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Rio das Ostras Jazz & Blues

Apontado pelos críticos como um dos melhores festivais do gênero no país, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival chega à oitava edição. De 02 a 06 de junho, uma seleção dos melhores instrumentistas e intérpretes da atualidade se apresentará nos palcos montados na Cidade do Jazz & Blues, em Costazul, na Praia da Tartaruga e na Lagoa do Iriry.

As atrações serão as seguintes:

Ron Carter Trio com Russel Malone e Mulgrew Miller

Ron Carter tem uma reputação no mundo da música inigualável. A sua elegância é um traço marcante. Toca com um virtuosismo impressionante como solista e acompanha qualquer músico ou grupo tocando com preciosismo, com os dedos da sua mão esquerda passeando pelo braço do baixo parecendo o caminhar de uma tarântula. São mais de quarenta anos de dedicação a música, atuando por todo os EUA em discotecas e salas de concerto, junto a nomes como Eric Dolphy, Jaki Byard, e Wes Montgomery, excursionando pela Europa com Cannonball Adderley, participando do clássico quinteto de Miles Davis , juntamente com Herbie Hancock, Tony Williams, e Wayne Shorter.

Ron é um dos poucos baixistas que continuaram a tocar baixo acústico, quando muitos passaram ao baixo elétrico. Segundo ele “uma escolha consciente, pois sentia a responsabilidade de apresentar uma alternativa viável para o som elétrico popular”.

Russel Malone, é um guitarrista essencialmente autodidata de jazz swing, atuando também no Bebop e gêneros contemporâneos do jazz. Malone apresenta uma gama completa de sons em seu violão, a partir de acompanhamentos que lembram o ritmo à sua alma, solos, por vezes, funky. Também suas baladas são de tirar o fôlego.

Mulgrew Miller, pianista, estabeleceu-se como um solista criativo, um compositor importante e uma grande força na cena do jazz atual. Possui a técnica de Oscar Peterson e um estilo influenciado por McCoy Tyner, Miller é indiscutivelmente um dos melhores da cena de jazz da atualidade.

Juntos possuem a precisão, a qualidade de jazz de câmera e facilmente se prestam a contrabalançar suas qualidades de músicos individuais.

T.M. Stevens Project com Cindy Blackman, Delmar Brown & Blackbyrd McKnight

A lista de artistas com quem já tocou impressiona: James Brown, Joe Cocker, Tina Turner, Miles Davis, Steve Vai, Mahavishinu Orchestra, entre outros.
Com sua banda atualmente apresenta um tipo de heavy metal com funk, misturando percussão meio afro e raizes do reggae com o funk e melodias fortes .
Reuniu uma all star band da qual fazem parte a baterista Cindy Blackman (integrante da banda de Lenny Kravitz), Delmar Brown, (teclados) ex-integrante das bandas de Sting e da Orquestra de Gil Evans; e o lendário guitarrista Blackbyrd McKnight, que fez parte do Parliament/Funkadelic de George Clinton, tendo também trabalhado com Bootsy Collins, Miles Davis e Herbie Hancock & The Head Hunters, entre outros.

Sobre Cindy Blackman acrescentamos que é uma daquelas musicistas raras, que dominam vários estilos. Se destaca nos cenários jazísticos, pop e rock and roll.

Rod Piazza & The Mighty Flyers

Rod Piazza é da linha de frente do blues no estilo da Califórnia. Cantor, gaitista e band leader, tem no som de sua gaita a influência marcante de Little Walter e George “Harmonica” Smith, dois dos maiores gaitistas da história. No inicio de carreira participou da Dirty Blues Band nos anos 60. Posteriormente lançou em 1973 seu primeiro disco solo, estabelecendo-se com os Mighty Flyers, e sendo obrigatória nos principais festivais de blues ao redor do mundo.

Em suas dinâmicas apresentações com o The Might Flyers num estilo West Coast Blues, a presença de palco impressiona e não costumam deixar ninguém da platéia sentado. O estilo West Coast se baseia no drive do walking bass e nos upbeats jazzísticos da bateria, sobre os quais Rod desfila seus solos de gaita, proporcionando espetáculos recheados de energia e interação com a platéia.

Os destaques do grupo ficam por conta de sua esposa, a loura Honey Alexander, pianista, dona de uma performance invejável de palco, além de Henry Carvajal na guitarra e Dave Kida na bateria.

Michael ”Patches” Stewart

Quando começa a tocar seu trumpete, imediatamente se percebe a grande influência de New Orleans, berço do jazz e terra onde nasceu. Lá também ainda no tempo da high scholl recebeu o apelido de “Patches”, devido a quantidade de remendos que tinham em suas calças jeans.
Cedo, começou a ganhar uma reputação em torno de New Orleans quando atendeu a um chamado para uma gravação com Allen Toussaint. Seria a primeira vez em um estúdio e acabou se tornando importante, ele estava na sessão de gravação do hit internacional de Labelle, Lady Marmalade.
Em pouco tempo começou a excursionar com outro gigante – Al Jarreau. Participou de gravações em estúdio e no palco com artistas como Quincy Jones, David Sanborn, Anita Baker, George Duke, Bonnie Raitt, e Rickie Lee Jones, além de fazer parte da super banda de Marcus Miller.
The Michael Landau Group

Músico e compositor, Michael Landau nasceu e foi criado em Los Angeles. Cresceu com Beatles, Jimi Hendrix,Led Zeppelin e Cream. Seu avô arranjou e tocou com os irmãos Dorsey e Benny Goodman e no início da adolescência, Michael rapidamente tornou-se muito interessado em jazz e música jazz elétrico. Weather Report, Pat Martino e Jaco Pastorius foram algumas das suas obsessões cedo.
A partir desta mistura diversificada de influência, a sonoridade seu caminho começou a tomar forma. Seu grupo atual centra-se na improvisação e espontaneidade de shows ao vivo. “Eu vivo para aqueles momentos quando o som e a emoção tornam-se uma força monstruosa maior do que os próprios músicos individualmente.” É considerado um dos maiores guitarristas de estúdio de todos os tempos e reconhecidamente um dos mais empolgantes guitarristas a pisar no palco nos dias de hoje.
Victor Bailey Band
Nasceu na Filadéfia em uma família de músicos e começou a tocar bateria aos dez anos. Baixista de renome ele também é compositor, produtor e maestro.
Nos anos 60s, 70s, 80s, gravou musicas com grandes artistas do R & B, incluindo Patti Labelle, The Styllistics, Blue Magiccom entre outros, já tendo tocado em mais de mil discos, e já excursionou com artistas tão diversos como Joe Zawinul, Mary J. Blige e Madonna.
Desde o fim dos anos 70 é reconhecido como um dos maiores baixistas do mundo e teve reconhecimento internacional quando se juntou ao super grupo Weather Report, a fusão do jazz inovador. A Victor Bailey Band é formada por Victor Bailey (baixo elétrico), Poogie Bell (bateria), Peter Horvath (teclados) e Dean Brown (guitarra).
Stanley Jordan Trio com Armandinho Macêdo

Stanley Jordan é um músico de jazz. Aclamado como um dos guitarristas que fizeram grandes contribuições técnicas e musicais para o instrumento. Sua carreira tem fatos tão pitorescos quanto sua técnica. Mesmo formado em teoria musical e composição da Universidade de Princeton, ele escolheu viver a experiência de músico de rua, tocando em Nova York, Filadélfia e várias cidades no Meio Oeste e no Sul do Estados Unidos. A opção, ao contrário de outros casos, deu-lhe notoriedade. Autodidata, Jordan se baseou no piano em seu estilo de tocar guitarra. E foi o pioneiro da técnica “2 hands”,que consiste em tocar as duas guitarras com linhas melódicas totalmente diferentes ao mesmo tempo.

Oferecendo uma síntese inteligente e sensível de estilos de jazz, “Magic Touch” como é conhecido tocou fundo o público em geral. Sua versão de “The Lady in My Life”, de Michael Jackson, é considerada um padrão definitivo para o gênero conhecido como jazz contemporâneo. Na atual fase de sua carreira, que inclui o Brasil como roteiro obrigatório de turnês, Stanley Jordan tem feito as apresentações com uma banda formada por músicos brasileiros de alto nível como Ivan “Mamão” Conti na bateria, do grupo Azymuth, e o talentoso baixista mineiro Dudu Lima no baixo acústico, elétrico de 4, 5 e 6 cordas e fretless. Juntar a isso em participação especial Armandinho Macêdo na guitarra baiana e no seu estilo inconfundível de tocar bandolim.

Joey Calderazzo Quartet

Nascido em New Rochelle, estado de NY, o pianista iniciou sua carreira muito cedo e já é vencedor de um Grammy na categoria de jazz contemporâneo. Recebeu grande influência de Oscar Peterson, Chick Corea, Herbie Hancock e McCoy Tyner.Desde os 22 anos na estrada, tocou com o saxofonista Michael Brecker, com quem gravou mais de 8 CDs além de ter participado de várias turnês mundiais, incluindo a tour “Michael Brecker All Star Band” ao lado de Pat Metheny, Dave Holland e Jack De Johnette.
Ele domina muito bem a técnica do instrumento com grande fluência e intensidade musical considerado um dos maiores solistas do jazz. É integrante ainda, da banda do saxofonista Branford Marsalis. O Joey Calderazzo Quartet é formado por Joey Calderazzo (piano) Aj Brown (baixo) Orlandus Perry III (bateria) e Brevan Hampden (percussão).

Glen David Andrews

Glen David Andrews, é um trombonista e cantor de 28 anos, da nova geração de músicos que nasceu em New Orleans e que faz questão de preservar sua herança musical. Seu estilo une o tradicional jazz de New Orleans com o funk das brass bands (bandas de metais) que deram origem ao jazz. Definido como uma mistura de James Brown e Prince vem sendo apontado como um dos melhores cantores da cidade. Andrews e família tiveram que abandonar New Orleans após o furacão Katrina, indo para Houston onde se sentia “exilado”. No último New Orleans Jazz & Heritage Festival saltou do palco e anunciou :“ É o meu tempo. New Orleans nunca vai embora .”

Armandinho Macêdo

Armandinho Macêdo – começou cedo sua carreira musical. Filho de Osmar Macêdo, um dos criadores do Trio Elétrico, esse ficou impressionando com o filho e lhe passou todo o seu repertório. Armandinho, aos dez anos, já liderava o Trio Elétrico Mirim. Adolescente ouviu Beatles, Hendrix, Rolling Stones, e sem esquecer suas origens, incorporou tendências e distorções roqueiras ao bandolim tradicional e à guitarra baiana, instrumento no qual fez escola.

Já tocou com os maiores nomes nacionais como Raphael Rabello, Paulo Moura, Época de Ouro, Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Caetano Veloso, Trio Elétrico de Armandinho, Dodô e Osmar, entre outros, em seus quase 40 anos de carreira e mais de 30 CDs . É considerado um dos dez maiores guitarristas do Brasil.

Raul de Souza

O brasileiro João de Souza, Raul, como é conhecido, adotou o nome por influencia de Ary Barroso, no início da carreira no Rio de Janeiro, anos 60 . E assim ficou conhecido como o trombonista, saxofonista e percussionista Raul de Souza. Trabalhou com nomes incríveis como Tom Jobim, George Duke, Hermeto Pascoal, Sonny Rollins, Sarah Vaughan, Sivuca, Baden Powell, Sergio Mendes Bossa trio e até RC7 de Roberto Carlos.

Multi-instrumentista começou tocando tamborim, passando pelo trompete, tuba, sax tenor e flauta antes de se encontrar no trombone.
Passou muito tempo no México, trabalho ao lado de Airto Moreira e Flora Purim, e depois nos EUA onde Airto lança o primeiro disco de Raul, que se diz “ pasmo ao ouvir os nomes que Airto havia juntado para seu álbum de estréia” , o fenomenal sax alto de Cannonball Adderley e o mestre do trombone e seu ídolo J.J.Johnson que arranjou e regeu o naipe de metais.

Atualmente vive na França onde participa de diversos projetos, inclusive um onde mescla funk com batidas eletrônicas, assim como apresentações de música brasileira com uma pegada jazzística.
Raul de Souza é ainda o inventor do Souzabone e considerado um dos maiores trombonistas do mundo.

André Christovam

André Christovam traz na bagagem uma história de mais de 30 anos de estrada. Foram anos de estudos e muitas viagens tocando com diversas lendas do blues. Mas foi o guitarrista Hubert Sumlin quem o fez seguir o caminho do blues. Com doze anos de carreira musical, em 1988, André Christovam grava o álbum “Mandinga”, seu primeiro disco pela gravadora Eldorado, e por suas letras em português, torna-se um marco da discografia do blues nacional.

Quando lança seu disco “A Touch of Glass”, André Christovam apresenta suas composições em inglês e mostra-se um exímio “slide guitarist”. Com bottleneck no dedo, realiza 70 shows em seis meses, culminando com apresentações deste trabalho nos Estados Unidos, no Tobbaco Road, em Miami, lotando a casa por duas noites. Menos de um ano depois, têm início as gravações de um álbum que foi um verdadeiro divisor de águas na história do blues no Brasil. André Christovam, B.B. Odon e a cozinha de Buddy Guy, composta por Jerry Porter (bateria) e J. W. Williams (baixo e vocal) registraram em 80 horas de gravação, o que viria a ser o terceiro disco de André Christovam, “The 2120 sessions”.

Rio Jazz Big Band & Taryn

A Rio Jazz Big Band é uma derivação da tradicional Rio Jazz Orchestra, que cedeu seu naipe de metais para se unir ao Power trio que vem acompanhando a cantora Taryn no show do seu trabalho dedicado à pesquisa do Blues , suas raízes e vertentes.

Regida pelo maestro Marcos Szpilman, pai de Taryn, e com a presença de renomados músicos como Cláudio Infante bateria, Ricardo Marins guitarra,George Oliveira e AC sax na compania de mais 10 músicos, a big band traz uma performance explosiva , apresentando um espetáculo que tem o intuito de celebrar os 60 anos da Chess Records, gravadora pioneira na história do Blues ,cujo casting incluía Muddy Waters e Etta James, além de comemorar o cinqüentenário da Motown ,a obra da Diva maior do Jazz Billie Holiday, e os 80 anos de nascimento do astro da música negra Ray Charles.

Para o show no festival Rio das Ostras Jazz& Blues 2010, foram selecionados arranjos originais para clássicos empolgantes e dançantes do blues à soul music.

Taryn – cantora que pertence a quinta geração de músicos da família Szpilman (da qual também pertence Wladyslaw Szpilman, personagem retratado no aclamado filme “O Pianista”, de Roman Polanski). Suas apresentações são marcadas pela versatilidade e teatralidade, que podem ser observados nas interpretações que vão desde o Jazz, Blues, Soul, até o Rock´ n Roll e a MPB.
Ao longo de sua carreira, vem atuando em shows temáticos com sucesso de público , mídia e crítica especializada, destacando “ Tributo à Billie Holiday” , “ Divas do Jazz “, e “ Bluezz” show homônimo ao cd lançado em 2008 ) além de aparições em diversos programas de TV, novelas e em trilhas para cinema e tv.

Brazilian Blues Band

Da garagem aos grandes palcos – são 15 anos de estrada onde a banda de Brasília vem acumulando experiências. Tocando nas principais capitais do país é considerada “um dos pilares do blues brasiliense”. Excursionou pelo Norte da Alemanha , foi banda de apoio de Celso Blues Boy , acompanhou de Marcelo Nova a Jerry Adriano, e abriu o show de B.B.King no Distrito Federal.

Do primeiro CD “Rapadura com Bourbom”, onde fazia experimentos com instrumentos e ritmos genuinamente brasileiros, num “blues abrasileirado” toca hoje um som Blues/Rock/Soul. Em sua mais duradoura formação tem os músicos Leonardo Vilela (guitarra), Célio de Moraes (baixo) e Janari Coelho (bateria), mais a voz marcante de Luiz Kaffa e Marssal Ponce (piano e órgão).

Plataforma C

O grupo mineiro começou a tocar em meados de 2005 e vem mostrando um trabalho em ascensão com excelente repertório onde passeiam pelas musicas mais significativas da MPB até os momentos de grande emoção nos clássicos standards do jazz como Wave, Cantaloup Island , Garota de Ipanema e por ai vai…

Em sua formação atual os músicos André Bessa (sax e flauta), Augusto Rennó, (guitarra), Fernando Nugas (teclados), José Carlos (baixo elétrico) e Wallace Campos (bateria), apresentam um seleto Instrumental conquistando a cena musical brasileira.

Orquestra Kuarup

A Orquestra Kuarup Cordas & Sopros, é regida pelo  maestro Nando Carneiro e  reúne jovens e adolescentes que estudam ou estudaram no curso técnico profissionalizante de Música do Centro de Formação Artística da Fundação Rio das Ostras de Cultura. Com um CD e DVD gravados, apresentando composições próprias o Kuarup, já se apresentou  na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, no Teatro Trianon, em Campos dos Goytacazes, e no Rio das Ostras Jazz e Blues Festival, além de apresentações em eventos musicais acompanhando David Ganc, Paulo Moura e Martinho da Vila, e várias participações em festivais de música.

A Orquestra  foi uma das primeiras manifestações artísticas da cidade, ensaiando em praça pública, com instrumentos doados pela comunidade. Em 1997,com a criação da Fundação Rio das Ostras de Cultura,  a orquestra passou a ser um dos programas desenvolvidos pela instituição, recebendo instrumentos novos, regentes qualificados e, ensino teórico qualificado de música.

O Kuarup é um ritual indígena de origem tupi-guarani onde os mais velhos da tribo reúnem os jovens e passam a eles as tradições do seu povo.

Helinho Cass/Sing Sing Blues

Sing-Sing Blues é mais que uma “blues band”no formato tradicional! Originalmente uma banda  instrumental de tendência jazz/rock que passou por várias formações lideradas pelo músico Helinho Cass, que paralelo ao projeto de sua própria “blues band”, atuou como músico de  Lobão, João Penca e seus Miquinhos Amestrados, Fábio Fonseca, Flávio Guimarães/Blues Etílicos.

No formato atual (“trio”), compõem  o trio o  guitarrista/cantor e compositor Helinho Cass , o baixista Paulo Peninha  e o  baterista  Álvaro Albuquerque, músicos atuantes em trabalhos instrumentais , grupos de blues do underground carioca e do rock anos 80. Com  um CD gravado (Cinema América) Sing Sing Blues apresenta  composições instrumentais autorais além de clássicos rearranjados do blues tradicional.

Ângelo Nani Blues Player

Ângelo Nani começou a tocar  gaita no fim da década de 80, influenciado pelos blues de Chicago e Mississipi e pelos gaitistas  Sonny Boy Willianson, James Cotton, Junior Wells e Rod Piazza. Com os brasileiros Flávio Guimarães e Jefferson Gonçalves, fez shows e aprimorou a sua técnica.
É um artista autodidata  e já se apresentou com grandes músicos de Blues Nacional e Internacional, ainda promovendo workshops onde busca popularizar a gaita em sua região. Também divulga projetos musicais autorais entre eles o “Blues é com gaita” e o  show “Encanto da Gaita”. Ângelo Nani BLUES PLAYER é o nome de seu último trabalho musical solo. O Músico é um dos poucos gaitistas de Blues/Rock da Região Norte Fluminense do Estado do Rio de Janeiro.

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