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Por Pexe, em 22-08-2011 - 10h07
Todos os empreendedores, do micro ao macro, devem saber que é importante para o fortalecimento de sua marca, possuir um slogan que ajude a memorizar e a construir um vínculo do consumidor com a empresa.
O slogan foi criado pelos Celtas, nome dado a um conjunto de povos organizados em várias tribos, localizadas na Europa séculos atrás, como grito de guerra, buscando incentivar seus guerreiros durante as batalhas. Mas como criar um?
Um bom slogan deve ser simples e claro, sendo fácil de memorizar, e principalmente, cumprir seu papel fundamental que é de passar a mensagem desejada pela empresa. Temos slogans que define posicionamento, atributos funcionais, emocionais, tradição, preço, e muito mais.
Podemos citar alguns exemplos consagrados como: Folha da Manhã, a diferença está na qualidade; Bombril, 1001 utilidades; Vivo, conexão como nenhuma outra; Tomou Doril, a dor sumiu; Bohemia, desde 1853; Telha Norte, preço baixo é nosso forte, e muitos outros que conhecemos.
Crie um slogan, sempre buscando ser claro e objetivo, e que passe a essência de seu negócio, que, com certeza, ajudará a associação de seus clientes à sua marca.
Por Pexe, em 09-10-2010 - 9h12
Para você que pensa em fazer uma mudança no layout de sua loja, existem algumas dicas básicas para que se obtenha sucesso.
As vendas no varejo são dinâmicas e pedem mudanças e soluções a todo momento.
O importante sempre é buscar a praticidade, para que o cliente possa realizar o “auto-serviço”. Assim, é mais cômodo e deixa o cliente mais a vontade, e você economiza em mão-de-obra.
Fique atento a sazonalidade de seus produtos. Divida-os em compras necessárias e por impulso. Por exemplo, numa loja de roupas, uma camisa pode ser necessidade, já um colar pode ser por impulso. Assim, os produtos de necessidades devem ficar “na cara do gol”, e os produtos por impulso mais ao fundo, estrategicamente colocados.
Outros itens importantes são as cores e a iluminação. As cores mais vibrantes, como o vermelho, podem chamar mais atenção, mas quando usados erradamente, causam certa irritação (por isso os fast foods a utilizam com freqüência, assim o cliente chega, come e vai embora, dando lugar a outro, diferente dos restaurantes onde os clientes ficam muito mais tempo).
Por fim, sempre é importante conhecer (e estudar) seus clientes, pois são as melhores fontes de idéias, afinal, são quem compram seus produtos.
Por Pexe, em 27-09-2010 - 10h41
Quando se monta um negócio, uma das principais necessidades é contratar uma equipe de vendas e treiná-la para falar bem de seus produtos e gerar lucro. Mas não se esqueça de montar uma boa estratégia de vendas, condizente com seu mercado, definindo a abordagem e as técnicas a serem utilizadas.
Tenha sempre em mente, fundamentos como a atenção, conseguida de seus clientes potenciais identificados através da segmentação, o convencimento, mostrando dados e estatísticas que comprovem a qualidade e a necessidade do produto, aumentando o desejo de compra, e a ação, que é à hora do fechamento e bem dominada pelo vendedor, pode garantir a venda.
Esses fundamentos devem ser alinhados com técnicas de fechamento de vendas, como a abordagem direta e objetiva, a negociação com desconto, fazendo com que o cliente tenha a sensação que economizou dinheiro e a oferta experimental, permitindo o contato direto, testando o produto.
Uma boa estratégia de vendas mostra um rumo a ser seguido e é uma maneira de ter sua força de vendas bem sucedida e aumentar o relacionamento e a fidelidade dos clientes.
Por Pexe, em 07-09-2010 - 14h34
Se você esta pensando em uma maneira de aumentar as vendas, não deixe de lado à possibilidade de utilizar os “antigos” cupons, ou vales descontos. Apesar de parecer uma estratégia ultrapassada, as grandes empresas estão voltando a utilizá-la com força.
Multinacionais como a Procter & Gamble, Unilever e Danone voltaram a apostar suas fichas nessa estratégia de marketing, com o objetivo do cliente conhecer melhor a marca, sentir-se atraído, tornando-se fiel.
Para que esse tipo de marketing funcione são necessários alguns cuidados. Fazer uma correta segmentação (selecionando os clientes chaves) e distribuição, que pode ser feita pelo correio, de uma forma mais personalizada, mas com custo mais elevado, ou no próprio ponto de venda, com custo menor é de fundamental importância.
Alguns especialistas afirmam que os cupons com descontos são mais vantajosos para a empresa, do que mexer na política de preço dos produtos, já que este é mais trabalhoso e requer um estudo cuidadoso.
Mas alguns cuidados são necessários como, definir claramente os objetivos e os meios de distribuição, conter fotos dos produtos no cupom, assim como a validade e o valor do desconto (no mínimo 20% em relação ao preço original).
Quanto à validade, não pode ser nem tão longa, e muito menos tão curta. Deve ser suficiente para que o cliente assimile a mensagem, e decida por experimentar o produto.
Tente esta estratégia que, com certeza trará retorno.
Se você esta pensando em uma maneira de aumentar suas vendas, não deixe de lado a possibilidade de utilizar os “antigos” cupons, ou vales descontos. Apesar de parecer uma estratégia ultrapassada, as grandes empresas estão voltando a utilizá-la com força.
Multinacionais como a Procter & Gamble, Unilever e Danone voltaram a apostar suas fichas nessa estratégia de marketing, com o objetivo do cliente conhecer melhor a marca, sentir-se atraído, tornando-se fiel.
Para que esse tipo de marketing funcione são necessários alguns cuidados. Fazer uma correta segmentação (selecionando os clientes chaves) e distribuição, que pode ser feita pelo correio, de uma forma mais personalizada, mas com custo mais elevado, ou no próprio ponto de venda, com custo menor é de fundamental importância.
Alguns especialistas afirmam que os cupons com descontos são mais vantajosos para a empresa, do que mexer na política de preço dos produtos, já que este é mais trabalhoso e requer um estudo cuidadoso.
Mas alguns cuidados são necessários como, definir claramente os objetivos e os meios de distribuição, conter fotos dos produtos no cupom, assim como a validade e o valor do desconto (no mínimo 20% em relação ao preço original).
Quanto à validade, não pode ser nem tão longa, e muito menos tão curta. Deve ser suficiente para que o cliente assimile a mensagem, e decida por experimentar o produto.
Tente esta estratégia que, com certeza trará retorno.
Por Pexe, em 23-08-2010 - 11h44
É impressionante como a maioria das pessoas não gostam da segunda-feira. Isto fica claro em seu humor e sua vontade de fazer as coisas (basta comparar com sexta, por exemplo). Isto reflete também nas atitudes das pessoas que trabalham com o atendimento público.
Até hoje, a música do “Fantástico” da Rede Globo, causa trauma em muitas pessoas, pois é associada ao fim da semana e o começa da segunda.
Eu não quero ser exceção, mas eu gosto da segunda-feira, pois é como se fosse um reinício. Outra chance de conseguir fechar um negócio, consertar um erro ou até mesmo, melhorar o que foi feito. Renova as esperanças por exemplo, de quem busca emprego, ou precisa de ajuda.
A maioria acha este dia péssimo, com uma manhã sem criatividade e uma tarde sem fim. Pense como se fosse um dia para desenferrujar (no trabalho). Depois de um fim de semana revigorante, com práticas de esportes, passeios com os filhos e almoço em família, segunda é um dia perfeito para sentir-se novo, animado, com vontade de trabalhar e colocar as idéias em prática, renovando as esperanças.
Assim, as empresas que possuem funcionários com estes pensamentos levam vantagem sobre as concorrentes, pois o cliente é bem atendido sempre, independente do dia.
Muitos comércios têm funcionários que atendem com má vontade na segunda e já não querem mais nada na sexta… Têm empresas que criam atitudes incentivadoras e animadoras para estes dias, como por exemplo, recreações, justamente para evitar este comportamento. Pense nisso.
Por Pexe, em 16-08-2010 - 9h53
Para muitas empresas, simplesmente o ato de vender bem, significa lucrar.
Mas, a realidade é outra, pois lucro não está somente ligado as vendas, e sim, as margens praticadas.
De nada adianta os vendedores saírem vendendo como loucos, preocupando-se apenas em baterem suas metas particulares, utilizando margens baixas, muitas vezes nem empatando, somente perdendo. Não se deve calcular apenas o custo dos produtos, pois para fazer uma venda, é necessário saber o valor de todos os serviços prestados, desde o cafezinho até a mão-de-obra.
Outro erro comum que acontece é fazer vendas para clientes que estão ou tem grande potencial de se tornarem inadimplentes. No fundo, os vendedores sabem ou pelo menos deveriam saber quem são estes clientes.
Muitos vendedores com o intuito de vender, acabam forçando a venda, passando por cima da parte de crédito da empresa, ou seja, empurrando o problema para outro departamento.
Além do disse me disse, causando constrangimento dentro da empresa, o prejuízo é dobrado. Você não recebe, gasta com advogados, perde o cliente e ainda, sairá como vilã, com fama de empresa encrenqueira e complicada para se comprar.
Quantas empresas conhecemos que possuem valores altos em cheques sem fundos, que poderiam investir em estoque ou em seu caixa?
Outro assunto delicado é sobre as empresas que escolhem investir em estoque e não possuem um caixa sadio. Se pensarmos melhor, é mais fácil comprar os produtos quando necessário (tendo caixa), pois acontece na hora, do que vender os produtos em estoque (o que não depende só da empresa).
Procure alinhar com sua força de vendas, as ações e normas vigentes na empresa, pois ela é a linha de frente, e trace a melhor estratégia para ser uma empresa forte, com dinheiro em caixa, assim você poderá negociar melhor as suas compras e não aceitar qualquer tipo de vendas.
Para muitas empresas, simplesmente o ato de vender bem, significa lucrar.
Mas, a realidade é outra, pois lucro não está somente ligado as vendas, e sim, a margem praticadas nelas.
De nada adianta os vendedores saírem vendendo como loucos, preocupando-se apenas em baterem suas metas particulares, utilizando margens baixas, muitas vezes nem empatando. Somente perdendo. Não só calculando-se o custo dos produtos, pois para fazer uma venda, é necessário calcular todos os serviços prestados, desde o cafezinho até a mão-de-obra.
Outro erro comum que acontece é fazer vendas para clientes que estão ou tem grande potencial de se tornarem inadimplentes. No fundo, os vendedores sabem ou pelo menos deveriam saber quem são estes clientes.
Muitos vendedores com o intuito de vender, acabam forçando a venda, passando por cima da parte de crédito da empresa, ou seja, empurrando o problema para outro departamento.
Além do disse me disse, causando constrangimento dentro da empresa, o prejuízo é dobrado. Você não recebe, gasta com advogados, perde o cliente e ainda, sairá como vilã, com fama de empresa encrenqueira e complicada para se comprar.
Quantas empresas conhecemos que possuem valores altos em cheques sem fundos, que poderiam investir em estoque ou em seu caixa?
Outro assunto delicado é sobre as empresas que escolhem investir em estoque e não possuem um caixa sadio. Se pensarmos melhor, é mais fácil comprar os produtos quando necessário (tendo caixa), pois acontece na hora, do que vender os produtos em estoque (o que não depende só da empresa).
Procure alinhar com sua força de vendas, as ações e normas vigentes na empresa, pois ela é a linha de frente, e trace a melhor estratégia para ser uma empresa forte, com dinheiro em caixa, assim você poderá negociar melhor as suas compras e não aceitar qualquer tipo de vendas.
Por Pexe, em 02-07-2010 - 9h06
Apesar das vantagens claras das vendas diretas, como poder sanar as dúvidas e contornar as dificuldades dos consumidores no momento em que aparecem, elas são consideradas as mais caras ferramentas de comunicação.
Manter uma equipe de vendas que valha realmente a pena exige treinamento, transporte, mão-de-obra, tempo de espera e controle (relatórios e afins).
Mas não há dúvidas que uma equipe de vendas diretas, onde acontece o contato pessoal entre vendedor e cliente, dispondo de estrutura e bem treinada, talvez seja o modo mais eficaz.
Algumas técnicas para uma venda eficaz consistem em prospectar seus clientes, conhecendo-os melhor e segmentando-os. Depois use uma pré-abordagem direta, tentando tirar as informações que você ainda não possui.
Assim, apresente e demonstre o produto interessado pelo cliente, de modo claro e objetivo, estando preparado para superar as objeções, que com certeza, irão acontecer. Feito este processo não perca a chance de fechar a venda, que tem que ocorrer na hora certa. Estamos cansados de ver vendedores que perdem a hora certa de fechamento, não perguntando “e ai, fechado?!” e o cliente vai embora, para “pensar” mais um pouco.
Por fim, o mais importante é o pós-venda. Acompanhe se o produto realmente superou as expectativas do cliente, escute suas reclamações, sugestões ou elogios, assim saberá o que fazer na próxima venda.
Por Pexe, em 24-06-2010 - 9h30
Como praticamente todos os seus principais concorrentes possuem o mesmo produto, com o mesmo preço e os mesmos serviços básicos, você precisa agregar valor em suas vendas.
As empresas que irão sobreviver no mercado são as que se diferenciarem em relação a essa concorrência.
Existem algumas dicas para agregar valor ao seu negocio, citado no livro homônimo de Robert B. Tucker, que valem a pena seguir. Uma delas é facilitar a vida do cliente, analisando profundamente suas necessidades e oferecendo a melhor solução, e não simplesmente oferecer produtos e serviços contidos na tabela de preço.
Outra dica é colocar-se no lugar do cliente, pois se o vendedor compreender a situação poderá ajudá-lo de maneira realmente eficiente. Nada pior do que o vendedor que escuta a informação dada pelo consumidor, e não fazer nada.
A dica talvez mais importante seja envolver o cliente na criação do valor. Ofereça um cardápio de valores, com todos os benefícios, assim o cliente escolhe exatamente o que lhe interessa, alem do que, ele ficará mais satisfeito com o produto, pois o valor foi criado pela influência dele também.
Por Pexe, em 01-06-2010 - 8h30
Para conseguir o sucesso em sua carreira, é necessário saber vender. O tempo todo estamos vendendo algo. Vendemos nossas idéias, nossos serviços, nossa aparência, nosso estilo de vida ou nossos produtos. Ou seja, saber vender é fundamental.
Por isso, os profissionais que sabem vender são disputados no mercado, e as empresas investem cada vez mais em cursos de capacitação e qualificação. Mas o segredo não é só fornecer o treinamento, e sim, saber avaliar se o resultado foi satisfatório.
Para isso, o gestor poderá fazer um plano de avaliação individual dos vendedores, considerando três fatores básicos, que poderão adaptar-se conforme sua necessidade: o conhecimento (do produto, do preço, do mercado, do cliente e do planejamento), a habilidade para transformar esses conhecimentos em ações (contornando desafios) e a atitude, esta a única considerada inata ao ser humano.
Assim, poderá desenvolver um plano individual e um coletivo para a Força de Vendas (FV), visando sanar ao máximo os problemas encontrados.
Uma das dificuldades que as empresas encontram para sobreviver, devido à maior complexidade da concorrência e do mercado consumidor, é justamente manter um sistema de vendas ultrapassado, tendo um gestor apoiado em desculpas e paradigmas como “para vender precisa de um bom papo e um bom relacionamento, e não de treinamento”, e assim por diante.
Não deixe que isso aconteça com sua empresa.
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