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Governo Eletrônico

Organizado pelo Serpro e pela Brasscom, o 1o Seminário Governo Digital e o Setor de TI reuniu os setores público e privado para tratar da digitalização nos serviços aos cidadãos – e como isso também induz o desenvolvimento da tecnologia da informação.

Para a presidente do Serpro, Glória Guimarães, o Estado precisa se espelhar no setor privado e oferecer aos cidadãos as mesmas facilidades que tiraram os correntistas das agências bancárias. “Há 20 anos era preciso ir às agências bancárias para resolver os problemas. Hoje, pega um mobile e resolve todos os problemas. Dificilmente se vai a uma agência. Com o cidadão não pode ser diferente. Temos que oferecer o que hoje os banco oferecem e tirar o cidadão da fila do INSS, da fila de carteira de trabalho, da fila do SUS.”

Como ressaltou o presidente da Brasscom, Paulo Sergio Gallindo, o debate “é uma oportunidade de pensar instrumentos de política pública em como fazer melhor uso da tecnologia da informação e comunicação, sob a égide dessa grande transformação digital e seus vários fenômenos, norteados pelas grandes tendências tecnológicas: o Big Data, a infraestrutura em nuvem, com segurança da informação cada vez mais permeando a preocupação de todas as empresas, a mobilidade, o fenômeno da internet das coisas, e as redes sociais.”

Em São Paulo, o prefeito eleito, João Dória, em entrevista à jornalista Miriam Leitão, colocou como uma de suas prioridades acabar com o “processo preso por barbante”, como ele mesmo disse. Louvável atitude, que coaduna com as perspectivas de uma sociedade cada vez mais conectada. Em tempos de alta tecnologia a preços acessíveis, não se entende porque os governantes não colocam a TI como destaque em suas administrações, seja para planejamento, seja para acompanhamento e, principalmente, para facilitar a vida do cidadão comum, que tem uma vida cada vez mais corrida, fruto das obrigações diárias e não vê, como minimamente razoável, enfrentar longas e cansativas para conseguir acompanhar um processo ou pegar a “assinatura e carimbo” em um documento público.

No CIDAC, fizemos uma grande esforço para melhorar a qualidade das informações dentro do serviço público, porém, é preciso vontade política para que as coisas realmente possam avançar no sentido de dar uma melhor qualidade e velocidade da informação ao munícipe.

Que os novos prefeitos enxerguem a tecnologia como um aliado em suas gestões.

 

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