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O caminho de volta

O caminho de volta                                                                                               Cândida Albernaz

            Quase não sai de casa. Se precisa de comida, telefona e pede. Se tem alguma conta para pagar, há um  rapaz que passa por ali uma vez por semana. Dá dinheiro a ele, que faz  os seus pagamentos.             Sabe que os vizinhos têm curiosidade a → : Leia mais

Acabou

Cândida Albernaz O sol forte provocava uma claridade que quase ofuscava. As folhas das árvores permaneciam paradas. Vento, nem pensar.  Ela parecia não ver ou sentir esse calor. Sentada sob a pequena árvore, olhava o asfalto que beirava a estrada.  Um caminhão acabara de parar e o motorista fazia sinal para que subisse. Ouvia → : Leia mais

Devaneio

Cândida Albernaz  Você me inspira, me seduz, faz sonhar e sofrer.  Enquanto musa você for a observo, dou-lhe os nomes que quero.  Nunca rotina, nunca dia a dia, frente a frente.  Pés no chão não me deixariam voar e sem o vôo não sou capaz de criar.  É assim que alimento meus poemas e → : Leia mais

Tanto tempo perdido

Tanto tempo perdido…       Cândida Albernaz     

 Sentado embaixo da árvore, mexia em sua nova gaiola. Olhava o trabalho feito com capricho. Não sabia quantas gaiolas já fizera. Os passarinhos que depois colocaria dentro de cada uma delas, eram sua paixão.  A mulher já reclamara com ele. Fica sujando o quintal com esse alpiste e quem → : Leia mais

Banco da Rodoviária

Banco da Rodoviária        Cândida Albernaz  Na casa a beira da estrada, os tijolos aparecem sem qualquer pintura ou acabamento. A varanda em tom lilás sobressai com uma porta larga de madeira trabalhada em relevos. Herança da patroa que não a queria mais. Ela mesma passara a mão de tinta, o que tornava onde morava → : Leia mais

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