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Romário e Ronaldo travam batalha das vaidades por Aécio

Romário e Ronaldo, antigos desafetos - Arte O Globo

Romário e Ronaldo, antigos desafetos – Arte O Globo

A três dias do fim da campanha, aliados do candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, correm contra o tempo para tentar garantir o mais importante apoio no Rio, terceiro maior colégio eleitoral do país. A aliança com Romário, senador eleito pelo PSB com 4,6 milhões de votos, era dada como certa no início do segundo turno, mas até agora não se concretizou e está ameaçada de não ocorrer mais, por motivos mais do campo das vaidades que de entendimentos políticos.

Na semana seguinte ao primeiro turno, em entrevista ao GLOBO, Romário descartou apoiar Dilma Rousseff (PT) e declarou que a aliança com Aécio dependia de que o tucano encampasse suas principais bandeiras (investimento no tratamento de doenças raras, no combate ao crack e na prática de esportes para jovens carentes). Os dois se falaram, Aécio deixou claro que não se opunha aos compromissos exigidos pelo deputado, e ficou faltando selar o apoio. Um encontro pessoal aconteceria na última sexta-feira, no Rio, mas Aécio teve de desmarcar para estar em São Paulo e receber oficialmente o apoio de Marina Silva, com quem posou para fotos.

Desde então, alguns aliados do tucano no Rio têm tido dificuldade até para entrar em contato com Romário. A intenção era levá-lo para a carreata de Aécio no último domingo, na Avenida Atlântica, mas o Baixinho ignorou os apelos. Na última terça-feira, Romário esteve em Taguatinga (DF), participando de carreata do candidato do PSB ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg. Para Aécio, quinta e sexta-feira, quando o tucano estará no Rio se preparando para o debate na TV Globo, são os dias do esforço final para ter Romário.

OFENSAS ENTRE EX-CRAQUES

Outro conflito de egos que complicou a aliança envolve Ronaldo Fenômeno, um dos melhores amigos de Aécio Neves e desafeto de Romário. Segundo noticiou na terça-feira a coluna de Berenice Seara, no jornal “Extra”, Ronaldo declarou a amigos, na última sexta-feira, que o senador eleito deveria “pedir-lhe desculpas” e entender que ele é o principal interlocutor de Aécio no esporte, já que Romário só estaria chegando agora à candidatura.

A relação entre os dois craques piorou muito nos últimos dois anos, quando Ronaldo tinha cargo no Comitê Organizador da Copa do Mundo e Romário era ferrenho crítico da sua organização. Os dois trocaram críticas e até ofensas neste período. Em março deste ano, Ronaldo chamou Romário de “oportunista” depois que o deputado fez cobranças públicas sobre uma promessa de reserva de ingressos para deficientes na Copa. No momento mais baixo da troca de ataques, há um ano, Romário respondeu com grosseria à declaração de Ronaldo de que quem estava contra a Copa não era patriota: “Não sou contra a Copa, sou contra os gastos excessivos (…) E, só para finalizar, particularmente, eu adoro mulher! Mas aprendi a respeitar o gosto de cada um”, escreveu no Twitter em novembro de 2013.

Além das brigas recentes, os dois craques já aparecem cotados para ministro do Esporte num eventual governo tucano. O GLOBO falou com as assessorias de Romário e de Ronaldo, mas ambos não quiseram comentar.

O Globo

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Bola cheia!

Romário (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

Romário (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)


Vitorioso na campanha para o Senado, Romário (PSB) tornou-se um dos principais eleitores do Rio. Segundo uma pesquisa registrada encomendada pelo PMDB ao instituto GPP, 22% dos fluminenses dizem que vêem com mais simpatia um candidato indicado por Romário. Só 2% afirmam que o apoio do craque desestimulariam a escolha.

Época

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Manifesto de dirigentes verdes do Norte Fluminense de apoio a Pezão

Do blog Carraspana Campista:

Após três dias de intensos debates em reunião permanente, nós, ambientalistas Norte Fluminense, que compomos o GRUPO VERDE, com representantes de Campos, São João da Barra, Quissamã, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana, Conceição de Macabu, Cardoso Moreira, Italva, Cambuci, Aperibé e Carapebus, acordamos o irrestrito apoio à candidatura do governador Pezão neste 2º turno.

A saber:
Reconhecemos em Pezão o governador que mais realizou ações voltadas para o desenvolvimento socioeconômico do interior do estado. Asfalto na porta, UPAS, UPP’s, estradas e pontes para escoamento das produções, sem falar que foi o governador que mais atenção dedicou ao interior do nosso querido Estado do Rio.
Ressaltamos que a nossa posição é espontânea e sem qualquer contato com a coordenação de campanha ou mesmo com o candidato, portanto puramente antagônica a tudo que o adversário já representa na política do estado do Rio de Janeiro.

Apoiar o candidato da Universal por si só tornou-se inviável. Basta conhecer a base de formação que lhe alçou a mandatos, bem como suas posições retrógradas e fundamentalistas. Só por isso estaríamos desconstruindo uma reputação que, ao longo do tempo, foi se consolidando. Aprendemos a defender programas vanguardistas como o do Partido Verde e a nos identificar com pensamentos e filosofias mais libertárias, o que nos impede radicalmente de fazer uma aliança com o que de mais retrógrado possa representar para o nosso estado do Rio de Janeiro.

Assim sendo, firmamos e reiteramos o nosso irrestrito apoio ao candidato que mais se aproxima dos nossos pensamentos.

Joca Muylaert, Gustavo Matheus, Robson Almeida, José Roberto de Almeida Dias, Manoel Moço, Zézé Demaco, José Amaro Jr., Fabiano de Souza, Luiz Henrique Guimarães, Cadinho M. Barcelos e mais 75 nomes.

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Crivella: ‘O governo Pezão/Cabral é o melhor que o Rio já teve’

(Crédito: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)


Apesar do clima pesado entre os candidatos no último debate para o governo do Estado, realizado pela Revista Veja, o senador Crivella confirmou o que disse o humorista, ex-casseta e planeta, Marcelo Madureira, revelando que acha a gestão Cabral/Pezão a melhor que o Rio de Janeiro já teve, apesar de alguns problemas. Garotinho não deve ter gostado nem um pouquinho disso.

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PMDB no ataque: Desespero ou estratégia?


Quem tem acompanhado os programas eleitorais do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) neste segundo turno não está mais entendendo nada. Aquele bonachão que recebia pancadas, engolia seco e deixava passar, deu lugar a um novo personagem, um que não espera cutucadas para proferi-las. O homem humilde pintado no primeiro turno incorporou um algoz nada agradável.

Resta saber se há algum motivo específico para esta estratégia, ou se trata de puro e simples desespero. A verdade é que a segunda opção retrata com mais fidelidade a atual situação. Acontece que os peemedebistas não esperavam outro adversário no segundo turno. O Garotinho era pule de 10 entre todos e, devido a sua rejeição recorde, também era o preferido para o duelo. Mas Crivella, que sempre ostentou fama de cavalo paraguaio veio voando na reta final, e os marqueteiros do governador querem, a todo custo, cortar suas asinhas.

Qual é a ideia?

O objetivo é simples. Assim como o PMDB escondeu Cabral, o sobrinho de Edir Macedo escondeu seu tio e passou ileso. O eleitor não ligou o senador a Iurd (Igreja Universal do Reino de Deus), segmento religioso com alto índice de rejeição entre aqueles que não a seguem. Por isso, a ideia é explorar a ligação e aumentar a rejeição de Crivella, já que seria mais fácil evitar o crescimento do bispo do que aumentar os índices de Pezão.

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Cadê Garotinho, Bruno?

Projetos paralelos influenciaram, ou anteciparam, a derrota de Garotinho?

Facebook de Pablo Lobo - Bruno Dauaire e Júlio Lopes, mas nada de Garotinho.

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Garotinho e Crivella com encontro marcado

Blog do Garotinho


O ex-governador Anthony Garotinho (PR), que ficou de fora do segundo turno, já tem um conversa marcada com o senador Marcelo Crivella (PRB), como o mesmo informou em seu blog. Tudo indica que Garotinho vá acompanhar o sobrinho do Bispo Edir Macedo.
“Eu e o senador Marcelo Crivella marcamos uma conversa amanhã (terça), às 10 horas, na minha casa, em Campos. Logo após falarei com a imprensa.”

O blog Na Curva do rio, da jornalista Suzy Monteiro, aqui, também falou sobre a vinda de Crivella a Campos.

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Garotinho: O começo do fim


A estrada da política se estreita para um dos homens públicos mais relevantes do cenário estadual, e até mesmo nacional, das últimas décadas. O ex-governador Anthony Garotinho é dono de uma das carreiras políticas mais consagradas nas urnas dos últimos tempos. Com uma ascensão meteórica, ele atingiu Executivos municipal e estadual antes mesmo de chegar aos 40 anos, e antes dos 50 se candidatou a presidente da república batendo recordes em sua primeira disputa, ficando com o 3° lugar. Mas muito do que fez Garotinho, em seu início de glórias, o desconstruiu e levou a sua derrocada nesta última eleição, ficando fora do segundo turno para o senador Marcelo Crivella. Agora, o ex-governador ficará, no mínimo, 20 anos sem ganhar uma eleição para um Executivo. A última vitória foi em 98.

O deputado não soube “envelhecer”, e toda a irresponsabilidade jovial que então lhe cabia era perdoada, às vezes até admirada, devido a sua imaturidade e “insatisfação”, sugerida pela pouca idade. Mas o tempo não levou os ataques inconsequentes, lhe trouxe prepotência e um caminhão de ex-amigos, que são bem piores que inimigos. Estes artigos já não combinam com seus cabelos brancos. Isso, claro, sem adentrar no mérito da gestão em si, que segue arcaica, politiqueira e nada resolutiva.

Grande responsável por romper o reinado do “coronel Zezé Barbosa”, Garotinho assiste o seu “mundo” colapsar. O ex-governador até abriu a discussão política na cidade, mas ao invés de libertar a planície, quis conquista-la. Logo ele, que tanto bradou “coronel” ao seu algoz, resolveu vestir a patente. Mas o povo já começa a reforma-lo, e o mais penoso disso tudo, sobretudo para o próprio, é que o fato ocorre sem honrarias e condecorações.

Que fim de carreira lamentável. Mas, a gente só colhe o que planta.

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Pezão e a estratégia do “homem humilde”


A máquina do ex-governador Sérgio Cabral e PMDB soube, com uma exatidão rara, montar a candidatura de seu sucessor, Luiz Fernando Pezão. Já os candidatos de oposição, sem os mesmos recursos e criatividade, investiram em estratégias equivocadas, em alguns casos sequer houve uma estratégia, como podemos comprovar nas redes sociais, debates e propagandas eleitorais. Este ciclo midiático se completa, e a harmonia entre os três é primordial. Não adianta investir só na TV ou na internet.

Exemplos clássicos de estratégias equivocadas são do ex-governador Garotinho (PR) e do senador Lindberg (PT). O campista sofreu por sua historia pregressa. De tanto brigar, em toda sua carreira política, Garotinho se viu sem aliados, portanto, sem tempo de TV. Além disso, o foco deveria ter sido, antes de mais nada, a sua humanização, depois realizações, não o discurso de fazer “para quem mais precisa”, usado também por Lindberg, que afastou a classe média e não agradou aos mais humildes. O petista, além de errar no approach, investiu muitas fichas nas redes sociais, achando que a mesma aglutinaria os jovens, mas se esqueceu de que este setor é bem dividido, e predominantemente dominado pelo PSOL. Lindberg soou repetitivo.

Já os marqueteiros do PMDB acertaram em cheio. Com um produto fraquíssimo em mãos, souberam transformar as limitações em qualidades. O fato de Pezão não ter nenhum cacoete ou jogo de cintura para aparecer na televisão ou até mesmo falar em público, foi bem aproveitado. A postura de “homem simples, de família humilde”, foi explorada. As pessoas se identificaram com Pezão, que mesmo sofrendo ataques violentos nos debates, não passava recibo. Ele manteve a calma e vaselinou em todas as indagações críticas. Quem pegou muito “pesado” com o governador, ainda obteve rejeição. O peemedebista quando apanha, recebe a simpatia e compaixão do povo, pois é o Pezão das propagandas que as pessoas conhecem. Quem não viu aquele “homem humilde, filho de operário, com uma mãe de 83 anos que nunca precisou de empregada, e sempre o ensinou que humildade é tudo na vida”. O povo não gosta de ver uma pessoa simples sendo atacado em rede nacional. A verdade é que Pezão foi um ótimo jogador. Ele é como aquele volante grosso que não inventa, desarma e passa a bola, pois conhece suas limitações. Diferente de uns jogadores em final de carreira, que não tem nem mais as pernas nem o talento que um dia tiveram.

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No Rio de Janeiro, 42% dos eleitores não sabem quem é o governador


Sabe a estratégia do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), para a reta final de campanha? Dizer ao eleitor que é ele o governador – 42% não sabem disso, diz uma pesquisa do GPP.

Época

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