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Por Pexe, em 10-10-2011 - 22h51
Hoje, a inovação é fundamental para a sobrevivência das empresas. O segredo é buscar a inovação todos os dias, tanto em relação aos produtos, como em serviços. Também no âmbito profissional (pessoal), o segredo é reinventar-se diariamente, através do marketing pessoal.
Citarei uma frase que gosto muito, de W. Chan Kim em seu famoso e excelente livro “A Estratégia do Oceano Azul”, publicado em 2005, onde escreve:” Não basta ter uma grande idéia, é preciso descobrir como ganhar dinheiro com ela”.
Frase simples, que descreve bem a função do marketing atualmente. Muitas invenções, como o computador pessoal, ou o videocassete, foram criadas por empresas desconhecidas, que fecharam suas portas antes mesmo dos produtos tornarem-se um sucesso.
Mas, esses produtos têm suas criações atribuídas a empresas que os popularizaram, sabendo explorar o potencial dos produtos e utilizando o marketing a seu favor, ganhando dinheiro e fama a custas de invenções alheias.
Por Pexe, em 20-09-2011 - 22h01
Alguns anos atrás, as marcas corporativas (a marca da empresa) não recebiam a merecida atenção. O que importava eram as marcas dos produtos, como por exemplo, o OMO, onde poucas pessoas sabem a marca da empresa que produz (Unilever).
Mas essa realidade mudou. As marcas corporativas estão deixando de serem coadjuvantes para tornarem-se protagonistas, assumindo o papel da marca mãe das marcas.
Isso ocorre devido à conscientização dos CEOs e empresários, de que uma empresa não deve fragmentar-se, ou seja, a organização deve ser uma força única.
Outro aspecto e talvez, o mais importante, é que hoje, as empresas não competem somente com outras que produzem os mesmos produtos/serviços. Muitas estão no Mercado de Capitais, como a Bovespa, competindo por consumidores, não de produtos, mas de ações. Na Bolsa, a Gol compete com as Americanas, Petrobrás, e assim por diante, e não somente com a TAM, por exemplo.
Além de claro, uma marca forte, de sucesso, a chance de se lançar os chamados produtos extensão de linha/marca com sucesso, é muito maior.
Por Pexe, em 12-09-2011 - 18h33
Recebi este artigo recentemente divulgado pela Unimed Itajubá (www.unimeditajuba.com.br), alertando sobre o potencial cancerígeno dos plásticos, principalmente em relação ao câncer de mama.
Estudos realizados nos Estados Unidos comprovam que os materiais plásticos liberam a dioxina (substância cancerígena), cujo efeito é potencializado quando submetidos às variações de temperaturas.
Talvez por isso, algumas marcas de refrigerantes vêm “relançando” e incentivando as antigas garrafas de vidro que, quando expostas a diferentes temperaturas (colocadas na geladeira, por exemplo), não liberam a dioxina, e os fast-foods, que estão trocando as embalagens de isopor pelas de papel.
Assim fica óbvio, segundo o estudo, que deve-se evitar utilizar embalagens plásticas em microondas e colocar as embalagens pet de refrigerantes no freezer. O comunicado informa também que, quanto maior o teor de gordura dos alimentos, maior o risco.
As grandes empresas já estão se preparando para um futuro mais saudável e sustentável. O Wal-Mart por exemplo, está lançando a campanha End to End, onde exige o compromisso de seus fornecedores objetivando produtos mais saudáveis, biodegradáveis, em embalagens não plastificadas. A meta é reduzir em 5% as embalagens plásticas comercializadas, até 2013.
A luta é injusta e longa, mas se as grandes empresas conscientizarem-se buscando atitudes como estas, visando realmente a sustentabilidade e não apenas o uso do nome para fins comerciais, com certeza, além da melhora da qualidade de vida, atrairá mais clientes. E é ai, que entra o papel do marketing, buscando inovações.
Por Pexe, em 29-07-2011 - 17h07
Dilema do chefe:
Se é amigável… é demagogo
Se é retraído… é mascarado
Se adora decisões rápidas… é arbitrário
Se demora nas decisões… é incapaz
Se planeja a longo prazo… é visionário
Se planeja a curto prazo… é quadrado
Se solicita muita verba… é esbanjador
Se não solicita verba… é acanhado
Se procura eliminar a papelada… é reacionário
Se segue as normas… é burocrata
Se chega tarde… é aproveitador
Se chega cedo… é ambicioso
Se tudo anda bem… ele não faz falta
Se tudo anda mal… ele não funciona
Se trabalha em equipe… não tem idéias próprias
Se não trabalha em equipe… não confia em ninguém
Se é visto sempre com seu superior… é puxa-saco
Se nunca é visto com seu superior… está de saída
Se delega poderes… não quer nada com o trabalho
Se centraliza tudo em si… não quer dar chance a ninguém!
Por Pexe, em 27-07-2011 - 9h06
Tenho lido atualmente alguns textos sobre os produtos piratas dizendo que o problema já não é mais econômico, e sim cultural, já fazendo parte de nosso cotidiano, sendo vendidos em todos os lugares (disponível), é barato (custo) e usam tecnologia de ponta (qualidade).
Como exemplo, temos os relógios chamados de “réplicas”, idênticos aos originais, inclusive em seu maquinário. Muitos dizem que são produtos “originais” que não passam pelo teste de qualidade, devido a mínimos detalhes, e que para não perder o produto, enviam para nós na América do Sul.
Outros defendem que o problema seja uma falha econômica. Citamos o caso dos CDs, que são vendidos no Brasil há mais de 15 anos a um valor médio de 12 dólares. O mesmo preço que é vendido nos EUA, mas não esqueçamos que a renda média lá é 6 vezes maior do que aqui.
Nesse caso, o preço é “justificado” pela quantidade dos chamados rentistas, ou seja, tem-se que pagar direitos autorais ao tocador do violão, ao diretor artístico, ao arranjador, ao cantor, empresário, e por ai vai, chegando ao problema da lei dos direitos autorais.
Para se ter uma idéia, no Brasil existe menos de 90 artistas contratados pelas 4 grandes gravadoras (EMI, Warner, Sony e Universal).
Em minha opinião, acho que o problema é a junção dos dois, econômico e cultural. É lógico que se um original custar o mesmo preço que um pirata, optamos pelo original. Mas se este for difícil de achar, (somente em lojas especializadas, difícil estacionamento, fila para pagar), muitos compram o que está ao alcance, rápido e simples. E ainda, com garantia!
Por Pexe, em 12-04-2011 - 14h00
Você sabe como e quando surgiu a internet?
Assistam este vídeo bem bacana e esclarecedor:

Por Pexe, em 09-02-2011 - 8h39
Chocante. Vídeo em ingles, com legendas em português. Preste bem atenção, e veja o poder do consumo.
Por Pexe, em 19-01-2011 - 17h33
Começar como uma pequena empresa ou um microempreendimento é o caminho necessário para o crescimento, percorrido pela maioria das grandes empresas.
Quando o negócio se estabiliza, é hora de começar a crescer. E é aí que surgem os desafios e os verdadeiros problemas.
Segundo alguns especialistas na área de gestão, o planejamento deficiente pode ser o principal problema para o desenvolvimento e crescimento das pequenas empresas, pois muitos não acreditam em seu sucesso ou não esperam crescer, por isso não planejam.
Primeiro, é necessário acreditar no potencial de sua empresa ou projeto e depois, definir um plano de marketing e estratégia de crescimento, pois a empresa crescendo, começam a surgir vários problemas burocráticos além da contratação de novos funcionários, investimento em maquinários ou até mesmo, ampliação do local de funcionamento, o que transforma o tempo do empreendedor escasso, tirando o foco e a sua atenção do negócio principal.
É fato que muitas empresas fecham suas portas devido ao mal ou até mesmo, a falta de planejamento ao médio e longo prazo, deixando faltar mercadorias e serviços, não possuindo métodos de controles e organização.
Assim, antes de abrir um negócio é necessário acreditar realmente em seu sucesso, e só então você achará importante planejar seu crescimento, o que será fundamental para a sobrevivência da empresa.
Por Pexe, em 18-08-2010 - 9h14
Em um mundo competitivo em que vivemos, ser reconhecido como profissional, ou demonstrar profissionalismo, é mais difícil do que parece.
Muitos tendem a inferiorizar o trabalho realizado por outros, sempre achando que só ele é quem trabalha realmente.
Assim, não adianta você querer demonstrar profissionalismo, pois isto é identificado e percebido pelos outros, naturalmente.
É necessário ter atitude de profissional. Saiba que suas ações têm impacto, tanto para as pessoas que trabalham com você, como para a empresa. Seja considerado um aliado, um colaborador, e não simplesmente uma pessoa que passa a mão na cabeça e diz ok, e sim, aquele que aponta uma saída, um rumo a ser tomado, buscando a solução.
Siga seus valores profissionais, seja ético, pois para ser um bom profissional não basta “botar um ovo e sair cacarejando” por ai. Requer reconhecimento das pessoas que trabalham com você e do mercado, e isto vem através de suas ações e atitudes que demonstra durante toda a sua carreira, com acertos e erros.
Por Pexe, em 10-08-2010 - 10h04
Nem sempre uma boa pessoa é um bom profissional. Mas é fato que uma boa pessoa, as empresas querem por perto, assim como bons profissionais.
A grande diferença é que as boas pessoas já os são, devido ao seu caráter, além da criação e do ambiente em que vivem. Já um grande profissional é necessário esforço e empenho constante.
Fugindo um pouco das características comumente citadas por muitos candidatos em busca de emprego, quando perguntado pelo entrevistador, em minha opinião, um bom profissional deve ser antes de tudo, bem disposto. Tendo disposição, você corre atrás de melhorias, tanto pessoais como profissionais.
Seja feliz. Posso citar vários motivos “básicos” para isto, como a saúde e os filhos, mas pense que você está empregado. Principalmente nos dias de hoje, motivo de felicidades. Um funcionário feliz veste a camisa da empresa, aceitando os desafios com um sorriso, fazendo seu melhor, pois faz com vontade e não com obrigação.
Outra qualidade para mim, é que o profissional seja meticuloso, sempre investigando qualquer pormenor que ocorra no trabalho. Veja e reveja tudo o que fizer. Não falhe.
Por último, seja perspicaz, treinando e utilizando seu sexto sentido, estando sempre alerta às melhores oportunidades. Se “cheira” um bom negócio, invista seu tempo e seu trabalho. Acredite!
Lembrando que não foi citado aqui, termos como honestidade, pois isto não é uma qualidade e sim, uma obrigação. O candidato que confunde isto como qualidade, está no caminho errado.
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