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Por Leandro Lopes, em 15-05-2012 - 18h47
Em março, o Facebook anunciou ter atingido a marca de 901 milhões de usuários ativos – que acessam a rede social ao menos uma vez por mês -, no mundo. No Brasil, o percentual de crescimento no último ano é de 180%, registrando um total de 45 milhões de brasileiros ativos na rede social em março.
O uso da rede social está crescendo rapidamente e, com isso, a preocupação dos pesquisadores em relação à dependência em internet ligada às mídias sociais. Foi pensando nisso que um estudo sobre o vício em Facebook foi realizado pela Universidade de Bergen, na Noruega. A pesquisa coordenada por Cecilie Schou Andreassen foi publicada no periódico Psychological Reports.
Foram descobertos vários fatores sobre a dependência em Facebook, como suas principais vítimas – as mulheres e os mais jovens. Pessoas tímidas, ansiosas e inseguras socialmente também são citadas. De acordo com a pesquisadora, indivíduos com essas características de personalidade têm maior facilidade em se comunicar por meio das mídias sociais do que pessoalmente. De acordo com o estudo, os sintomas do vício em Facebook são semelhantes aos da dependência química.
Por Leandro Lopes, em 14-05-2012 - 18h36
Uma inovação da medicina foi capaz de devolver a visão a dois homens que não enxergavam há mais de duas décadas na Inglaterra – o microchip eletrônico de apenas 3mm desenvolvido por especialistas ingleses do King´s College e da Universidade de Oxford.
Eles estão confiantes que a implantação do aparelho, ocorrida em meados de abril, será capaz de ajudar pacientes com problema de retinose pigmentar – uma condição genética sem cura que causa cegueira –, a recuperarem a visão.
O jornal britânico ‘Daily Mail’ informou que os pacientes beneficiados com a cirurgia ocular de implantação do “olho biônico” começaram a detectar a luz e distinguir silhuetas em apenas duas semanas.
Em 2010, o governo da Austrália apresentou um protótipo de “olho biônico” que seria capaz de devolver a visão a muitos cegos. Na época, os responsáveis divulgaram o projeto como “o maior marco” desde o desenvolvimento do alfabeto Braille.
Segundo os cientistas australianos, parte do invento se implanta parcialmente no globo ocular e também foi criado para pacientes que sofrem de retinite pigmentosa. O “olho biônico” possui uma mini-câmera, colocada sobre uma lente, que captura imagens e as envia a um processador que pode ser guardado no bolso. O dispositivo transmite um sinal à unidade dentro da retina que estimula os neurônios vivos dentro dela, que por sua vez mandam as imagens ao cérebro.
De acordo com os cientistas, os usuários do “olho biônico” não voltarão a ter uma vista perfeita, mas se espera que possam ser capazes de distinguir pontos de luz que o cérebro poderá reconstruir em imagens.
Por Leandro Lopes, em 07-05-2012 - 19h25
Novos dados divulgados pelo Social Bakers revelam que o Brasil subiu uma posição no ranking de países com mais usuários do Facebook, ficando em segundo lugar na lista, atrás apenas dos Estados Unidos, onde a rede social foi criada.
O Brasil, segundo a Social Bakers, tem 46,3 milhões de usuários do Facebook (23% do total em todo o mundo). O crescimento de 22% no número de usuários em três meses deixa o país à frente da Índia, que tem 45,7 milhões de usuários.
Na liderança estão os Estados Unidos, que seguem no topo da lista com folga, com 157,2 milhões de usuários (50,6% do total).
Por Leandro Lopes, em 03-05-2012 - 18h46
Uma pesquisa realizada com mais de 2,3 mil alunos do ensino médio no país, coordenada pelo professor Nelio Bizzo, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), constatou que a maioria dos jovens brasileiros vive em paz com suas crenças religiosas e a ciência da teoria evolutiva.
A conclusão foi possível por meio de um questionário sobre religião e ciência respondido por estudantes de escolas públicas e privadas de todas as regiões do país, com média de 15 anos de idade.
O questionário apresentava aos alunos 23 perguntas ou afirmações com as quais eles podiam concordar ou discordar em diferentes níveis. Mais de 70% disseram que se consideram pessoas religiosas e acreditam nas doutrinas de sua religião (52% católicos e 29% evangélicos, principalmente, além de 7,5% sem religião).
Ao mesmo tempo, mais de 70% disseram que a religião não os impede de aceitar a evolução biológica; e 58%, que sua fé não contradiz as teorias científicas atuais. Cerca de 64% concordaram que “as espécies atuais de animais e plantas se originaram de outras espécies do passado”. Só quando a evolução se aplica ao homem e à origem da vida, as respostas ficam divididas. Há um empate técnico, em 43%, entre aqueles que concordam e discordam que a vida surgiu naturalmente na Terra por meio de “reações químicas que transformaram compostos inorgânicos em orgânicos”.
Por Leandro Lopes, em 02-05-2012 - 18h08
Um mercado relativamente novo no Brasil está se desenvolvendo lentamente, pegando carona na no forte patrulhamento de tudo o que acontece na internet. Trata-se da comercialização de filmes digitais para serem assistidos no computador, no tablet, no smartphone e em outros aparelhos contemporâneos. A novidade parece ser uma boa opção para evitar a compra de DVDs piratas no camelô da esquina e os seriados baixados em sites de compartilhamento de arquivos, por exemplo.
A relação entre o fornecedor de filmes on-line e o usuário se dá de três maneiras: aluguel, venda ou assinatura mensal. Na primeira opção, tanto no caso do streaming (o consumidor assiste ao filme no próprio site da empresa), como no download (o filme é baixado no computador do consumidor), há um prazo para o filme ser assistido. Quando se trata de assinatura mensal, o usuário pode ver os filmes apenas durante a vigência do contrato, mesmo que eles tenham sido baixados. Só no caso da venda é que não existe prazo.
Apesar da facilidade para usar esses serviços – já que o consumidor não precisa sair de casa para assistir ao filme que deseja -, em janeiro, o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) avaliou os sites de quatro empresas que alugam e/ou vendem filmes digitais: Netflix, Netmovies, Saraiva Digital e Sunday TV (que durante a realização da pesquisa se chamava Terra TV Vídeo Store) e encontrou alguns problemas.
O objetivo da pesquisa era analisar a dinâmica de venda e aluguel dos filmes; a oferta e a publicidade; as restrições tecnológicas; as questões de direitos autorais; os contratos; e as políticas de privacidade. Um dos problemas mais sérios foi encontrado nas empresas Saraiva e Sunday TV. Lá, os filmes só podem ser baixados em três equipamentos diferentes e não podem ser gravados em DVD. O desrespeito ao direito do consumidor de usufruir integralmente do serviço se agrava no caso dos filmes comprados.
Outro problema encontrado foi o da assinatura contínua, na Netflix e na Netmovies. O consumidor ganha o primeiro mês grátis para experimentar o serviço, mas, caso se esqueça de cancelá-lo, passa a ser cobrado automaticamente a partir do segundo mês. A prática é abusiva, segundo o Código de Defesa do Consumir, pois as empresas cobram por um serviço que não foi expressamente autorizado pelo consumidor.
Além desses problemas citados, o Idec encontrou ainda problemas em contratos – abuso, indisponível e até mesmo inexistente; equívocos em ofertas e publicidade e até mesmo a inexistência de serviço de atendimento ao consumidor (SAC), no caso da Netmovies, que só oferece formulário para envio de mensagem.
Por Leandro Lopes, em 18-04-2012 - 19h36
O mais recente estudo sobre audiência na web divulgado pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC) mostrou que, em 2011, a audiência dos portais e sites de notícias filiados ao instituto cresceu 29% ao longo de 2011. Isso significa que os brasileiros estão lendo cada vez mais notícias pela internet.
A região responsável por puxar esses números foi o Nordeste, que registrou um aumento de acessos de 50%, considerando os índices de janeiro e dezembro do ano passado. O Centro-Oeste aparece na segunda colocação entre as regiões, com crescimento de 38%, seguida pelos internautas da região Norte (com 33%) de crescimento. Sudeste e Sul aparecem na sequência, com expansões de 30% e 21%, respectivamente. O acesso a computadores e a plataformas móveis e o aumento das vendas dos aparelhos smartphones e tablets são as justificativas para esses números.
O uso das mídias móveis para acessar sites de noticias ganhou destaque no relatório do IVC. O acesso a notícias a partir de celulares, smartphones ou tablets cresceu 400% quando considera-se os números de janeiro e dezembro de 2011. Com esse aumento, a participação dos acessos à web via plataforma mobile subiu de 0,6%, em janeiro, para 2,4%, em dezembro do ano passado.
De acordo com o IVC, os tablets são os grandes responsáveis por esse salto do acesso móvel. Em 2011, a quantidade de pessoas que acessaram sites noticiosos via iPad, Galaxy, ou outros tipos de tablets cresceu 563%. Os acessos via smartphone também aumentaram consideravelmente: 321% mais do que em 2010.
Por Leandro Lopes, em 17-04-2012 - 21h40
Os primeiros corações artificiais serão testados em pacientes da fila de espera de transplante do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. Eles vão receber o equipamento, que estabiliza a função cardiológica e aumenta a sobrevida até o transplante tradicional. O aparelho só é indicado a pacientes que não respondem mais ao tratamento clínico.
O aparelho é colocado preso ao ventrículo e artéria aorta, e atua no bombeamento do sangue, descarregando o coração. Assim, o paciente pode suportar o tempo que for necessário aguardando com calma o transplante convencional.
O coração artificial começou a ser desenvolvido em 1998, por Aron José Pazin de Andrade, coordenador do Centro de Engenharia em Assistência Circulatória do Instituto Dante Pazzanese, onde o dispositivo foi construído.
Por Leandro Lopes, em 05-04-2012 - 19h01
A terceira geração do iPad, que foi anunciada pela Apple no último dia 7 de março, continua fazendo a recarga da bateria mesmo após exibir o aviso de 100% de carga. Foi o que um estudo feito por Raymond Soneira, da Displaymate Technologies, revelou. As informações são do site da revista “PC World”.
De acordo com o estudo, o tablet continua fazendo a carga por ao menos uma hora depois de avisar a carga total. Além disso, os testes mostraram que a nova bateria do iPad leva quase o dobro do tempo para ser recarregada, em comparação com modelos anteriores do tablet da Apple.
O novo iPad tem uma tela de alta resolução (2.048×1.536p), conexão com a rede superrápida 4G e um poder de processamento gráfico maior que suas edições anteriores. Segundo a “PC World”, a Apple teve que aumentar o poder de sua bateria para poder suportar de maneira mais eficiente as novas funções do aparelho.
Outro ponto polêmico sobre a terceira geração do tablet fica por conta dos relatos de superaquecimento do tablet, feito pelos usuários. De acordo com a organização norte-americana de defesa do consumidor ‘Consumer Reports’, o aparelho pode alcançar temperatura de até 46,6 ºC enquanto roda games com gráficos mais exigentes.
No Brasil, a Proteste – Associação de consumidores, em parceria com a Euroconsumers, levou o tablet para o laboratório. A conclusão foi que o novo iPad esquenta mais do que o iPad 2, sim! Os dados revelam uma temperatura de 40°C no novo iPad e 30°C no iPad 2. Esse valor pode ser um pouco maior dependendo do local onde o tablet esteja sendo usado, como sob o sol, por exemplo, segundo a Proteste.
Apesar disso, a associação diz que não há necessidade de grande alarde sobre o assunto porque o calor não atrapalha a performance do aparelho. Além disso, esse calor extra não traz nenhum problema de saúde ao usuário ou deterioração do produto.
Por Leandro Lopes, em 02-04-2012 - 17h35
O mais novo navio da frota Greenpeace, o Rainbow Warrior 3, está em visita pela primeira vez o Brasil em uma expedição de mais de três meses que comemora os vinte anos da organização no país. O Rainbow Warrior ficará no Brasil até 5 de julho.
Nos últimos dias 23, 24 e 25 de março, a embarcação passou por Manaus, onde o público teve oportunidade de subir a bordo em dois dias de visitação. O navio passará também por Belém (PA), Recife (PE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) – onde participa da Rio+20 –, e Santos (SP). Nessas cidades, o público também terá a oportunidade de subir a bordo, conhecer a tripulação deste ícone da proteção ambiental e saber mais sobre as campanhas do Greenpeace no Brasil.
Primeiro navio construído especificamente para ser usado pelo Greenpeace, o Rainbow Warrior traz tudo o que a organização precisa para levar suas campanhas a todas as partes do planeta. Com 58 metros de comprimento e 11 de largura – o mesmo comprimento de duas baleias azuis –, ele transporta mais carga, mais tripulação e possui maior espaço operacional que suas duas versões anteriores.
Segundo o Greenpeace, o Rainbow Warrior 3 é leve e ágil, além de possuir várias características sustentáveies, como o fato seu casco ter sido desenhado para reduzir atritos e aumentar sua eficiência energética, economizando combustível e aproveitando melhor a força dos ventos; tem tratamento biológico de água e esgoto; central de armazenamento de combustível e de óleos para evitar derramamento; motor de propulsão eletrônica a diesel, mais eficiente; e pintura com tinta livre de TBT (substância de elevada toxicidade).
Por Leandro Lopes, em 01-03-2012 - 19h03
Os crimes digitais passaram, em dois anos, de irrelevantes ao segundo lugar na lista dos crimes econômicos sofridos por empresas brasileiras. E, embora cada vez mais dependentes de tecnologia, elas nunca se mostraram tão despreparadas para lidar com os riscos representados por esses ataques.
Essas constatações fazem parte da 6ª Pesquisa Global sobre Crimes Econômicos – 2011, da PwC, apresentada poucos dias depois que os sites de vários bancos foram alvo do ataques hackers, o que causou interrupção ou lentidão no acesso, mas não comprometeu a segurança dos dados dos clientes, segundo as instituições.
De acordo com a pesquisa, 45% dos respondentes brasileiros afirmam que os riscos de crimes digitais cresceram nos últimos doze meses, mais do que os 39% que disseram o mesmo no restante do mundo. Somente 4% dos ouvidos no país acreditam que os riscos diminuíram. Outro fator que chama atenção é a percepção da origem das ameaças digitais – 71% das empresas brasileiras relataram que os autores das fraudes estão dentro da organização, contra 56% na pesquisa global. Segundo elas, 67% dos fraudadores são membros da equipe sem cargo de gerência.
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