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Por Pexe, em 01-07-2010 - 9h34
A ficha cadastral dos clientes podem e devem ser usadas nas pequenas empresas ou pequenos comércios, como banco de dados, o que é extremamente necessário para conquistar e fidelizar os clientes. Isto é fato.
Conhecendo realmente os clientes, saberá o que oferecer, quando e como. Além do fato de saber suas particularidades, como um verdadeiro amigo.
Algumas dicas simples, para quem está começando montar um banco de dados são, primeiramente muita atenção ao tratamento dado ao cliente. Em relação à idade por exemplo, usar senhor ou senhora, se o cliente realmente merecer este tratamento. No caso dos jovens, usar estes tratamentos mostra total desconhecimento do cliente.
Cuidado com os nomes, pois alguns podem estar errados, ou serem dúbios, usados tanto para homens com para mulheres, por isso os dados devem ser específicos e detalhados.
Informe apelidos (e se a pessoa gosta de ser assim chamada), telefones, endereços, aniversários, email, enfim o máximo que puder. Pode ter certeza que, em mãos certas, estes dados serão mais do que simplesmente usados para mandar promoções. O local de moradia, por exemplo, serve de referência para a classe social.
Por último, evite duplicar dados, ou dados sem significado algum. Cuidado para não enviar as mesmas promoções para as mesmas pessoas, uma endereçada ao trabalho e outra a residência.
Isso é um começo, mas que evita danos futuros, como mão-de-obra e custos para a limpeza de dados errados.
Por Pexe, em 04-06-2010 - 8h48
Sempre escrevo da importância de recolher o máximo possível de dados a respeito dos clientes. Mesmo que seu empreendimento seja pequeno, ainda, num futuro próximo será necessário, pelo menos para possuir um histórico de vendas, o que o ajudará a tomar decisões.
O problema é que, segundo recente pesquisa, 17,5% dos dados dos novos clientes contém erros e 13% correspondem a pessoas “desconhecidas”.
Isso se explica, pois as empresas querem possuir esses dados, mas não dedicam esforços nesta área, muitas não sabendo que atitude tomar devido à falta de profissionais especializados, então, acabam deixando-os de lado. Mal sabem a importância de contar com dados de qualidade na hora de entrar em contato com novos ou potenciais clientes…
Portanto, aqui fica uma dica. Diferencie-se dessas empresas (quase 1/3!), recolhendo esses dados com “carinho” e principalmente, busque dados reais, mesmo que estes sejam críticas negativas. Se você não for usá-los agora, de repente por ter montado seu negócio recentemente e está descapitalizado, guarde-os.
Assim, num futuro próximo, você poderá analisá-los e criar estratégias para aumentar suas vendas, além do quê, toda grande empresa que começou pequeno, carrega uma história, e esses dados ajudam a construí-la.
Por Pexe, em 28-05-2010 - 9h00
Como a maioria sabe, conhecer os clientes é fundamental para que as empresas alcancem o sucesso desejado, pois saberão seus atos de consumos e poderão oferecer o que realmente lhe interessa.
Mas nos últimos dias, temos lido notícias que nos assustam e principalmente, nos preocupam.
No centro de São Paulo, e com certeza nos centros das grandes cidades, são vendidos por cerca de R$ 200,00 CDs com dados sigilosos e particulares de consumidores.
Aparentemente os CDs contêm nomes, dados cadastrais da lista telefônica, dados do INSS, enfim, dados confidenciais de todos que pagam impostos, podendo o “comprador” até saber o quanto o consumidor ganha.
É fato que isto já acontece algum tempo. Sabemos também que até as empresas que possuem esses dados de forma legal, através de sua ficha cadastral por exemplo, os repassam para outras empresas, o que também é abusivo, pois fere o direito à privacidade.
Alguns consumidores sabem disso e tomam atitudes radicais. Quando recebem telefonemas de telemarketing por exemplo, desligam na hora. Muitas vezes, até são informações que possam lhe interessar…
Alguns Estados como São Paulo, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, possuem leis reguladoras onde pode inscrever-se para não mais receber esses tipos de ligações.
É importante que os clientes passem os dados para as empresas, pois as que são sérias irão transformá-los em benefícios para os próprios clientes, mas para isso, eles têm que acreditar e confiar no trabalho desenvolvido e, principalmente, enxergar esse retorno nas ações de marketing. Por outro lado, é dever de todas as empresas serem éticas neste assunto.
Por Pexe, em 21-05-2010 - 10h40

É fato que as empresas hoje em dia precisam coletar dados de seus clientes, para conhecê-los melhor e atendê-los de forma adequada.
Muitas empresas recolhem esses dados através de seu cadastro padrão, mas não fazem nada com eles, até por não saberem o que fazer. Apenas usam para contatar seus clientes, abrindo a tela do computador e, simplesmente, olhando esses dados como se fosse uma bela paisagem.
Esses dados têm como objetivo construir uma cadeia eficiente de envio de propagandas, fidelizando assim, os clientes desejados, pois você terá informações sobre eles e poderá estudar a melhor estratégia de comunicação, muitas vezes até os separando por grupos.
Eles nos trazem informações indispensáveis para a criação das campanhas de vendas, pois nos mostram o que buscam e onde compram nossos clientes, permitindo atingir o alvo desejado.
Assim, você poderá fazer uma campanha de qualidade e com um bom estudo desses dados, eliminar informações irrelevantes concentrando-se nos pontos chaves para a criação da campanha de vendas, o que será o sustento da empresa no futuro.
É fato que as empresas hoje em dia precisam coletar dados de seus clientes, para conhecê-los melhor e atendê-los de forma adequada.
Muitas empresas recolhem esses dados através de seu cadastro padrão, mas não fazem nada com eles, até por não saberem o que fazer. Apenas usam para contatar seus clientes, abrindo a tela do computador e, simplesmente, olhando esses dados como se fosse uma bela paisagem.
Esses dados têm como objetivo construir uma cadeia eficiente de envio de propagandas, fidelizando assim, os clientes desejados, pois você terá informações sobre eles e poderá estudar a melhor estratégia de comunicação, muitas vezes até os separando por grupos.
Eles nos trazem informações indispensáveis para a criação das campanhas de vendas, pois nos mostram o que buscam e onde compram nossos clientes, permitindo atingir o alvo desejado.
Assim, você poderá fazer uma campanha de qualidade e com um bom estudo desses dados, eliminar informações irrelevantes concentrando-se nos pontos chaves para a criação da campanha de vendas, o que será o sustento da empresa no futuro.
Por Pexe, em 05-05-2010 - 8h00
A maioria das empresas brasileiras, quando detectam que um cliente não é mais rentável, ou seja, não é lucrativo, o primeiro impulso é descartá-lo. Poucas pensam em ter o trabalho de reverter à situação.
A seguir, citarei alguns padrões de idéias difundidas entre o mundo do marketing, que poderão ajudar você a transformar esses clientes em lucrativos.
A princípio, a empresa deve saber o motivo pelo qual vai desfazer-se desse cliente, ou deixá-lo de lado. Saber por que esse cliente não gera mais recurso ou porque ele reduziu sua capacidade de compra.
Depois, é necessário renegociar com esses clientes, ou seja, ambos devem tirar benefícios dessa relação, e não só a empresa. Será que você não está “empurrando” o produto ao cliente? Ele tem a clara consciência dos benefícios e qualidades dos produtos que você vende?
Assim, se necessário, a empresa pode trocar o vendedor que atende esse cliente, e em alguns casos, trocá-lo ate de loja, indicando com jeito apropriado, que ele terá um atendimento especial em uma de suas filiais.
Esse tipo de cliente, quando volta a comprar, é porque recuperou a confiança na empresa e, com certeza, quando isso ocorre, ele não tem mais dúvidas quanto aos valores praticados por ela e voltará a ser um cliente lucrativo.
Por Pexe, em 23-03-2010 - 20h04

Recebi este artigo recentemente divulgado pela Unimed Itajubá (www.unimeditajuba.com.br), alertando sobre o potencial cancerígeno dos plásticos, principalmente em relação ao câncer de mama.
Estudos realizados nos Estados Unidos comprovam que os materiais plásticos liberam a dioxina (substância cancerígena), cujo efeito é potencializado quando submetidos às variações de temperaturas.
Talvez por isso, algumas marcas de refrigerantes vêm “relançando” e incentivando as antigas garrafas de vidro que, quando expostas a diferentes temperaturas (colocadas na geladeira, por exemplo), não liberam a dioxina, e os fast-foods, que estão trocando as embalagens de isopor pelas de papel.
Assim fica óbvio, segundo o estudo, que deve-se evitar utilizar embalagens plásticas em microondas e colocar as embalagens pet de refrigerantes no freezer. O comunicado informa também que, quanto maior o teor de gordura dos alimentos, maior o risco.
As grandes empresas já estão se preparando para um futuro mais saudável e sustentável. O Wal-Mart por exemplo, está lançando a campanha End to End, onde exige o compromisso de seus fornecedores objetivando produtos mais saudáveis, biodegradáveis, em embalagens não plastificadas. A meta é reduzir em 5% as embalagens plásticas comercializadas, até 2013.
A luta é injusta e longa, mas se as grandes empresas conscientizarem-se buscando atitudes como estas, visando realmente a sustentabilidade e não apenas o uso do nome para fins comerciais, com certeza, além da melhora da qualidade de vida, atrairá mais clientes. E é ai, que entra o papel do marketing, buscando inovações.
Por Pexe, em 22-03-2010 - 22h03
No mês de março foi comemorado o dia do consumidor (dia 15). Mas a pergunta é: temos motivos para comemorar? Sim.
Os números de reclamações em relação ao SAC estão sofrendo quedas constantes. Segundo dados do IBGE, em novembro de 2009 aconteceram 346 reclamações contra 1.342 em dezembro de 2008. Este é um bom indicativo para sabermos como os consumidores estão sendo tratados.
Isto está ocorrendo devido à lei de nº 6.523 de 2008, que padronizou as normas para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), além do próprio aumento da concorrência, onde as empresas conscientizaram-se que o consumidor é o mais importante e merece respeito, oferecendo assim, um contato de qualidade visando à satisfação e a fidelização do cliente.
É óbvio que muito precisa ser melhorado, mas algo está sendo feito nesse sentido. Segundo o PROCON, o tempo de espera ainda é o responsável pelo maior número de reclamações, seguido de perto do problema de relatar, mais de uma vez, o problema para diferentes atendentes.
Por Pexe, em 16-03-2010 - 19h31
Nos cursos introdutórios de qualidade total fornecidos pelas empresas que visam à obtenção do certificado ISO, alerta-se para o mundo extremamente competitivo dos dias atuais.
O acesso às informações estabelece uma quase igualdade no conhecimento, condições e prazos de entrega e pagamento dos bens procurados.
Pode-se também, estabelecer uma analogia a brincadeira infantil do escravo de Jó, mostrando que na cadeia de produção há uma interdependência das fases envolvidas. Assim, basta um falhar na entrega ou na sua qualidade, para se perder ou comprometer todo o processo.
No extremo final dessa corrente encontra-se o elo a ser atendido, o consumidor.
Foi citado neste Blog, os estudos e esforços que fazem os supermercados para atrair e mais, a cativar esses alvos cada vez mais exigentes também pelas informações recebidas.
Os consumidores pesquisam preço, qualidade, disponibilidade, garantias e, principalmente, assistência técnica. Simplesmente porque traz segurança e, nada mais justo, pensar: Eu estou pagando, portanto mereço um bom tratamento!
Todos querem e gostam de ser bem tratados. Quando todo o processo não atinge seu objetivo, torna-se inútil. Em resumo, todos os esforços despendidos se perdem devido a um mau atendimento.
O profissional tem que ser e sentir-se preparado para desempenhar bem suas funções. Principalmente quem trabalha com o público, onde o ponto de partida é a educação e ter a consciência que seus salários são pagos pelos consumidores.
Uma dica para quem pensa em abrir um negócio próprio é oferecer cursos de treinamento de mão-de-obra, oferecidos para prefeitura, comércio ou indústria.
Poderei citar um exemplo prático: Troque seu domingo de praia, por um dia de compra. Assuste com os preços e pegue filas. Se você for bem tratado, consegue relevar tudo isso, mas se enfrentar o mau humor e a má vontade de um funcionário, ficará estressado e o estabelecimento, que gasta fortunas em melhorias, correrá o risco de perder um cliente, principalmente quando os funcionários estão conversando, na maior displicência, seus embalos de sábado à noite……….
Escrito por Carlos A. Pexe
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