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Cuba: deixando de ser uma ilha?

Boas notícias para o mundo. O governo cubano acaba de publicar uma resolução (n° 146/2012) em que finalmente libera a internet para o povo cubano, antes só liberado nos hotéis e algumas empresas voltadas ao turismo ou segurança pública e as universidades (com severas restrições).

Ainda que o custo do acesso à internet seja elevado para o padrão do cubano médio, não deixa de ser uma excelente notícia para sua população e, por que não, de todo o mundo. Afinal, quantos cubanos existem espalhados pelo mundo e que têm imensa dificuldade de se comunicar com seus familiares?

Para se ter idéia do alto custo do serviço, a hora de internet na ilha de Fidel custará o equivalente a seis dólares americanos, ou, em moeda cubana, seis CUCs.

Um trabalhador médio de Cuba recebe, mensalmente, cerca de 15 CUCs. Um médico, recebe cerca de 30 CUCs por mês.

Abaixo, publico cópia da resolução aprovada pelo Ministério de Finanças e Preços:

Resolución No.146/2012
Anexo Único
Página 1 de 1

TARIFAS DE SERVICIOS A LA POBLACIÓN

DESCRIPCIÓN DEL SERVICIO TARIFA POR HORA
Acceso a Internet 6.00 CUC
Correo Electrónico Internacional 1.50 CUC

Não deixa de ser uma janela que se abre para enlaçar Cuba com o restante do Mundo.

 

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Oi lança aplicativo para conexão automática à rede wireless

A operadora Oi anunciou o lançamento do aplicativo Oi WiFi, para facilitar a conexão dos clientes à rede wireless da empresa.

O app pode ser utilizado para acessar hotspots disponíveis em locais públicos fechados, como aeroportos, em todas as regiões do Brasil, estabelecimentos comerciais, atualmente só na Zona Sul do Rio de Janeiro, e em áreas públicas abertas disponíveis nas orlas do Rio de Janeiro e Salvador.  O software ainda oferece um mapa que localiza mais de 2.200 pontos de acesso, em cerca de 100 cidades de todo o País. Se o aparelho possuir GPS, o usuário poderá consultar os locais por ordem de proximidade, exibindo até mesmo a distância até cada um deles.

Para utilizar o serviço, o cliente deverá informar seu número de telefone com DDD, CPF e sua senha para realizar a conexão. Depois de salvas as credenciais de identificação, sempre que o cliente estiver na área de cobertura da rede Oi WiFi o aplicativo identificará o ponto de acesso e se conectará automaticamente.

O aplicativo está disponível somente para aparelhos com sistema operacional Android para usuários com serviços Oi Velox (a partir de 5 Mbps), Oi Conta Total com Velox (a partir de 5 Mbps), Oi Velox 3G e Oi Dados (a partir de 2GB) e Oi Internet Total, e já pode ser baixado gratuitamente na Google Play.

Fonte: Site IDG Now

 

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Brasileiros fazem fortuna com novas ideias na internet

Os brasileiros que fizeram mais sucesso no exterior entre os nascidos nos anos 70 talvez tenham sido os atletas Ronaldo Nazário, o Fenômeno, e Gustavo Kuerten. Eles ainda são de uma época em que para ser jovem famoso e rico era preciso ser ídolo em algum esporte, integrar uma banda de rock ou atuar em novelas.

Tudo mudou com a nova geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, que praticamente se alfabetizou depois de a internet ter se popularizado. Entre esses jovens, dois brasileiros fizeram uma fortuna que estaria nos sonhos até mesmo de craques do Barcelona.

Eduardo Saverin foi o primeiro deles, ao transformar-se em cofundador do Facebook. Segundo a revista Forbes, ele integra a lista dos bilionários mundiais. Outro novo milionário do mundo digital é o brasileiro Mark Krieger, que estampou as capas do New York Times e do Wall Street Journal na semana passada, depois de vender o Instagram, um aplicativo de compartilhamento de fotos no celular, justamente para a gigante rede social.

Por ter 10% da empresa, Krieger, criado num condomínio de Alphaville, ou brasileiro “by birth”, como ele se descreve no Twitter, tem agora cerca de US$ 100 milhões entre dinheiro e ações do Facebook, a nova proprietária do Instagram.

Em comum, os dois estudaram em algumas das universidades mais renomadas do mundo. Saverin se graduou em Harvard, onde fundou o Facebook com Mark Zuckerberg. Krieger é de Stanford, na Califórnia. Ele ainda vive no Vale do Silício, onde o cofundador do Facebook também já viveu.

Muitos brasileiros dessa nova geração têm se mudado para os Estados Unidos em busca do sonho de conseguir o mesmo sucesso de Saverin e de Krieger. Como os dois, também ingressam em universidades de renome e acabam indo para a Califórnia não para surfar ou ser artista de cinema, como os jovens do passado, mas para tentar ser o próximo prodígio do mercado tecnológico, criando um produto que encante o mundo.

No topo dessa lista está a brasileira Bel Pesce, que nasceu em uma família de classe média de São Paulo e estudou no colégio Etapa. Foi aceita no MIT e, de cara, precisou lidar com o seu primeiro problema: pagar a anuidade de cerca de US$ 40 mil. Como seus pais não podiam ajudá-la, ela trabalhou em empresas como Google, Microsoft e Deutsch Bank, além dos departamentos de Matemática e Economia do MIT e no prestigioso Media Lab.

Hoje, Bel vive no Vale do Silício e comanda o Lemon, um aplicativo para celulares que serve para organizar os gastos. “Observamos que os smartphones mudaram o comportamento das pessoas de muitas maneiras”, disse Bel. Ela exemplifica: “Não há mais necessidade de carregarmos uma câmera, mas, por outro lado, ainda carregamos carteiras cheias de recibos, cartões e muito mais, por isso acreditamos que o celular poderá se transformar em uma carteira inteligente, com muito mais recursos”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Site IG

 

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Banda larga móvel de até 100 Mbps chega ao Brasil em um ano

A nova geração das telecomunicações móveis chegará ao Brasil em um ano, pelo menos nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza – e provavelmente ainda em Recife e Salvador. São as cidades sede da Copa das Confederações.

Essa nova geração, chamada de 4G ou LTE (do inglês Long Term Evolution) tem como principal chamariz a capacidade de transmitir dados a velocidades muito superiores àquelas alcançadas atualmente no 3G. Em tese, picos de 100 Mbps para operações em bandas de 20 MHz.

Pelo cronograma do edital da faixa de 2,5 GHz – a frequência que será utilizada pelos serviços 4G – até o fim de 2013 essa lista de cidades será ampliada para Cuiabá, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo, que juntamente com as seis primeiras completam as sedes e subsedes da Copa do Mundo de 2014.

Apesar da exigência de um ritmo acelerado de implantação do serviço, a meta de cobertura nessas cidades sedes e subsedes será um pouco diferente. Como regra geral, a Anatel considera que uma cidade está atendida quando tem cobertura de 80% de sua área. Nessas, será aceito o percentual de 50%.

Antes do início da Copa, em junho, porém, todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes também deverão contar com ofertas de serviços em LTE. Até o fim de 2015 e 2016 serão incluídos os municípios com até 200 mil e 100 mil habitantes, respectivamente.

No caso das cidades menores – de 30 mil a 100 mil habitantes – as empresas deverão, no mínimo, ampliar suas redes para que possam oferecer os serviços de 3G. Vale lembrar que parte dessa cobertura já estava prevista ainda no leilão da terceira geração, cujo cronograma continua em andamento (vai até 2018).

Fonte: Site Convergência Digital

 

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Ponto eletrônico: Empresários contestam, mas regras começam a valer

O Ministério do Trabalho confirmou que o novo sistema de registro de ponto eletrônico entrou em vigor nesta segunda-feira, 02/04, após cinco adiamentos desde que a portaria 1.510 que prevê a obrigatoriedade foi editada em agosto de 2009. Ao menos 400 mil empresas do país de vários setores terão de implementar novos equipamentos que permitem a impressão de comprovantes de entrada, saída e intervalos no trabalho.

São obrigadas a instalar esse novo sistema todas as empresas que já utilizam o ponto eletrônico e tem mais de dez empregados, como prevê a portaria. A fiscalização do Ministério do Trabalho pode autuar a partir de hoje as empresas que não estiverem adequadas ao novo sistema. A medida divide opiniões de empresários, advogados e representantes do governo que, há quase três anos, travam disputa jurídica pela implementação (ou não) do novo registro eletrônico.

A justificativa do governo federal para a adoção do novo sistema é evitar fraudes na marcação da jornada. As empresas reclamam que haverá mais burocracia, mais custos e mais transtornos nas relações trabalhistas.

ETAPAS

A implementação será feita em três etapas. A partir de hoje as empresas do varejo, indústria e setor de serviços (financeiro, de transportes, de construção, de comunicações, de energia, de saúde e de educação) têm de utilizar o novo sistema.

A partir de 1º de junho, as empresas que exploram atividade agroeconômica são obrigadas a ter o novo sistema. E, a partir de 3 de setembro, são as micro e pequenas empresas que devem se adaptar. O Ministério do Trabalho informa que 100 mil empresas já compraram o novo equipamento necessário para mudar o sistema de registro de ponto eletrônico e se cadastraram em seu site.

Com o comprovante impresso, o objetivo é “dar segurança a trabalhadores e empregadores ao implementar meios mais eficazes e confiáveis de controle da jornada”. E “inibir a prática de excesso de jornada, que provoca diretamente o acréscimo de acidentes e moléstias do trabalho, pois os horários das marcações ficarão registrados no sistema sem que possam ser excluídos”.

No ano passado, 3.045 fiscais aplicaram 17.657 autos de infração em relação ao tema jornada de trabalho –nenhum lavrado por causa de fraudes em relógios de ponto, segundo o ministério.

Fonte: Folha Online e Agência Brasil

 

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Equipe da UnB testa e consegue violar urna eletrônica

Diante desse resultado, técnicos do TSE começaram a trabalhar para tentar resolver a vulnerabilidade do software

Uma equipe da Universidade de Brasília (UnB) conseguiu violar um dos dispositivos de segurança da urna eletrônica. Durante uma série de testes públicos da máquina feitos por especialistas em computação e segurança da informação, professores e alunos da UnB conseguiram descobrir a sequência dos votos digitados na urna eletrônica. Mas não conseguiram identificar os autores dos votos.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o episódio registrado pela equipe da UnB foi uma grande contribuição para o aperfeiçoamento do sistema eletrônico de votação. Os testes foram realizados na sede do tribunal, sob a supervisão de integrantes da Secretaria de Tecnologia da Informação, e contaram com a participação de nove grupos. Diante desse resultado, técnicos do tribunal começaram a trabalhar para tentar resolver a vulnerabilidade do software.

Após as modificações, o sistema será novamente testado hoje pelos especialistas. O tribunal explicou que os votos digitados na urna são embaralhados, o que impede o sequenciamento. O grupo da UnB conseguiu desembaralhar os dados, refazendo a ordem de digitação. O TSE garantiu que, apesar de ter refeito o sequenciamento, a equipe da UnB não quebrou o sigilo do voto. Isso porque eles não conseguiram relacionar o nome dos eleitores com os votos digitados na urna. Segundo o tribunal, o teste da UnB reforça a segurança do sigilo do voto.

 

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Governo quer capacitar mais de 200 mil profissionais

O Sebrae firmou na capital federal, na quarta-feira, 14/03, um protocolo de intenções com a Caixa Econômica Federal, os Correios e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). A parceria, que será implementada pelas universidades corporativas das quatro instituições, ampliará as oportunidades de desenvolvimento profissional de mais de 200 mil funcionários.

O acordo prevê ainda a criação de uma rede de colaboração técnica, denominada Unifica. Além de compartilhar o portfólio de cursos das quatro universidades, a iniciativa promoverá o intercâmbio de experiências, a integração de ambientes virtuais (sistemas e aplicativos) e de competências, que se tornam desafios comuns.

“O Brasil está passando por um importante momento econômico, com oportunidades para os pequenos negócios e o empreendedorismo. Nosso desafio é fortalecer o capital humano, a gestão do conhecimento e o aporte tecnológico para atender às demandas atuais e futuras”, diz o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, José Claudio dos Santos. “O conhecimento adquirido pelos colaboradores do Sebrae beneficiará os pequenos negócios do Brasil. Esse público é nosso cliente, que terá muito a ganhar com a iniciativa”, finaliza o diretor.

A ação, inédita no país, otimizará recursos e vai melhorar o processo de capacitação dos empregados das instituições envolvidas. “É uma parceria onde todos serão beneficiados e um exemplo de que é possível unificar o esforço pela qualificação do capital humano no país”, afirmou o superintendente do Serpro, Gilberto Paganotto.

Para o vice-presidente dos Correios, Larry Manoel Medeiros de Almeida, a parceria é um incentivo para enfrentar os desafios dos próximos anos.

“Com o somatório de expertise das quatro instituições, estaremos preparados para proporcionar melhores serviços à população”, ressalta Almeida. “É um exemplo para o país. Vamos mostrar que é possível trabalhar com sinergia”, diz o diretor-executivo de Gestão de Pessoas da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza.

O próximo passo é a realização de um workshop com integrantes das quatro universidades corporativas para definir quando a Unifica começa a funcionar. “Criamos um ambiente virtual com todos os cursos que serão oferecidos. Primeiramente, serão 15 cursos e, em breve, atingiremos 27”, explica a coordenadora da Universidade Serpro, Eunides Maria Leite Chaves.

“É um trabalho pioneiro. Vamos abrir caminho para outras universidades se associarem à rede, ampliando assim as oportunidades de capacitação”, informa a gerente da Universidade Corporativa do Sebrae, Alzira Vieira.

 

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Pressionado pela rede social, autor do “Sopa brasileiro” retira projeto no Congresso

Assim como a repercussão negativa levou o Congresso dos Estados Unidos a adiar indefinidamente a votação do projeto anti-pirataria na Internet, o deputado brasileiro Walter Feldman (PSDB-SP) também se rendeu às críticas e apresentou nesta terça-feira, 13/03, um requerimento retirando o projeto 3336/2012, já batizado de Sopa brasileira.

Cobrado também pelo twitter, Feldman justificou, em inglês, o recuo: “Estou respeitando a opinião mundial. Estou retirando o projeto da agenda do Congresso”. Ou ainda, em português, emendou que “já retirei e manifestei meu equívoco”.

O requerimento em si não revela a mudança de opinião, mas como explica a assessoria do parlamentar, uma semana de críticas, desde que a proposta foi apresentada em 6 de março, levou Feldman a abortar o projeto. Oficialmente, “não ficou específico que se tratava de um projeto contra a pirataria e não de censura”.

Pela proposta, sites alvos de denúncias de violação de direitos autorais ou de propriedade poderiam ser bloqueados por uma determinação administrativa, de ofício, do administrador brasileiro de endereços na rede – provavelmente o Ponto.BR, ligado ao Comitê Gestor da Internet.

 

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Termina fase de preparação para os testes de segurança da urna eletrônica

Nesta quinta-feira (08/03) foi finalizada a fase de preparação dos testes públicos de segurança do sistema eletrônico de votação, promovidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os participantes tiveram a chance de se inteirar sobre o funcionamento de todos os sistemas que envolvem a votação eletrônica, podendo, inclusive, visualizar o código-fonte da urna e fazer pesquisas na Internet.

Durante esta etapa, os investigadores assistiram a uma palestra do secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, que apresentou uma visão geral do processo eletrônico e sua evolução. Depois da palestra, os participantes puderam dar início à elaboração das suas propostas de “ataques” à urna eletrônica.

O integrante da Comissão Disciplinadora dos testes, Luís Augusto Consularo, explica que esta etapa permitiu aos investigadores “tatear ou sondar possíveis vulnerabilidades” do sistema eletrônico de votação. “A partir dessas vulnerabilidades que os investigadores tatearam ou sondaram, será possível implementar um plano de testes talvez mais efetivo e detectar alguma coisa que talvez a gente não tenha visto”, explicou.

Segundo Consularo, durante a fase de preparação, os investigadores desmontaram urnas eletrônicas, visualizaram o código-fonte, esclareceram dúvidas com a Comissão e a equipe de apoio e até visualizaram os esquemas elétricos das urnas. “Com essas informações, eles estão fazendo sugestões e verificando se há alguma possibilidade de ‘ataque’ ao sistema. Percebemos que a fase de preparação foi uma etapa bastante positiva”, disse. “Muitos chegaram aqui imaginando que a urna seria um equipamento bastante simples e sairão daqui percebendo a complexidade da urna e do próprio sistema eleitoral”, completou.

Diego de Freitas Aranha, doutor em Ciência da Computação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), professor da UnB e integrante do Grupo 1, conta que a equipe se interessou em participar dos testes porque trabalha com as áreas de pesquisa em criptografia e segurança computacional. “Nós exercemos atividades de segurança no dia a dia, então uma oportunidade dessas é muito interessante para a gente colocar em prática o que a gente trabalha, estuda e pesquisa”, contou.

De acordo com Diego, o objetivo da equipe ao participar dos testes é contribuir, de alguma forma, para melhorar a segurança do sistema eletrônico de votação. “A iniciativa do TSE é muito positiva. Essa demanda por transparência é antiga, pelo menos na comunidade acadêmica já existe há um bom tempo. Portanto, os testes estão satisfazendo a um anseio antigo, e eu fico muito feliz por estar participando dessa iniciativa”, ressaltou o professor da UnB.

Os resultados e as conclusões dos testes serão apresentados em audiência pública no dia 29 de março, às 10h, também na sede do TSE. Os investigadores que efetivamente tiverem participado do evento receberão certificados de participação. As sugestões de melhorias encontradas poderão ser implementadas futuramente no sistema.

 

Fonte: Site Olhar Digital

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Eduardo Azeredo (PSBD-MG) assume Comissão de Ciência e Tecnologia

O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) foi eleito no dia 07/03 novo presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Ele afirmou que, já na semana que vem, vai apresentar um requerimento para ouvir o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp, sobre a situação atual do setor.

Engenheiro com especialização em informática, Azeredo foi vice-prefeito e prefeito de Belo Horizonte (1990-1992), governador de Minas Gerais (1995-1998) e senador (2003-2011). O deputado é filiado ao PSDB desde 1988. Na Câmara, o parlamentar foi titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e suplente na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, no qual foi relator do polêmico projeto que tipifica crimes cibernéticos, conhecido desde então como PL do Azeredo.

Segundo Azeredo, as prioridades da sua gestão serão o marco civil da Internet, o preço da banda larga e a qualidade da telefonia celular.

 

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