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LICEISTAS DE CAMPOS: UNI-VOS

Abaixo, segue para divulgação, carta que recebi via email de um leitor do blog. Sinceramente… espanto me causou. Não teria sido o Liceu de Humanidades de Campos restaurado há mais ou menos uns cinco anos?! De todo modo, nos comprometemos em trazer o debate à tona. Os responsáveis que se expliquem; a carta veio em forma de manifesto, sem assinatura. LP

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RIQUEZA HISTÓRICA DESPROTEGIDA                                                      *IMAGEM DO GOOGLE

SALÃO NOBRE DO LICEU DE HUMANIDADES DE CAMPOS

O Salão Nobre do solar do Liceu de Humanidades de Campos está em vias de desabar sobre o saguão de entrada do prédio (um palacete inaugurado em 1867 para residência do Barão da Lagoa Dourada). O piso desse Salão estala ameaçadoramente ao peso de uma única pessoa que sobre ele caminhe. Grave infiltração no teto do edifício, responsável por esse efeito, já fez ruir sobre o mesmo piso o belo e antigo lustre do Salão.

O Liceu de Humanidades de Campos (LHC) é uma escola pública oficial desde sua criação, em 1880. Para que fosse instalada e começasse a funcionar em 1884, o presidente da província do Rio de Janeiro exigiu, em 1883, que o município de Campos, por aquisição ou construção, dispusesse de um prédio para a respectiva sede e paralelamente nomeou uma comissão composta de ilustres homens da cidade de Campos para promover arrecadação de donativos em dinheiro para consecução do fim declarado. O trabalho da comissão se estendeu por todas as freguesias do município de Campos, com resultados favoráveis, mas, de justiça, coube à comissão o título de maior contribuinte, à vista do arrecadado entre seus próprios membros.

O Solar do falecido Barão da Lagoa Dourada foi adquirido para sede do LHC em dezembro de 1883 por 25: 000$000 (vinte e cinco contos de réis) e, mediante escritura, doado pela comissão compradora à Câmara Municipal de Campos, que à época tinha feição de órgão executivo.

O compromisso da Província, depois do Estado do Rio de Janeiro, para uso de edifício não próprio cedido para fins de ensino público, era, no caso do prédio do Liceu de Humanidades de Campos, o de prover a manutenção do imóvel e garantir ao mesmo reformas necessárias. Só que não demorou muito para que um presidente do Estado do Rio de Janeiro, talvez por ignorar fundamentos históricos, viesse a declarar em relatório apresentado à Assembleia Legislativa Fluminense que o prédio do LHC era próprio estadual. Daí para frente foi sendo construído o esquecimento sobre a verdadeira propriedade do Solar.

O que importa agora, no entanto, não é apontar quem seja o dono do prédio. Importa o dever do Estado, e isso que não admite contestação. Cumpre ao governo estadual fluminense assumir sua responsabilidade diante da ruína que se abate sobre o palacete que abriga o LHC.

O que parece entravar ação de autoridade competente, como sempre, é a política partidária. O interesse da cultura, da educação, da história, submetido aos humores e simpatias de governantes.

O LHC conta 131 anos de fundação. Em 127 anos de serviços educacionais, vem oferecendo à terra goitacá, ao estado fluminese e à nação brasileira sua parcela de contribuição para o preparo de homens e mulheres que dignificam/dignificaram a profissão escolhida.

Incontáveis liceístas, tomados de amor e saudade por sua casa de ensino, sofrem na antevisão do destino dela. Se já assim unidos, unam-se também em vozes de protesto.  Fortaleçam-se para exigir, sem esmorecer. Organizados, passeiem cobrança. Promovam coletivas com profissionais de rádio, jornal e televisão. Seu clamor chegue à ALERJ, ao Congresso Nacional, a instâncias maiores do poder público no Brasil.

Boca no mundo talvez seja a única forma de salvação de um solar do século XIX, de pé em Campos dos Goytacazes há 144 anos. É Casa de escola, com rica tradição. Escola com missão cumprida e ainda a cumprir.

 

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17 comments to LICEISTAS DE CAMPOS: UNI-VOS

  • Leonardo

    é Culpa de Rosinha….coloca é culpa de Garotinho …Coloca ae

  • Antonio Carlos Ornellas Berriel

    É impressionante a irresponsabilidade com que se trata o patrimônio histórico e cultural de Campos. Isso de maneira ampla, geral e irrestrita, sem distinção de credo político ou religioso. Um parêntesis: Se nosso povo fosse protetor da cidade como é dos gestores incompetentes que a governam, estaríamos numa situação bem melhor. Qualquer coisa que acontece, qualquer reclamação, já pula um Chapolin Colorado para defender Rosinha e Garotinho, mesmo que não tenham sido acusados. Mas, voltando ao que interessa, boca no trombone mesmo! É interessante que a empresa que fez a restauração seja chamada a se explicar. Se for a mesma que está avacalhando o prédio do antigo Forum, já pode ir explicando porque será necessária nova restauração daqui a poucos anos. Só para concluir, alguém sabe quem restaurou o relógio do Mercado? Tenho algumas informações ainda não confirmadas que podem fazer vários Chapolins saltarem de martelo em punho.

  • Savio

    Como ex-liceísta, agradeço e parabenizo a divulgação sobre o problema no Salão Nobre do Liceu.
    Realmente, para uma obra “restaurada” em tão breve tempo, se esperaria uma durabilidade maior!
    Ou o material utilizado, ou o modo de como foi feito tal reparo, ou ambos, certamente não foram feitos como devia. Há ainda a possibilidade de o Salão Nobre ter sido reparado, mas sem que outras providências preventivas fossem tomadas, como por exemplo, infiltração ou telhado com problemas.
    Além da questão patrimonial-histórica, não sei que tipo de atividade é utilizada naquele espaço. Não tenho informações sobre se o mesmo é utilizado ou mesmo se o público tem acesso ao Salão Nobre.
    Isto pode ser tanto parte do problema, quanto da solução, de tal modo, que se o mesmo for melhor frequentado, mais visível o mesmo ficará e mais fácil será notar qualquer deterioração e consequente e imediato reparo.
    Convenhamos, que um problema de deterioração não surge do dia pra noite! É necessário que quem detenha a responsanilidade pelo Solar cuide de observar o estado de sua conservação!
    Lembro-me que no meu tempo de Liceu, por todo o antigo “ginasial” quanto pelo “Científico”, só tive a felicidade de conhecer o referido Salão Nobre, uma única vez! E isto, lá pelos anos 60!
    Espero que isso tenha mudado nestes últimos 50 anos, mas a verdade é que não me lembro de ter visto uma única vez sequer, nenhuma notícia sobre a utilização do referido Salão, em nenhuma atividade com acesso público.
    Assim, vejo consternado a notícia sobre o estado precário de conservação do Salão Nobre, mas também clamo para que o mesmo tenha maior visibilidade e utilidade pública nos eventos culturais de nossa cidade.
    Talvez, este seja o ponto vital para que o mesmo seja preservado, através de um melhor aproveitamento do espaço.
    Como ex-liceísta, é o que espero.

  • Ainda espero a redenção dos políticos quanto ao sentimento histórico/cultural, pois já é hora de conservar e cuidar do pouco que restou, como o prédio do nosso Liceu. Políticos já sem dó nenhuma, detonaram Trianon, Praça da Bandeira, Jardim São Benedito, Parte do Jardim do Liceu e Praça São Salvador. Fico na dúvida: foi falta de sentimento? Falta de cultura? Ou faltou o que? Temos deputados federais, estaduais e prefeito para trabalhar por nossa cidade. Ou falta olhos e informantes?

  • Antonio Carlos Ornellas Berriel

    O Sávio tocou num ponto importante: A falta de uso dos prédios históricos é preponderante para a sua deterioração.

  • Joanes

    A escola de Aristóteles.
    LEANDRO KONDER

    Os jornais noticiaram que, há pouco mais de dois meses, foi descoberto o lugar onde o filósofo Aristóteles dava suas aulas.
    Há um século e meio, equipes de arqueólogos vinham tentando localizar o localexato onde o pensador grego instalou seu famoso Liceu em 335 antes de Cristo.
    Em novembro do ano passado, operários da construção civil estavam preparando um terreno para os alicerces do futuro Museu de Arte Moderna de Atenas, planejado pelo arquiteto Pei (o criador da pirâmide do Louvre), quando perceberam que estavam tropeçando em ruinas enterradas. Por acaso, haviam encontrado o que os arqueólogos es¬tavam procurando.
    De início, ainda houve alguma dú¬vida: não seria um prolongamento do ginásio de Licurgo orador polí¬tico da época? Mas logo a questão foi esclarecida: era mesmo o Liceu de Aristóteles.
    Podemos imaginar a emoção dos pesquisadores que tiveram consciência de estar pisando o memo solo em que o pensador caminhava de manhã com seus discípulos dile¬tos, seguindo o método “peripatético” e propondo-lhes problemas e te¬mas complexos (atividade “esotéri¬ca”). Ou tiveram a impressão, de es¬tar sentados na mesma pedra em que o filósofo se apoiava para, à tarde, fazer palestras acessíveis a um público mais amplo (atividade “éxotérica”).
    Com um olhar inevitavelmente carregado de informações, leituras, referências, os pesquisadores de¬vem ter tentado “ver” algo que lhes evocasse o que aconteceu naqüele lugar há mais de 23 séculos.
    Com a imaginação mais excitada, é possível que alguns tenham, até tentado “ouvir” algo da voz do mestre, fazendo o elogio da prudência prática (a “sofrosine”), muito necessária em tempos tumu1tuados. Afinal, quando fundou o Liceu, Aristóteles acabava de retornar de uma temporada, em que trabalhava para Felipe da Macedônia, que tinha sido assassinado.
    Os tempos da póIis já tinham passado, a experiência democrática terminara.
    Aristóteles não era hostil à democracia, como seu mestre Platão, porém sabia que não havia como reanimar as instituições democráticas no futuro próximo. E sabia
    também que seus conterrâneos o olhavam com desconfiança, achavam que ele era um traidor, vendido à Macedônia.
    A “energéia” (atividade social, exercício da cidadania, ação inspirada por motivações éticas) não encontraria, nos séculos seguintes, caminhos favoráveis para
    serem trilhados. Contudo, o ser humano – um “zôon politikon” por natureza – insistiria em buscar os meios que lhe possibilitariam um dia elevar-se à existência na polis.
    Enquanto prevalecessem condi¬ções desfavoráveis, era preciso mo¬ver-se com cuidado, medir as palavras, agir com moderação, evitando os exageros, as unilateralidades. ‘A virtude está no meio”, ensinava o filósofo. Situa-se entre dois erros
    opostos: o erro por deficiência e o erro por excesso.
    Na expressão estética, ele recomendava a “metriótes”, o senso da medida e da proporção. O teatro, que alcançou em Atenas, na geração anterior à de Aristóteles, um
    de seus momentos mais gloriosos, proporcionava experiências emocionais intensíssimas e purificadoras (“catarse”) na alma dos espectadores, mas esse efeito só era alcançado porque os autores das grandes tragédias eram capazes de dosar adequadamente os
    ingredientes que punham em suas peças.
    Os pesquisadores que estão examinando as ruínas recém-descobertas do liceu devem ter recordado essa lição de Aristóteles quando encaminharam às autoridades a ponderação de que convinha mudar o local da construção do Museu de Arte Moderna de Atenas, para preservar o local onde funcionava o liceu.
    É possível, mesmo, que alguns dos arqueólogos tenha advertido: o espectro do falecido pensador, irritado com a falta de medida e de proporção que talvez lhe pareça
    existir na arquitetura do sino-americano Pei, é capaz de provocar uma implosão no prédio, se ele vier a ser edificado sobre o lugar onde foram dadas aulas inesquecíveis.
    O GLOBO LEANDRO KONDER é filósofo.

  • José Cunha Filho

    Parabéns, Luciana!
    Bom dar voz aos liceistas, como este escrevinhador hoje aposentado e praiano, mas sem jamais ter deixado o Liceu. Vivo nas memórias e na companhia de amigos e amigas que compartilharam anos de alegria e aprendizado da arte de viver. O problema com o Liceu é o mesmo de outros tantos prédios significativos de nossa memória cultural. Abandono e o eterno “empurrar com a barriga”. O esperar que o “outro faça”. De preferencia com o molho das verbas superfaturadas. Pensar que na Europa se mantém ainda o navio usado pelo Almirante Nelson para derrotar a Armada de Napoleão. Bonitinho, ponto turístico importante, de madeira (dizem que o problema do Liceu é o excesso de madeira que atrai cupins…), dentro dágua, ancorado num porto. Sabe o que falta, Luciana? Indignação que se expresse não apenas em sentimento de impotência ante a desídia dos governantes. Falta aos campistas e brasileiros, o sentimento de que o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido. Falta a imprensa nacional hoje, o dedinho em riste do repórter impertinente, que indagaria da Presidanta (é danta mesmo) se “a minha viagem a Bulgária é pessoal e emocional”, para perguntar quem paga a conta. Falta a constituição ideal de Capistrano de
    Abreu, com apenas dois artigos: Primeiro” Todo brasileiro é obrigado a ter vergonha cara.” Segundo, “Revogam-se as disposições em contrário”.
    Abraços,
    cunha

  • VÉRA PASSOS

    Cara Luciana.
    Como liceísta, aflita com as graves condições em que se acha o prédio do Liceu, produzi o texto incluído em seu blog. AGRADEÇO seu acolhimento à causa, que não é somente de liceístas de hoje e de ontem. O prédio do Liceu é patrimônio histórico de Campos. Esperamos de todo campista participação no empenho, que vai ganhando corpo, de vê-lo urgentemente restaurado quanto ao que o afeta.
    Salvo engano meu, a última grande reforma por que passou o prédio do Liceu foi inaugurada no ano 2000.
    Quanto à utilização do Salão Nobre, participei de alguns acontecimentos ali, como o jantar de aniversário do Liceu em 2005 e o lançamento do livro da prof.a Maria Thereza Venancio sobre a FAFIC, em 2006. Digo mais, em todos os outros momentos em que visitei o Liceu, inclusive para pesquisas no arquivo histórico, o espaço do Salão esteve sempre aberto e bem cuidado (mais de uma vez, nessas ocasiões referidas, o fotografei, registrando sua grande beleza).
    Está em gestação o plano de uma grande concentração diante do Liceu, para clamar pelas obras que se impõem.Peço que prováveis adeptos se manifestem,em termos de presença. Deixo, para tanto, meu endereço: vlmpassos@yahoo.com.br.
    Afirmo-lhe, Luciana, toda minha consideração e admiração. Também exponho meu apreço a todos os que já se manifestaram em seu blog a respeito de nosso Liceu. O Liceu de Campos.
    Véra Passos

  • Maria Amelia de Almeida Pinto Boynard

    Esclareço que o texto RIQUEZA HISTÓRICA DESPROTEGIDA. SALÃO NOBRE DO LICEU DE HUMANIDADES DE CAMPOS é de autora da Professora Véra Lucia de Moraes Passos, liceísta, ex-diretora da FAFIC e grande escritora campista.

  • Maria Amelia de Almeida Pinto Boynard

    Desculpe, quis dizer autoria.

  • VÉRA PASSOS

    Faço público, neste espaço, que a professora e cuidadosa pesquisadora Maria Amélia Boynard, grande amiga, tem prestado ao iniciado movimento em prol do Liceu valiosa colaboração, sempre com a maior presteza em responder a apelos. Muitos nomes teria a crescentar, já integrados à campanha. Cito de memória alguns dentre os residentes em Campos: Vilmar Rangel, Sávio Roberto, José Luís Viana, José Armando Pires Ribeiro, James de Souza, José Aldael Manhães. Não residentes em Campos: Luiz Francisco Gualda Pereira (BH), irmãos e cunhada; Ana Lúcia Cabral; Mariana (presentemeneete com estada na Holanda – filha de Maria Amélia Boynard), Sieglinda Heidenfelder (cidade do Rio de Janeiro)

  • ADILSON GUTTENBERG

    REALMENTE O TEXTO É DA ILUSTRE E COMPETENTE PROFESSORA VERA LUCIA DE MORAES PASSOS….HÁ MAIS DE QUATRO ANOS QUANDO A TURMA DE 1954-1960,COM A AJUDA DA TURMA DE ARQUIVOLOGIA DA UENF,CHEFIADA PELA DRA. SILVIA MARTINEZ, SALVOU O ARQUIVO MORTO, TENHO TENTADO,NA MEDIDA DE MINHAS AMIZADES,TRANSFORMAR O LICEU EM UM CENTRO CULTURAL.ONDE OS CAPITALISTAS DA PETROBRÁS, BNDES, PREFEITURA DE CAMPOS COM OS JUROS DO PETRÓLEO E A TURMA DO SR. BATISTA PODERIAM AJUDAR NA MANUTENÇÃO E DESCONTAR NO IMPOSTO DE RENDA…..ISTO ANTES QUE ACONTEÇA COM O LICEU O QUE O JAMES SOUIZA FALOU…E INCRIVEL NUMA DESTA REUNIÕES DE MINHA TURMA VISITAMOS O SOLAR DA BARONEZA, NO OUTRO LADO DO RIO, QUE FOI “DOADO” A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, QUE SIMPLESMENTE ACREDITEM FEZ UM ANEXO COM APARTAMENTOS SUITES E UMA PISCINA NO PÁTIO…E ABANDONOU…SEM FALAR NO TRIANON….É PRECISO LEMBRAR AOS CORRUPTOS QUE UMA REFORMA DO LICEU DÁ UMA GRANA EXTRA PARA A CAMPANHA DE PREFEITO E VERADOR, QUIÇAS DEPUTADOS E GOVERNADOR….APROVEITEM

  • Acabo de tomar conhecimento do descaso com um patrimônio da história da educação brasileira, e como historiadora da educação, sou solidária a que façamos todo o possível para não perder mais essa parte de nossa história. Publiquei, Luciana, seu texto no blog do Centro de Memória Institucional (CEMI) do Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ). Quem sabe juntos os historiadores da educação, os liceistas e o povo – tão pouco consultado para estes assuntos – não possam fazer alguma coisa?

  • Gildo Henrique

    Não sou liceista. Estudei na “federal”. Ainda jovem, cheguei a participar da guerra entre as duas instituições por ocasião de vários setes de setembro. Lembro-me de que houve anos em que não houve desfiles das duas por causa da rivalidade…

    Mas, parabéns, Luciana pela matéria! Um absurdo o descaso…

    p.s.: mas…pessoas de governos anteriores virem aqui protestar não vale.

    • Caro Gildo,
      Agradeço sua participação e testemunho. Momentos como o de agora, pedem de todos unidade na ação. Sim, nos interessa saber a razão da restauração feita ter sido de validade tão curta. No entanto, no momento é buscar solução de quem tem a responsabilidade para tal.

      Um abraço,

      Luciana Portinho

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