, Gilberto Gil, Belchior e Fagner e mostra toda a versatilidade do intérprete. A bela voz de Elohim Seabra se soma aos arranjos primorosos do maestro Dudu Viana, resultando numa combinação de bom gosto, imperdível para os amantes da boa música.No projeto “Eu vi Elis Sorrindo” Elohim Seabra contou com as participações Lucinha Lins, Marina Elali, Karla Sabah, Roberta Lima, Adriana, Dorina, Di Mostacato.Miéle apresentou o show como convidado especial no Teatro Antonio Fagundes, em Setembro de 2006, no Rio de Janeiro.

A música tema do show “Eu Vi Elis Sorrindo”, composição do parceiro e amigo Marcio Monteiro, homenageia a história de Elis e sua filha Maria Rita e tem sido um grande sucesso nos shows que Elohim Seabra vem fazendo pelo país.No Rio de Janeiro Elohim tem se apresentado em casas prestigiadas como Canecão, Centro de Referência da Música Carioca, Mistura Fina (onde fez seis shows), Teatro Rival, Chico’s Bar, além do Teatro Municipal de Angra dos Reis.Em 2009 Elohim é convidado pela produção do Teatro Rival para apresentar um novo Show, uma Homenagem aos Oitenta Anos do compositor e amigo Evaldo Gouveia da dupla romântica Evaldo e Jair Amorim, Show intitulado Sentimental Demais, contou com convidados especiais para dividir o Palco com canções como, Alguém me Disse, Brigas, Que queres tu de mim entre outras que tocam profundamente os corações apaixonados,Oito Cantoras dividiram o Palco entre elas a a cantora e conterrânea Marina Elali,Atualmente em nova fase de sua carreira Elohim Seabra está iniciando a gravação do CD Tudo pro lugar, com canções inéditas de compositores do Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte,Inéditas de Aldir Blanc/Moacyr Luz, Ivan Lins/Claudio Lins,Evaldo Gouveia, Altay Veloso entre outros . No Mês de setembro estréia o Show O Tempo não Pára, 20 anos de Saudade! Homenageando Cazuza. Em 2011 Retorna com o Show Sentimental Demais, com releituras das canções de Evaldo Gouveia e Jair Amorim, mais um desafio emocionante e gratificante para os fãs que vem acompanhando sua história musical.

Músicos: Eduardo Viana – TecladosBruno Voshiem – Baixo AcústicoWalmer Carvalho – Sax e FlautaRenato Cordeiro – BateriaPedro Miranda – Violão e GuitarraMafran do Maracanã – Percussão

Direção: Eduardo Mansur – Direção Musical- Eduardo Viana  - Co-roteirista – Lucinha Lins   – Produção Executiva - Paulinos Produtora

I M P E R D Í V E L !

Compartilhe
  • Add to favorites
  • del.icio.us
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • LinkedIn
  • Live
  • Orkut
  • PDF
  • Print
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Twitter
Copyright © 2010 - Folha da Manhã - Todos os direitos reservados