Ganhe dinheiro com sua idéia!

Hoje, a inovação é fundamental para a sobrevivência das empresas. O segredo é buscar a inovação todos os dias, tanto em relação aos produtos, como em serviços. Também no âmbito profissional (pessoal), o segredo é reinventar-se diariamente, através do marketing pessoal.

Citarei uma frase que gosto muito, de W. Chan Kim em seu famoso e excelente livro “A Estratégia do Oceano Azul”, publicado em 2005, onde escreve:” Não basta ter uma grande idéia, é preciso descobrir como ganhar dinheiro com ela”.

Frase simples, que descreve bem a função do marketing atualmente. Muitas invenções, como o computador pessoal, ou o videocassete, foram criadas por empresas desconhecidas, que fecharam suas portas antes mesmo dos produtos tornarem-se um sucesso.

Mas, esses produtos têm suas criações atribuídas a empresas que os popularizaram, sabendo explorar o potencial dos produtos e utilizando o marketing a seu favor, ganhando dinheiro e fama a custas de invenções alheias.

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Pesquisa de Mercado. Faça que vale a pena!

A pesquisa de mercado ou pesquisa de marketing serve, basicamente, para a orientação do rumo que tomará seu negócio, evitando assim, custos desnecessários ou na pior das hipóteses, a perda do capital investido.

Muitos não fazem nenhum tipo de pesquisa antes de abrir seu comercio, pois acham o investimento caro, preferindo tocar o barco assim mesmo. Alguns (raros) conseguem êxito, mas a grande maioria fecham as portas antes de completarem 5 anos, segundo dados do SEBRAE.

Com a pesquisa, pode-se tentar evitar este destino comum, sendo que ela é a ferramenta mais confiável para a obtenção de informações pertinentes e realmente importantes sobre o seu mercado de atuação.

Ele permite uma análise sobre seus possíveis consumidores, quem são e qual a estrutura das empresas concorrentes, enfim, trazem todas as informações necessárias para o planejamento, com calma, estando preparado para as dificuldades, que, com certeza, aparecerão.

Principalmente para quem não é do ramo, ou nunca trabalhou com os produtos que pretendem vender, como é o caso da maioria das pessoas que adquirem uma franquia, esta ferramenta de marketing ajudará a conhecer as vantagens e desvantagens do mercado, e o custo, no fim das contas, valerá a pena.

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O poder da marca mãe

Alguns anos atrás, as marcas corporativas (a marca da empresa) não recebiam a merecida atenção. O que importava eram as marcas dos produtos, como por exemplo, o OMO, onde poucas pessoas sabem a marca da empresa que produz (Unilever).

Mas essa realidade mudou. As marcas corporativas estão deixando de serem coadjuvantes para tornarem-se protagonistas, assumindo o papel da marca mãe das marcas.

Isso ocorre devido à conscientização dos CEOs e empresários, de que uma empresa não deve fragmentar-se, ou seja, a organização deve ser uma força única.

Outro aspecto e talvez, o mais importante, é que hoje, as empresas não competem somente com outras que produzem os mesmos produtos/serviços. Muitas estão no Mercado de Capitais, como a Bovespa, competindo por consumidores, não de produtos, mas de ações. Na Bolsa, a Gol compete com as Americanas, Petrobrás, e assim por diante, e não somente com a TAM, por exemplo.

Além de claro, uma marca forte, de sucesso, a chance de se lançar os chamados produtos extensão de linha/marca com sucesso, é muito maior.

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Plásticos: perigo!

Recebi este artigo recentemente divulgado pela Unimed Itajubá (www.unimeditajuba.com.br), alertando sobre o potencial cancerígeno dos plásticos, principalmente em relação ao câncer de mama.

Estudos realizados nos Estados Unidos comprovam que os materiais plásticos liberam a dioxina (substância cancerígena), cujo efeito é potencializado quando submetidos às variações de temperaturas.

Talvez por isso, algumas marcas de refrigerantes vêm “relançando” e incentivando as antigas garrafas de vidro que, quando expostas a diferentes temperaturas (colocadas na geladeira, por exemplo), não liberam a dioxina, e os fast-foods, que estão trocando as embalagens de isopor pelas de papel.

Assim fica óbvio, segundo o estudo, que deve-se evitar utilizar embalagens plásticas em microondas e colocar as embalagens pet de refrigerantes no freezer. O comunicado informa também que, quanto maior o teor de gordura dos alimentos, maior o risco.

As grandes empresas já estão se preparando para um futuro mais saudável e sustentável. O Wal-Mart por exemplo, está lançando a campanha End to End, onde exige o compromisso de seus fornecedores objetivando produtos mais saudáveis, biodegradáveis, em embalagens não plastificadas. A meta é reduzir em 5% as embalagens plásticas comercializadas, até 2013.

A luta é injusta e longa, mas se as grandes empresas conscientizarem-se buscando atitudes como estas, visando realmente a sustentabilidade e não apenas o uso do nome para fins comerciais, com certeza, além da melhora da qualidade de vida, atrairá mais clientes. E é ai, que entra o papel do marketing, buscando inovações.

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Marketing na literatura

Este post é para se ter idéia de onde a exploração do marketing pode chegar. Citarei o marketing em livros, onde os autores de sucesso recebem constantes assédios de empresas que administram marcas, querendo colocá-las na história de alguma maneira.

Citarei um livro, Best Seller que a maioria leu, mas muitos não perceberam o marketing contido no texto. Os livros de Dan Brown, o autor de maior sucesso atualmente, estão repletos de propagandas. No Código Da Vinci, são citadas quase 50 marcas, isso porque muitas dessas empresas administradoras reclamam que teria espaço para muito mais.

Por exemplo, celulares e computadores são usados todo momento, mas não são citadas marcas. A Motorola e Dell devem ranger os dentes em pensar. Também são citados hotéis e restaurantes locais, mas imaginem se o autor tivesse citado o Hilton, Holiday In, Burguer King ou Pizza Hut, o quanto não ganharia em dinheiro?

Muitos dizem que o relógio Mickey Mouse foi um erro, sendo que a Disney não precisa desse tipo de propaganda, já tem o necessário. Contudo, pense o que pagaria a Swatch para colocar seu nome no livro. Ele cita também, durante a cobertura de um dos eventos, a BBC, uma organização sem fins lucrativos, mas se fosse citada a CNN, a Fox, Sky..

Os marqueteiros sonham com as aventuras de Robert Langdon em ambientes mais “vendíveis”, como o Hip-Hop e o Rap, ao invés do Vaticano (pouca chance de exploração de marcas), assim poderão encaixar suas marcas mais facilmente.

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Slogan! Crie o seu

Todos os empreendedores, do micro ao macro, devem saber que é importante para o fortalecimento de sua marca, possuir um slogan que ajude a memorizar e a construir um vínculo do consumidor com a empresa.

O slogan foi criado pelos Celtas, nome dado a um conjunto de povos organizados em várias tribos, localizadas na Europa séculos atrás, como grito de guerra, buscando incentivar seus guerreiros durante as batalhas. Mas como criar um?

Um bom slogan deve ser simples e claro, sendo fácil de memorizar, e principalmente, cumprir seu papel fundamental que é de passar a mensagem desejada pela empresa. Temos slogans que define posicionamento, atributos funcionais, emocionais, tradição, preço, e muito mais.

Podemos citar alguns exemplos consagrados como: Folha da Manhã, a diferença está na qualidade; Bombril, 1001 utilidades; Vivo, conexão como nenhuma outra; Tomou Doril, a dor sumiu; Bohemia, desde 1853; Telha Norte, preço baixo é nosso forte, e muitos outros que conhecemos.

Crie um slogan, sempre buscando ser claro e objetivo, e que passe a essência de seu negócio, que, com certeza, ajudará a associação de seus clientes à sua marca.

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Transformando em ações os dados dos clientes!

Como venho escrevendo algum tempo, é muito importante para as empresas conhecerem seus clientes, para saber as atitudes a tomar, como o quê, como e quando vender seus produtos e serviços.

Mas muitas empresas possuem esses dados, mesmo que de uma forma mais simples, mas não sabem o que fazer com eles, não sabendo como aplicar essas informações em suas campanhas de vendas. Muitas não estudando os dados com profundidade, e o resultado é a dificuldade de converter esses dados em ações.

Assim, é importante recolher informações sobre seus clientes, mesmo porque, é fundamental (e premissa básica) conhecer para quem se vende, mas não simplesmente para falar que a empresa possui esses dados, e sim estudá-los para em cima do resultado, tomar atitudes que, realmente tragam benefícios para sua empresa.

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O Poder da Lingua

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois,  descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).

No tribunal, o caluniador disse ao juiz:

- Comentários não causam tanto mal… e o juiz respondeu:

- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã volte para ouvir a sentença!

O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:

- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!

- Não posso fazer isso, meritíssimo! – respondeu o homem – o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!

Ao que o juiz respondeu:

- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!

Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.

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O dilema de ser chefe…

Dilema do chefe:

Se é amigável… é demagogo
Se é retraído… é mascarado
Se adora decisões rápidas… é arbitrário
Se demora nas decisões… é incapaz
Se planeja a longo prazo… é visionário
Se planeja a curto prazo… é quadrado
Se solicita muita verba… é esbanjador
Se não solicita verba… é acanhado
Se procura eliminar a papelada… é reacionário
Se segue as normas… é burocrata
Se chega tarde… é aproveitador
Se chega cedo… é ambicioso
Se tudo anda bem… ele não faz falta
Se tudo anda mal… ele não funciona
Se trabalha em equipe… não tem idéias próprias
Se não trabalha em equipe… não confia em ninguém
Se é visto sempre com seu superior… é puxa-saco
Se nunca é visto com seu superior… está de saída
Se delega poderes… não quer nada com o trabalho
Se centraliza tudo em si… não quer dar chance a ninguém!

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Pirataria: problema econômico ou cultural?

Tenho lido atualmente alguns textos sobre os produtos piratas dizendo que o problema já não é mais econômico, e sim cultural, já fazendo parte de nosso cotidiano, sendo vendidos em todos os lugares (disponível), é barato (custo) e usam tecnologia de ponta (qualidade).

Como exemplo, temos os relógios chamados de “réplicas”, idênticos aos originais, inclusive em seu maquinário. Muitos dizem que são produtos “originais” que não passam pelo teste de qualidade, devido a mínimos detalhes, e que para não perder o produto, enviam para nós na América do Sul.

Outros defendem que o problema seja uma falha econômica. Citamos o caso dos CDs, que são vendidos no Brasil há mais de 15 anos a um valor médio de 12 dólares. O mesmo preço que é vendido nos EUA, mas não esqueçamos que a renda média lá é 6 vezes maior do que aqui.

Nesse caso, o preço é “justificado” pela quantidade dos chamados rentistas, ou seja, tem-se que pagar direitos autorais ao tocador do violão, ao diretor artístico, ao arranjador, ao cantor, empresário, e por ai vai, chegando ao problema da lei dos direitos autorais.

Para se ter uma idéia, no Brasil existe menos de 90 artistas contratados pelas 4 grandes gravadoras (EMI, Warner, Sony e Universal).

Em minha opinião, acho que o problema é a junção dos dois, econômico e cultural. É lógico que se um original custar o mesmo preço que um pirata, optamos pelo original. Mas se este for difícil de achar, (somente em lojas especializadas, difícil estacionamento, fila para pagar), muitos compram o que está ao alcance, rápido e simples. E ainda, com garantia!

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