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Castelo de cartas

A Working Empreendimentos recebeu 225 mil reais da Prefeitura de Campos por aluguel de tendas. Com essa grana, quantas casas populares poderiam ser construídas no Programa Morar Feliz?

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Revoada

Depois da farra do Carnaval, voltou a crescer o número de cheques sem fundos nos caixas dos bancos. Por conta dessa revoada, o dinheiro de plástico continua sendo uma opção mais segura, apesar da gulosa taxa de administração dos cartões de crédito. Afinal, mais vale um pássaro na mão que dois voando na boca do caixa…

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Verdades & Mentiras

Olha só com que pérola Garotinho nos brindou na última semana: “O meu colega de profissão Barbosa Lemos é um irresponsável. Ele disse esses dias que a Prefeitura passa por dificuldades porque teve dinheiro que foi usado na minha campanha”. A coluna lava as mãos, com detergente forte, desse assunto. O leitor que tire as suas próprias conclusões sobre quem está falando a verdade e quem está mentindo…

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Seca brava, cana rara

Por conta da seca, tudo indica que não haverá cana suficiente para movimentar simultaneamente, com rentabilidade, as moendas da Usina Sapucaia e a da Usina Cana Brava, as duas únicas em funcionamento na região. As últimas, mas tímidas, chuvinhas trouxeram algum alento, mas não a solução. Caso a seca continue, não vai ter cana para movimentar nem uma delas. Pior ainda é que a Usina Paineiras, do Espírito Santo, ainda leva parte da produção local.

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Nove milhões no meio da crise

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As empresas Denjud Refeições Coletivas Adm. e Serv. Ltda e a empresa Guelli Comércio e Indústria de Alimentos LTDA têm mais em comum do que se pode imaginar. Apesar de Wladmir Garotinho ter declarado que a prefeitura está sem dinheiro, juntas, elas receberam cerca de nove milhões de reais da Prefeitura de Campos. Conseguir receber essa bolada no meio da pindaíba toda que a PMCG atravessa foi coisa de pai para filho. Vamos acompanhar de perto esse belo desempenho…

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Pagando o “pato” e a passagem…

onibus

Vencer licitação para transporte público em Campos é como entrar para o paraíso sonhado por qualquer empresa. Além de financiar com juros camaradas a maior parte da frota através do Fundecam, a prefeitura ainda subsidia as passagens que, mesmo assim, terão seus preços majorados de R$ 1,60 para até R$ 2,75. Ou seja, o campista financia o investimento e ainda paga passagem mais cara…

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Mercado Municipal – O crime Não Compensa

 O crime não compensa! Apesar de não me encontrar no Brasil, recebo a notícia dos amigos desta luta, sobre o significativo posicionamento do INEPAC, recomendando a suspensão das obras do Mercado Municipal de Campos.
Desde  o princípio, quando nos foi fornecido o primeiro projeto, pelo sr. Orávio Soares, já havíamos nos posicionado de forma contrária às propostas de intervenções, mas a Prefeitura resolveu ignorar e substituiu o autor deste infeliz projeto, a PCE, pelo arquiteto Cláudio Valadares, que manteve o infeliz e deprimente conceito “projetual”, apenas colocando “roupa de gala” onde havia um “traje maltrapilho”, em uma tentativa primitiva! Fizemos as nossas argumentações sempre fundamentadas nos princípios do exercício das boas práticas da arquitetura e do urbanismos, que se distanciam há milhares de quilômetros do que foi apresentado na reunião do COPPAM e que mereceu o adjetivo de “empachamento” pelo INEPAC, em seu ofício de 09 de janeiro deste.
Esta conquista, de todos os campistas, deve ser preservada na memória como referência no exercício da cidadania, que não é tranquila, não é natural, exige determinação, coragem e bons princípios, onde certamente quem sustentou este crime não possui. Tentaram iludir à população desta cidade e aos permissionários de que estavam agindo com os melhores propósitos, não estavam e não estão! O INEPAC acaba de reconhecer, e caminhamos, felizmente sem retorno, rumo ao tombamento do Mercado Municipal, para que, enfim, o termo revitalização do Centro Histórico seja justificado pela restauração e revitalização urbanística do entorno do Mercado, o seu principal equipamento urbano.
As leis violadas pela Prefeitura, atingiram a mais sublime, a Lei Orgânica, criminosamente agiram, se sentindo acima de tudo, onde até agora eu não entendi a passividade do Ministério Público – embora fartamente subsidiado – diante de tamanha aberração e violação dos princípios que inclusive o levou à criação do COPPAM, em 2003. O Ministério Público, instrumento de grande valia a serviço do zelo e alunação das arbitrariedades dos governantes insanos, que agem, inclusive, criminosamente, não tem ajudado, conforme as suas competências, aqui em Campos. Prezado sr. Promotor da Tutela Coletiva, nós, da sociedade campista, precisamos e contamos com a sua ajuda e colaboração, pois acreditamos na ordem social, no equilíbrio de interesses, na plena e responsável cidadania. Queremos, sr. Promotor, caminhar juntos para encontrarmos as melhores soluções, afim de construirmos uma cidade mais humanizada e aprazível aos seus habitantes, para que possamos sentir orgulho, visto motivos, inclusive históricos, serem fartos por aqui.
Alguém já disse que Campos não é qualquer cidade, e não é mesmo! Apesar de eu não ser natural de Campos, tenho aqui os meus mais significativos laços em minha formação e convívio, pelos meus pais, filhos, familiares e amigos, por isso defenderei até o fim o direito de as gerações futuras não serem preteridas do direito ao conteúdo histórico e à cidade, para compreenderem o significado que possuem como “povo”. É desta forma que se constroem as grandes nações, é assim, que se conquista o respeito, é assim que se vive com qualidade de vida, é assim que se formam cidadãos.
Esta conquista, é a primeira certamente, existem outros desafios à vista, como o caso da mobilidade urbana, por exemplo. Temos, campistas, que nos unir pelas boas causas, não abrindo mão daquilo que nos traz significado enquanto cidade, seja no ambiente cultural ou natural. Está na hora de não rejeitarmos este modelo perverso, que agora demonstrou a sua face criminosa, responsável pelo atraso e pela estagnação desta cidade, que pelos recursos disponíveis e capacidade de seu povo poderia ser exemplo de desenvolvimento para o Brasil.
Eu digo não ao crime, pois ele não compensa!
Abç.,

Renato César Arêas Siqueira

arquiteto e urbanista
perito técnico
professor bolsista UENF
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GVT com 4 pés esquerdos em Campos

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No topo do ranking

A nossa cidade está mesmo muito mal servida de operadoras de TV a cabo, telefonia e internet. Mas a GVT está superando negativamente todas as outras, parecendo ter se estabelecido com 4 pés esquerdos em Campos.

Armadilha para o consumidor

Oferecendo um serviço telefônico de péssima qualidade, a operadora monta uma verdadeira armadilha para o consumidor ao vender planos casados de TV, telefone e internet. Mas ele só descobre a arapuca em que se meteu ao tentar cancelar a linha telefônica e descobrir que não poderá fazê-lo sem que tenha que cancelar todo o seu “pacote”, acarretando, apesar da diminuição dos serviços prestados, aumento de custo, ao ser obrigado a pagar por cada serviço em separado.

Pode isso?

Essa estratégia carregada de má fé parece configurar venda casada disfarçada nos tais “combos”, que configuraria prática vedada pela lei do consumidor.

Experiência própria

Falando por experiência própria, após dois anos pagando a linha telefônica, sempre defeituosa, e, por conta disso, acumulando prejuízos, perdendo clientes e serviços, além de acumular o estresse de dezenas de “protocolos” de reclamações e solicitações de visitas técnicas, sem solução satisfatória, com os mesmos defeitos se repetindo, ao tentar cancelar o serviço fui surpreendido com a informação de que não poderia cancelar a linha sem cancelar todos os outros serviços, e que fazendo novo plano ele ficaria mais caro.

Omitindo fidelização

Ao insistir no cancelamento e relatar meus prejuízos com o longo histórico de defeitos, o que pode ser facilmente verificado pelas dezenas de protocolos de reclamações, a atendente Amanda me fez por escrito (e-mail) uma oferta de redução de custos como “compensação”, mas, na realidade, apenas me mudaria o plano telefônico, que deixaria de ter ligações ilimitadas e passaria a ter outra modalidade com todas as ligações sendo cobradas. Mais lamentável ainda foi descobrir, em outra ligação para a GVT, que a atendente deliberadamente havia omitido que haveria uma “fidelização” de 12 meses, sujeita a multa de 700 reais caso cancelasse o plano nesse prazo, e, após ele, o preço voltaria ao anterior.

Dificultando gravações

Para complicar um pouco mais, apesar das solicitações das gravações, todas devidamente protocoladas, nenhuma delas foi disponibilizada no site da GVT, como prometido pelo atendente em relação à atual ligação e a da proposta de redução de custos, mostrando mais uma vez a grande dificuldade da GVT em cumprir a legislação que rege o setor.

Um pouco de respeito faria bem…

De todo o relatado, não resta mais esperanças de ter um serviço telefônico de qualidade oferecido pela GVT, mas faço uma ressalva quanto aos serviços de sinal de TV e internet, dentro do que se pode considerar razoável. Agora resta aguardar as providências da GVT, e que elas não sejam de retaliação, mas de respeito e consideração pelo consumidor que acreditou na empresa.

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Picada do MP

Técnico, fumigador, saco de abelhas. Melhor do que isso, só se não demorasse tanto...

Técnico, fumigador, saco de abelhas. Melhor do que isso, só se não demorasse tanto…

A tranquilidade voltou a reinar para a médica Ana Paula Galvão, sua família, vizinhos e transeuntes da rua onde fica a sua casa de veraneio em Atafona. Após dias de sobressalto com uma grande colméia de abelhas africanas alvoroçadas pelo calor no forro da casa, e várias tentativas em vão de conseguir socorro com a Defesa Civil, um ultimato do Ministério Público, através do promotor Leandro Manhães, dando 24h para a Defesa Civil de São da Barra para resolver o caso, obteve sucesso. Na noite de terça-feira uma equipe da DF, completamente equipada, fez a retirada técnica das abelhas. Nada como uma pressão de cima para baixo… Uma só picada do MP dói mais do que as de muitas abelhas…

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Sem munição

Após criteriosa avaliação da manipulação e utilização indevida da nossa postagem por pessoas inescrupulosas, em uma atitude inédita, este blog decidiu retirar todas as referências à polêmica das piscininhas do Farol, exclusivamente em respeito a colega profissional envolvida. Nossa opinião em relação ao funcionamento do “Deck das Piscinas” continua a mesma: com apenas alguns tostões dos milhões gastos em shows o serviço melhoraria e as crianças seriam melhor atendidas, e todos os dias da semana no alto verão.

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