Maternidade da Santa Casa reabre com nascimento de menino em SJB

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Prefeita visita primeiro bebê nascido após reabertura da Santa Casa (Foto: Facebook)

A maternidade da Santa Casa de Misericórdia de São João da Barra foi reativada na manhã desta quinta-feira (12), às 7h, e três horas de nasceu o primeiro bebê. Thayllon Eraldo Rangel Bittencourt, filho do casal Yanka Belmiro Rangel, 18 anos, e Uanderson Bittencourt, 25 anos, do bairro da Chatuba, na sede do município, nasceu às 10h05. O bebê e a mãe receberam a visita da prefeita Carla Machado (PP). Por falta de repasse da Prefeitura, a Santa Casa paralisou todos os atendimentos durante o governo Neco (PMDB), no ano passado. O primeiro foi a maternidade, agora reativada.

Para o secretário de Saúde Godofredo de Sá, o nascimento desta criança mostra a real necessidade deste importante serviço para as famílias sanjoanenses. “Nossa meta foi alcançada, a partir de hoje todas as famílias que necessitarem deste serviço terão acesso, basta procurar a Unidade Básica de Saúde ou o Programa Saúde da Família e fazer o cadastro no pré-natal”, explicou.

Em seu perfil no Facebook, a prefeita Carla Machado comentou sobre a reativação da maternidade da Santa Casa. “É muito gratificante ver o resultado de um trabalho sério e comprometido com a população. Quero agradecer a todos os profissionais que realizaram o parto e a toda equipe da secretaria de saúde, na pessoa do nosso secretário Godofredo e nossa subsecretária Keth, juntamente com o provedor da Santa Casa, Pedro Chagas, pelo empenho em tornar esse sonho realidade. Com a reabertura da maternidade, as nossas gestantes poderão ter a tranquilidade de poder ter seus filhos ‘em casa’. Estamos muito felizes com essa conquista!”, escreveu Carla, que também publicou foto ao lado do primeiro bebê nascido na maternidade.

Rafael vai ao MP falar sobre Saúde e divulga edital de chamamento emergencial

Rafal_MPO prefeito Rafael Diniz (PPS), acompanhando do Procurador Geral do município, José Paes Neto, esteve reunido com o promotor de Justiça Marcelo Lessa na sede do Ministério Público (MP) na tarde desta segunda-feira (9). A pauta do encontro foi a solicitação de acompanhamento, vistoria e comprovação da situação de emergência no âmbito da Saúde Pública, encontrado pela atual gestão ao assumir a administração. O pedido do prefeito tem como objetivo respaldar o governo quanto aos próximos passos que serão tomados para conter a situação de calamidade.

— É importante que a Prefeitura esteja próxima de todas as instituições sérias, como o MP. Enviamos um ofício solicitando a presença do MP em nossa rede de Saúde para constatar o que todos já sabemos, que é essa situação de calamidade. Em um momento em que estamos buscando total lisura e transparência em nossos atos, esse foi o nosso objetivo em estarmos aqui no MP, que, de forma independente, continuará atuando em prol da nossa população, assim como a nosso governo — afirmou Rafael Diniz.

No último dia 06, o prefeito Rafael Diniz decretou situação de emergência no âmbito da Saúde. Mediante a isso, como uma das medidas emergenciais, foi divulgado um edital de chamamento. Baseada no decreto, a secretaria de Saúde e a Fundação Municipal de Saúde convocam interessados em participar do edital de chamamento emergencial que busca realizar contratação direta por dispensa de licitação. O Edital tem como objetivo a aquisição de medicamentos, insumos e materiais para atender as necessidades e conter a calamidade na Saúde.

— Como já disse, a situação da Saúde em Campos é trágica e precisamos tomar todas as medidas emergenciais para resolver este quadro o mais rápido possível. O objetivo dessa convocação é para conter, inicialmente, a calamidade na Saúde adquirindo medicamentos, insumos e materiais — afirmou a secretária de Saúde Fabiana Catalani.

Considerando o estado declarado de emergência na saúde do município, as cotações deverão ser apresentadas até as 17h do dia 11 de janeiro de 2017, via e-mail financeiro.saude@campos.rj.gov.br ou via protocolo da Secretaria de Saúde.

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Rafael Diniz declara situação de emergência na Saúde de Campos

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No primeiro dia útil de sua gestão, Rafael visitou hospitais municipais (Foto: Marcos Gonçalves/Folha da Manhã)

A situação da Saúde não é fácil nas cidades da região. Enquanto São João da Barra declarou calamidade na área (aqui), o prefeito de Campos, Rafael Diniz (PPS), publicou no Diário Oficial desta sexta-feira (6) o decreto de “emergência relativa ao atendimento de saúde no município”. Nesta primeira semana de governo, Rafael visitou os hospitais da cidade (Ferreira Machado, Geral de Guarus e São José) e constatou a situação em que estavam.

A decisão do prefeito é justificada, segundo texto do decreto, pelo “atual estado de desabastecimento da rede pública de saúde municipal”. A falta de pagamentos a diversos fornecedores, como os “de medicamentos, materiais médico-hospitalares, órteses, próteses e insumos hospitalares”, também é citada. Segundo a publicação oficial, atualmente o “estado é de desabastecimento da rede pública (…), motivado pela ausência de medicamentos, materiais médico-hospitalares, órteses, próteses e insumos”. O risco de fechamentos de leitos de UTI também é mencionado.

Pelo decreto, o município está autorizado a realizar compras emergenciais para o atendimento de Saúde, além da “contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação emergencial”, sem a necessidade de licitação. É determinada ainda a criação, sob responsabilidade da secretária Fabiana Catalani, de uma “força tarefa a fim de proceder à revisão e renegociação dos contratos firmados, revisão das escalas dos servidores, podendo inclusive designar servidores para postos de atendimento emergencial, sem prejuízos de outras medidas, a fim de assegurar a eficiência na adoção de medidas administrativas tendentes a restabelecer a plena assistência à população”.

Rafael ainda estabelece que sejam firmados “acordos de cooperação técnica” com o objetivo de “trocar conhecimento, tecnologia e experiência voltados para a racionalização das despesas e otimização dos recursos destinados à saúde” junto a outras cidades e estados.

Atualizado às 11h43 – Correção no título

Carla visita Centro de Emergência e define secretário de Saúde

Carla e sua equipe em visita ao Centro de Emergência (Foto: Luciano Chambinho)

Carla e sua equipe em visita ao Centro de Emergência (Foto: Luciano Chambinho)

Após negociação (aqui) com os responsáveis pelos serviços no Centro de Emergência para retomada de atendimentos, a prefeita eleita Carla Machado (PP) e vereadores que vão compor sua base na Câmara estiveram na manhã desta sexta-feira (30) visitando a unidade. Carla também já definiu o nome que vai assumir a secretaria de Saúde – uma das pastas mais delicadas em qualquer município – a partir de 1º de janeiro. O escolhido foi Godofredo Gomes de Sá Neto, gerente de enfermagem do Hospital Geral Dr. Beda. O médico intensivista Sandiano Brum Mello será o subsecretário.

Vereadores eleitos no palanque de Carla a acompanharam na visita (Foto: Luciano Chambinho)

Vereadores eleitos no palanque de Carla a acompanharam na visita (Foto: Luciano Chambinho)

SJB: após negociação com prefeita eleita, Centro de Emergência volta a funcionar

emergênciaO Centro de Emergência Dr. Pedro Otávio Enes Barreto, de São João da Barra, volta a funcionar nesta sexta-feira (30), após manter as portas fechadas por três dias (aqui e aqui), já que os médicos resolveram cruzar os braços por falta de pagamento. A prefeita eleita Carla Machado (PP) informou que esteve com representantes da Organização Social responsável pelos serviços de urgência e emergência da unidade “para pactuar um novo plano de trabalho”. “Conseguimos reduzir em aproximadamente 20% o valor do contrato sem prejudicar a qualidade do atendimento de saúde ofertado”, afirmou Carla.

Críticas não foram poupadas ao atual prefeito, que encerra seu mandato neste sábado cercado de problemas. “Esse governo desastroso finda seu mandato sem cumprir com o pagamento de vários serviços contratados, só com essa prestadora de serviços, a dívida é de cerca de 20 milhões de reais, além do que se deve a Santa Casa de SJB e de Campos, Álvaro Alvin, Beneficência, Home care, fornecedores, etc…”, salientou a prefeita eleita.

Carla aproveitou para agradecer aos profissionais que retornam ao trabalho mesmo sem receber.

Carla fecha parceria com equipe voluntária e garante ambulâncias de Resgate

A prefeita eleita de São João da Barra, Carla Machado (PP), anunciou em seu perfil no Facebook que fechou parceria com Grupamento de Resgate Voluntário e garantiu duas ambulâncias totalmente equipadas, que ficarão à disposição na BR 356 de 31 de dezembro ao dia 05 de março — durante toda temporada de verão:

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SJB: Centro de Emergência foi fechado com autorização da secretária, diz gerente

emergênciaO fechamento do Centro de Emergência de São João da Barra teve consentimento da secretária de Saúde Denise Esteves. A informação foi repassada há pouco por Laise Rodrigues, gerente administrativa da unidade.  Ainda de acordo com Laise, nessa terça-feira (27) foi a primeira vez que a unidade de saúde fechou (aqui) as portas totalmente. Nos demais protestos, houve “restrição de atendimento”. Nesta quarta-feira (28), apenas um médico intensivista está na Centro de Emergência para atender os pacientes internados na Unidade de Pacientes Graves (UPG).

— Nós estamos de mãos atadas. Conseguimos transferir pacientes da enfermaria feminina. Um paciente da UPG, entubado, foi transferido para um hospital de Campos. Hoje estamos com cinco pacientes na UPG, atendidos por esse médico intensivista. Não entra mais nenhum paciente. A secretária de Saúde está ciente e autorizou o fechar as portas — explicou Laise.

A paralisação total do serviço ocorreu porque os médicos que atendem na unidade resolveram cruzar os braços. Nas outras manifestações, quando técnicos paralisaram o serviço, os médicos mantiveram o atendimento ainda que de forma restrita. Nesta quarta, eles divulgaram uma carta aberta à população, na qual consideram que “a saúde já nem na UTI mais se encontra, já morreu”. Confira a carta divulgada pela manhã:

Viemos por meio desta carta tornar público o que realmente acontece  no local onde trabalhamos e que seria a referência em urgência e emergência do município. Quando nós médicos chegamos ao ponto de não irmos trabalhar, é porque a situação já ultrapassou todos os limites inimagináveis. A equipe médica está de luto, assim como a saúde já nem na UTI mais se encontra, já morreu. Nós, funcionários do CESJB estamos trabalhando há meses à margem da dignidade humana, correndo atrás de todo “jeitinho” para não desassistir a população. Trabalhamos rodeados de baratas, sem luz, sem ar condicionado. Faltam remédios, gazes. Ambulância não temos há meses, ventiladores mecânicos utilizados em pacientes graves estão quebrados, hemodiálise também. Ficamos meses sem o único aparelho de raio x. Não há segurança na unidade, a ponto de funcionários já terem sido ameaçados por pessoas armadas dentro da enfermaria. E a lista de absurdos não tem fim. Cada dia uma nova missão indigna. Nem um banheiro com mínimas condições temos. Salários atrasados, e com a fim da gestão catastrófica do prefeito atual, a incerteza se receberemos ou não. No fim, somando-se tudo isso, quem sofre é a população carente do nosso município. Após 24 horas de paralisação, ninguém nos procurou para tentar conversar e negociar uma saída para esse caos. Parece cômodo ver as pessoas sem atendimento, e esperar dia 31. A secretária Denise Esteves ao invés de tentar resolver o problema, tentou instalar o clima de perseguição querendo o nome dos médicos. Denise, a culpa não é nossa, a culpa é sua”.

Secretaria informa que Centro de Emergência atende casos graves

Denise estevesSe a gerência diz que não há nenhum tipo de atendimento novo no Centro de Emergência, a secretaria de Saúde, comandada por Denise Esteves, informou em nota que “o atendimento nos Postos de 24 horas está normalizado para qualquer necessidade que não seja considerada grave. No Centro de Emergência apenas casos graves e muito graves estão sendo aceitos para estabilização na Sala Vermelha. O serviço móvel de Resgate está funcionando normalmente e encaminha os pacientes para Campos dos Goytacazes.

O pagamento dos profissionais cooperativados — em torno de 40 — está atrasado a partir de novembro último. A Prefeitura estuda quitar a folha o quanto antes”.

Prefeita eleita diz que o “município virou um verdadeiro pandemônio”

A prefeita eleita de São João da Barra, Carla Machado (PP) usou o Facebook para fazer um desabafo em relação à situação da Saúde no município. Em sua postagem ela diz que a Saúde é “caso de polícia” e que o “município virou um verdadeiro pandemônio”. O blog do Bastos falou sobre o assunto (aqui):

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Caos na Saúde: Centro de Emergência de SJB paralisa todos os serviços

emergênciaA Saúde de São João da Barra que já está na UTI há algum tempo no governo Neco (PMDB), teve sua situação agravada nesta terça-feira (27), a quatro dias do fim da atual gestão. Todos os serviços do Centro de Emergência Pedro Otávio Enes Barreto foram paralisados. O município, que teve a Santa Casa fechada em outubro (aqui) por falta de pagamento, agora está também sem atendimento em sua principal unidade de emergência.

Os médicos paralisaram o serviço por falta de pagamento há dois meses, além de atraso no 13º. No momento, a unidade está fechada. No Centro de Emergência há relatos de condições insalubres para o trabalho. Aparelhos de ventilação mecânica estariam com defeito e o ar-condicionado, sem funcionar. Também foi denunciada a falta de remédios e insumos.

Vale lembrar que na alta temporada existe um aumento considerável na população, chega a triplicar.

Caos na Saúde – O Centro de Emergência de SJB chegou a interromper alguns serviços no dia 14 de outubro. Na ocasião, a porta da unidade foi lacrada e um comunicado informou que o atendimento estava sendo somente na “emergência vermelha”. Uma semana antes, funcionários fizeram um protesto em frente à unidade de saúde, por conta de atraso em salários. Segundo os manifestantes, a Prefeitura não repassava o valor devido há dois meses. Outubro também foi o mês que a centenária Santa Casa de Misericórdia, com mais de R$ 4 milhões a receber da Prefeitura, fechou as portas.

Em novembro, no dia 15, o Centro de Emergência parou o atendimento pela falta de colaboradores para manter a unidade em funcionamento. Cinco dias depois, o vice-prefeito Alexandre Rosa (PRB) foi à delegacia denunciar que a unidade estava no escuro e sem gerador de emergência. Na semana passada (aqui), a unidade fechou as portas por alguns momentos por falta de condições de trabalho. na ocasião, em 22 de dezembro, apenas os médicos plantonistas estavam na unidade e faziam o atendimento de emergência.

Mais informações na edição desta quarta-feira (28) da Folha da Manhã.

Última atualização às 19h20 — O serviço continuava interrompido na unidade hospitalar, segundo informações passadas por telefone.

SJB: Centro de Emergência fechado por alguns momentos novamente

emergênciaO Centro de Emergência Dr. Pedro Otávio Enes Barreto voltou a ter as portas fechadas por alguns minutos em São João da Barra . Seis médicos assinaram um documento, remetido ao Ministério Público, Câmara, secretaria de Saúde e Delegacia, no qual relatam a ausência de diversos profissionais considerados essenciais para o bom funcionamento da unidade. Agora, o atendimento está restrito aos casos de emergência “amarelas” e “vermelhas”. Eles relatam, ainda, que não é possível realizar exames na unidade.

Caos na Saúde – O Centro de Emergência de SJB chegou a interromper alguns serviços no dia 14 de outubro. Na ocasião, a porta da unidade foi lacrada e um comunicado informou que o atendimento estava sendo somente na “emergência vermelha”. Uma semana antes, funcionários fizeram um protesto em frente à unidade de saúde, por conta de atraso em salários. Segundo os manifestantes, a Prefeitura não repassava o valor devido há dois meses. Outubro também foi o mês que a centenária Santa Casa de Misericórdia, com mais de R$ 4 milhões a receber da Prefeitura, fechou as portas. Em novembro, no dia 15, o Centro de Emergência parou o atendimento pela falta de colaboradores para manter a unidade em funcionamento. Cinco dias depois, o vice-prefeito Alexandre Rosa (PRB) foi à delegacia denunciar que a unidade estava no escuro e sem gerador de emergência.

Veja o documento assinado pelos médicos:

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SJB: Emergência no escuro leva vice-prefeito à DP para denúncia

No escuro, funcionários atenderam pacientes em SJB (Foto: Leitor/Parahybano)

No escuro, funcionários atenderam pacientes em SJB (Foto: Leitor/Parahybano)

No apagar das luzes do governo Neco (PMDB), é a Saúde que mais uma vez fica às escuras. Neste domingo (20), o Centro de Emergência Pedro Otávio Enes Barreto teve o atendimento comprometido. Faltou energia elétrica novamente e a unidade de saúde não contava com gerador emergencial em funcionamento.  Vice-prefeito de Neco e eleito vice-prefeito de Carla Machado (PP), Alexandre Rosa (PRB) afirmou que a Organização Social responsável pelo atendimento no Centro de Emergência teria a receber do município cerca de R$ 15 milhões. Sem o crédito, estaria em atraso com outras empresas, inclusive a do gerador.

Alexandre foi à Delegacia de Polícia de São João da Barra e prestou depoimento. Em seu perfil no Facebook, relatou ainda que a cidade vive um caos. “O atendimento que já era ruim, ficou ainda pior nesse término de mandato. (…) Enquanto ‘responsáveis’ somem após a derrota eleitoral, infelizmente vidas estão sendo ceifadas”, disparou o vice-prefeito.

Ainda de acordo com Alexandre, um hospitalizado na área de pacientes graves precisou ser transferido para o Hospital Geral de Guarus (HGG), em Campos. Outros pacientes continuaram no Centro de Emergência até que a concessionária de energia elétrica restabeleceu o serviço. Não é a primeira vez neste mês que o problema acontece. No dia 10 (aqui), a unidade também ficou às escuras.

Por ser domingo, o blog não conseguiu contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura. Em contato com o Centro de Emergência, por volta das 15h, um funcionário informou que o atendimento estava normalizado, já que o gerador havia sido acionado à tarde, enquanto a concessionária ainda efetuava reparos na rede elétrica.

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