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Centro de recuperação para tartarugas marinhas

Superporto do Açu conta com Centro de Recuperação para tartarugas marinhas
Investimento possibilita tratamento veterinário de quelônios

A LLX e a OSX, empresas do Grupo EBX, instalaram no Superporto do Açu um Centro para Tratamento e Recuperação de Quelônios Marinhos. Todos os animais debilitados localizados nas áreas monitoradas são levados para o centro para tratamento, recuperação e acompanhamento até seu completo restabelecimento. A iniciativa possibilita a recuperação de animais que venham a encalhar nos 62 quilômetros de praia monitorados diariamente.

No centro, o atendimento é feito por uma equipe de 5 pessoas, composta por veterinários, biólogos e auxiliares. O local conta com tanques de recuperação e salas para atendimento veterinário. O centro funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana. Para a construção do centro de recuperação, monitoramento e análises veterinárias foram investidos mais de R$ 3,5 milhões.

O programa de monitoramento das tartarugas marinhas realizado pela LLX (Açu e Minas-Rio) e OSX cumpre as diretrizes técnicas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) – Tamar e se constitui em atendimento a condicionante das Licenças Ambientais de Instalação destas empresas. Todos os dias são percorridos 62 km de praia, entre Atafona e Barra do Furado, registrando qualquer ocorrência relativa às tartarugas marinhas. As ocorrências reprodutivas (como desovas) são georeferenciadas e marcadas com estacas numeradas para identificar sua localização. Nas outras ocorrências, são coletados dados como o tamanho e a espécie da tartaruga. O local da ocorrência também é registrado por meio de GPS.

Na última temporada reprodutiva das tartarugas marinhas, que se estendeu de setembro de 2011 a março de 2012, foram registradas 894 desovas na área de influência do Superporto do Açu.

Treinamento

No último mês, a equipe de veterinária que atua no programa de monitoramento de tartarugas marinhas recebeu treinamento sobre procedimentos veterinários, ministrado pelo Prof. Dr. Eulógio Carlos Queiroz de Carvalho, responsável pelo Laboratório de Sanidade Animal da Universidade Estadual do Norte Fluminense – Darcy Ribeiro (Uenf). O curso abordou assuntos de veterinária em geral e na prática de procedimentos e métodos para análises de patológicas.

Durante o treinamento, que foi realizado no próprio Centro para Tratamento e Recuperação Quelônios Marinhos,a equipe do professor conheceu a infraestrutura e os recursos disponibilizados pela LLX e OSX para a preservação dos quelônios marinhos nos 62 km de praia atendidos pelo programa. Na ocasião, também foram discutidos novos métodos que podem contribuirparaa melhoria da qualidadedoslaudos gerados.

Fonte: Assessoria de imprensa – LLX

O Rei Sol

Do mestre José Cunha Filho recebi o artigo que reproduzo abaixo:

O Rei Sol

O sábio Sun-Tzu, no século II A.C., dizia em a “Arte da Guerra” da importância de manter fora das vistas dos amigos e inimigos os seus objetivos. Sua obra serviu para desenvolver estratégias dos generais romanos e napoleônicos, inspirou Maquiavel e nos anos 90 do século passado saiu dos arraiais castrenses para o uso empresarial. As multinacionais adotaram o livrinho como manual para treinar seus principais executivos.

Mao Tse-Tung adaptou muito dos conselhos de seu conterrâneo para os tempos modernos. O Livro Vermelho contém perólas como “faça barulho no mar e ataque pela montanha”. Uma das normas de Sun-Tzu, merecidamente considerado o “Pai da Estratégia”. O que tem tudo isto a ver com o velho Rei-Sol, Luiz XIV de França? Tudo, talvez nada.

Acontece que vivemos uma era especial, na qual se constrói, meticulosamente, um ente mitológico talhado para ser a reencarnação do Salvador da Pátria. O Dom Sebastião tão esperado por seus súditos lusos e descendentes brasileiros. Se o Brasil não conseguiu nunca despoluir a Baia de Guanabara, depois de gastar bilhões de dólares por décadas a fio, ele promete fazer a obra, por sua conta, em pouco tempo. E vai fazer.

De caráter forte, seguro de si e dono da imagem “de que não precisa de política para viver ou ganhar dinheiro”. Ao contrário, afirma ser seu grande objetivo apenas tornar-se o “homem mais rico do mundo”, reconhecido pela revista Forbes. Já é o brasileiro mais rico do mundo. Deveras prosaico o objetivo declarado.

Pouco provável que um homem determinado, que trocou a imagem de “marido de vedete” e play-boy desportista, para a de mais bem sucedido empreendedor sul-americano, queira apenas polir o ego no sereno espelho do lago. Devem ser ouvidos os ruídos na montanha… A pretensão declarada serve para afastar os lobos que se ocultam na névoa cinzenta do espectro político brasileiro, ainda sob o impacto do lulismo e da tumultuada gestão da “presidenta” Dilma, colocando a nau brasileira em rumo de colisão com uma inflação de demanda, ao por em riscos fundamentos da política econômica que criou e manteve a moeda estável nos anos 90.

No momento certo, o idealizador e criador do terceiro maior porto do mundo, prestes a operar com centenas de multinacionais, ator em várias áreas econômicas com o seu X emblemático, também será lançado no cenário político. E, como já aconteceu antes no Novo Mundo com Franklin Delano Roosevelt nos Estados Unidos, conduzido ao poder para montar o “New Deal”, um novo contrato social e econômico, ocupará o vácuo político. O homem providencial, o realizador, o que não promete, faz.

O Brasil hoje, de Chuí ao Oiapoque, sabe que a saída para a crise que se avoluma ainda nas sombras de uma indústria sucateada, de um panorama político antropofágico, de um crescimento alicerçado em distribuição de dinheiro público em bolsas-sociais de todos os tipos, será traumática. Após o freio de arrumação, será preciso ter ao leme alguém testado e experiente, habilitado a comandar e gerir de forma competente o gigante estremunhado, a despertar do longo sono a que foi levado por metade de um século.

Ou talvez, quem sabe, o fato do logotipo da LLX, a holding de Eike Batista, ter como principal elemento o Sol, seja apenas coincidência?

Texto de economista sanjoanense na Folha de São Paulo

O blog andou um bocado de tempo parado e tem muito papo pra colocar em dia aqui. Já estava mesmo ansiosa por retomar as postagens, mas o resumão sobre o que andou rolando por aí só amanhã. Por ora, venho contar uma coisa muito legal: o caderno Mercado, da Folha de São Paulo, publicou hoje artigo do economista sanjoanense Alcimar Chagas. Chique demais, né? Como o link só dá acesso a assinantes, colo o texto na sequência:

Desafio da região é converter riquezas em inclusão social
Cenário de oportunidades para a sociedade é otimista e precisa de um olhar crítico

Alcimar das Chagas Ribeiro
Especial para a Folha

É inegável a perspectiva de crescimento econômico do norte fluminense. Na região, está situada a bacia petrolífera de Campos, responsável pela produção de 85% do petróleo nacional, e o complexo portuário do Açu, ainda em fase de construção e com a expectativa de gerar R$ 40 bilhões nos próximos 15 anos.
Diante da expectativa de grandes transformações, o crescimento garantido se confunde com desenvolvimento e inclusão social. Poder público e empreendedores lançam mão dos estudos de impactos ambientais e constroem cenários de oportunidades para a sociedade.
Essa argumentação, extremamente otimista, precisa de um olhar crítico, pois é essencial o resgate da história, que mostra a existência de um primeiro ciclo portuário no período de 1740 a 1890, na localidade de São João da Barra, cuja extinção ocorreu em função da chegada da linha férrea com custos mais baixos e maior produtividade.
O exemplo do passado, que deixou mazelas de ordem cultural e também política, serve de lição para entender o ambiente receptor dos investimentos presentes.
A experiência petrolífera da região nesses últimos 35 anos permite ainda observar que não há uma relação direta entre investimentos e desenvolvimento socioeconômico das cidades. Nesse período, conviveram na região a formação de riqueza concentrada e a exclusão social.
Uma análise dos indicadores da fase de construção do porto do Açu também ajuda a entender o cenário.
Por exemplo, houve um crescimento de aproximadamente 100% no número de empregados formais nos últimos quatro anos e, em janeiro de 2012, São João da Barra -cidade de 32 mil habitantes que abriga o terminal portuário- contabilizava 6.400 trabalhadores após investimento de R$ 2,5 bilhões.
Qualitativamente, verifica-se uma demanda por ocupações com baixa qualificação, além da presença de um grande contingente de trabalhadores de outras regiões que remetem parte da renda para a cidade de origem, permanecendo apenas uma parte dos ganhos no município.
O impacto desse crescimento na arrecadação municipal também é irrelevante no contexto geral, já que a receita orçamentária do município tem dependência de 78% das transferências de royalties e participações especiais da produção de petróleo.
Em São João da Barra, o ISS (Imposto Sobre Serviços) aumentou de R$ 1 milhão em 2007 para R$ 10 milhões em 2011; o dinheiro dos royalties gera R$ 11 milhões por mês.
A soma dessas considerações permite consolidar a necessidade de um novo olhar sobre o momento de transformação da região. Uma reflexão da trajetória histórica e a análise de indicadores podem ajudar a formar cenários futuros mais equilibrados.

Alcimar das Chagas Ribeiro, 59, economista, é professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense.

Exposição sobre o rio Paraíba do Sul em SJB

Formado pela confluência dos rios Paraitinga e Paraibuna, o rio Paraíba do Sul nasce na Serra da Bocaina (SP) e percorre 1.120 quilômetros, até a foz em Atafona. Só no Estado do Rio, passa por 37 municípios, sendo fonte de abastecimento de água para mais de 12 milhões de pessoas. A história desse manancial estará à disposição do público de 09 a 13 de janeiro, das 9h às 16h, no plenário da Câmara de São João da Barra, onde acontece a exposição “Paraíba do Sul: Um Rio de Histórias”, do fotógrafo Rafael Wallace, com textos do jornalista Romildo Guerrante.

Eles trabalham na Comunicação Social e Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A mostra nasceu após uma viagem de 16 dias entre a nascente e a foz do Paraíba, feita por Wallace, Romildo e pelo motorista Antônio Alves, para a produção da matéria de capa do primeiro número da Revista da Alerj (publicada em dezembro de 2007). A empreitada rendeu cerca de 6 mil imagens e boas lembranças.

– A maior parte do percurso fizemos beirando o rio de carro, mas encontramos trechos que só tínhamos acesso a cavalo. Onde o rio é navegável, pudemos, eu e Romildo, fazer o percurso de barco. Nosso motorista nos encontrava no fim do trecho e seguíamos dali – explica o fotógrafo, que apresenta 16 painéis com a beleza e os principais problemas do rio.

A mostra itinerante vem surpreendendo. “Inicialmente, pensei que os problemas e apontamentos tocados na exposição poderiam abrir os olhos das pessoas que se envolvem com o rio de forma mais direta. Mas a maior resposta que tivemos é das crianças das escolas que visitam. Elas realmente se interessam pelo que está acontecendo”, observa.

Câmara Cultural – A mostra “Paraíba do Sul: Um Rio de Histórias” marca também o início do projeto Câmara Cultural, que será desenvolvido no legislativo sanjoanense durante todo o recesso parlamentar. A arte da fotografia vai dar o ar da graça até fevereiro, com mostras de fotografias, sempre tendo o município sanjoanense como tema.

– Desenvolvemos esse projeto com o objetivo de valorizar e divulgar nosso município, pois recebemos muitos turistas nessa época. Queremos mostrar que o legislativo também se preocupa com a cultura – explicou o presidente da Casa, Gerson Crispim.

O calendário segue de 16 a 20 de janeiro com trabalhos de Leonardo Berenger; de 23 a 27 de janeiro com fotos de Antonio Cruz; de 30 a 3 de fevereiro com a arte da dupla Isaac Gomes e Djane Almeida e, de 09 a 13 de fevereiro, sob a batuta das lentes de Antonio Leudo.

Fonte: Ascom / Câmara de São João da Barra

Inscrições abertas para 2º Concurso de Marchinhas de SJB

Janine Gaia, vencedora da primeira edição em 2011

O coleguinha gente boa Bruno Costa, criador desta ideia muito bacana, manda avisar:

Estão abertas até o dia 18 de janeiro as inscrições para o 2º Concurso de Marchinhas Carnavalescas de São João da Barra que, nesta segunda edição, homenageia o compositor sanjoanense de marcha-rancho e samba, Eleacir Cajueiro. O regulamento pode ser adquirido na portaria do Cine Teatro São João, em São João da Barra, em horário comercial, ou no site oficial do evento www.concursodemarchinha.com.br.

O concurso tem patrocínio da LLX e da OSX, empresas do grupo EBX, além do apoio cultural da prefeitura de São João da Barra e, neste ano, os participantes vão disputar R$ 15 mil em prêmios. Assim como na primeira edição, os inscritos participam de etapas eliminatórias entre os dias 23 e 25 de janeiro, no Cine Teatro São João. Os dez finalistas irão gravar um CD que será distribuído gratuitamente entre participantes, patrocinadores e foliões nos dias de carnaval.

A novidade do 2º Concurso de Marchinhas Carnavalescas de São João da Barra fica por conta do Prêmio Especial que leva o nome do folião sanjoanense “Ezinho”. Durante décadas esteve à frente da tradicional Banda Maluca. Este prêmio será concedido pelo voto popular na final do concurso que acontece no dia 10 de fevereiro, como foi instituído pelo decreto municipal 77/2011, onde toda sexta-feira anterior à sexta-feira de carnaval – abertura oficial – se tornou o “Dia Municipal da Marchinha de Carnaval”.

“A expectativa é grande em relação ao segundo concurso. O primeiro foi positivo em crítica e público e resgatou a música carnavalesca raiz de nosso povo. Outro fator importante é a democracia já que o concurso é aberto ao Brasil, mas tendo que abordar como tema São João da Barra. Tivemos participação de cidadãos de todos os sexos e idades. A maioria quer reviver o melhor dos carnavais”, ressalta o jornalista Bruno Costa, criador e organizador do concurso.

O primeiro lugar leva para casa a quantia de R$ 6 mil mais troféu, o segundo ganha R$ 3 mil e troféu e o terceiro colocado fica com R$ 2 mil mais troféu. O melhor arranjo, assim como o melhor intérprete, levam R$ 1.250,00 cada um mais troféu, e o Prêmio Especial “Ezinho” vai premiar com R$ 1,5 mil mais troféu àquele que for merecedor na visão da plateia que estiver presente na final do concurso.

São João da Barra em estado de alerta

A chuva já faz um estrago enorme no Noroeste Fluminense e em Campos o Paraíba do Sul sobe rápido e a Defesa Civil está começando a remover famílias.

Em São João da Barra a situação ainda não é crítica. O Paraíba do Sul, quando chega na altura de Barcelos, cresce em largura e por isso o que ocorre em Campos não se repete em São João da Barra na mesma proporção.

O nível do rio na cidade, pela última medição, feita às 11h, está em 7,55. O blog conversou agora há pouco com o coordenador da Defesa Civil, Felício Valiengo, e ele explicou que o problema acontece de fato quando chega a 8,5. A previsão é que de madrugada chegue a 8. E deve chover por mais dois dias. São João da Barra está, por enquanto, em estado de alerta.

No site da Prefeitura há informações atualizadas sobre o nível do rio na sede, da lagoa de Grussaí e a situação no quinto distrito.

Clarissa poetisa


A deputada estadual Clarissa Garotinho (PR) acaba de lançar um blog para divulgar poesias de sua autoria.
Confira aqui.

Qualificação profissional


O Instituto de Qualificação Profissional entregou na quinta-feira, em São João da Barra, 400 certificados aos formandos dos cursos de carpinteiro, bombeiro hidráulico, eletricista, pedreiro de acabamento e pintor, realizados no primeiro semestre deste ano na sede do Sindicato dos Servidores Municipais. Os cursos foram trazidos ao município a pedido do vereador Carlos Machado da Silva, o Kaká (PTdoB), ao ministério do Trabalho e à secretaria estadual de Trabalho, através do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Grande parte dos participantes dos cursos já está inserida no mercado de trabalho.

O caos no trânsito em SJB

Pode parecer exagero, porque São João da Barra nem é uma cidade tão movimentada assim, mas o trânsito nas ruas principais muito frequentemente pode ser considerado um caos. Se o movimento na terra de Narcisa Amália não chega a ser intenso, aquele cotidiano pacato também não existe mais. Muita gente agora tem carro e os reflexos do porto do Açu já estão sendo sentidos. Tem muito mais gente morando na cidade e nas praias. O problema é que a turma acostumou com a falta de regras no trânsito e tem uma dificuldade gigante de mostrar civilidade. E isso não vale só para os motoristas. Há muito pedestre sem noção também.

O tema já foi citado em vários posts neste espaço e volta agora trazendo o desabafo da advogada Estella Lobato, publicado originalmente no Facebook, e que colo aqui atendendo ao pedido da própria Estella que, como eu e mais um monte de gente, quer bater na tecla quantas vezes for necessário para ver se assim consegue conscientizar as pessoas e fazer as autoridades cumprirem seu papel.

Parei o trânsito da Rua Quintino Bocaiuva (final da Joaquim Thomaz). Fala sério! O ônibus da Campostur entra ali, na contramão, por causa de uma fila de carros estacionados bem em frente a uma placa que indica que ali é proibido estacionar. Como eu estava na minha mão de direção, não dei ré. Se eu estivesse na contramão, voltaria. E o “folgado” do motorista da Campostur ainda me xingou… to C&A pra ele e pra Campostur. Mas está ficando impossível dirigir nesta cidade. Como NÃO HÁ FISCALIZAÇÃO, NINGUÉM RESPEITA O TRÂNSITO. TODO MUNDO NA “CONTRAMÃO” no trânsito do centro da cidade. Até a hora que alguém sair MACHUCADO ou morto… aí, JÁ ESTOU ATÉ VENDO: o Portalozk vai mandar torpedos na hora, informando a desgraça, a Rádio Barra vai levar o dia todo cobrindo a matéria com direito a um programa no dia seguinte inteiro ouvindo as desculpas dos secretários da prefeitura, a família da vítima querendo indenização, jornais, rádios e TV de Campos fazendo a cobertura. Aí vem a polícia, corpo de bombeiro, vereador, secretário, assessor… O QUE É QUE ESTÁ FALTANDO PARA A PREFEITURA ORGANIZAR O TRÂNSITO? Pelo menos colocar os guardas municipais ORIENTANDO (mesmo sem multar) os motoristas e até ciclistas e pedestres já seria um grande passo. Lembrando que a Polícia Militar, se acionada, pode MULTAR e REBOCAR os veículos em situação irregular.

Consocial-livre em São João da Barra

O Movimento Nossa São João da Barra, com apoio da Uenf, Câmara de Vereadores e Revista Visão Socioambiental, promovem o Consocial-livre, focado nos temas transparência, participação e responsabilidade.
O Consocial visa discutir e apresentar sugestões para o aperfeiçoamento da gestão pública e o aumento da participação da sociedade nos destinos das cidades. Em São João da Barra ele cocorre sob o formato livre porque o poder público não cumpriu o chamado da CGU.

Programação:
05/12
17h às 18h – Mesa de Abertura (MNSJB, MPF, PMSJB, CVSJB, UENF, IFF)
19h às 22h – Palestra: Programa Cidades Sustentáveis (George Winnik, Movimento Nossa São Paulo)
06/12
17h às 17h30 – Aprovação do regimento
17h30 às 19h – Debate em grupos
19h30 às 21h30 – Plenária final

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