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Filhos de Bob Marley e Peter Tosh se apresentam no Brasil

Pela primeira vez juntos no Brasil, os filhos de Bob Marley, Peter Tosh, Gregory Isaacs e Joseph “Culture” Hill, prestarão uma homenagem aos seus pais em um grande show de reggae.

O projeto nasceu da colaboração entre Andrew Tosh e Ky-Mani Marley, em uma afinidade entre os pais atravessou gerações, e ambos convidaram dois outros jovens, Kenyata Hill e Kevin Isaacs.

Para este show “Sons of Legends”, os filhos das maiores lendas do reggae mundial formaram uma ‘big band’ que vem diretamente de Kingston, Jamaica, para apresentar este tributo ao público brasileiro.

No repertório, grandes clássicos de Marley, Tosh, Isaacs e do Culture, grupo liderado por Joseph Hill. O show de abertura ficará por conta de Anelis Assumpção.

Confira o serviço abaixo:

06/09/2011 – São Paulo/SP
HSBC Brasil – Rua Bragança Paulista,1281 – Chácara Santo Antonio
Horário:21h00
Ingressos: Camarote R$ 250,00, Frisas R$ 220,00, Cadeira Alta R$ 180,00, Pista 1º lote R$ 120,00, Pista 2º lote R$ 150,00, Pista 3º lote R$ 180,00
Vendas online: www.hsbcbrasil.com.brwww.ingressorapido.com.br
Pontos de venda: Bilheterias HSBC Brasil –Rua Bragança Paulista,1281 / Chácara Santo Antônio
Informação:4003-1212
Censura:14 anos

08/09/2011 – Rio de Janeiro/RJ
Circo Voador
Mais informações em breve

Fonte: Território da Música.

“Legalize It” de Peter Tosh

Um dos fundadores dos Wailers, Peter Tosh tinha gravado dezenas de músicas solo durante os 10 anos em que a banda ascendeu do gueto de trenchtown ao estrelato. Porém foi só depois de escapar da enorme sombra de Bob Marley que ele conseguiu lançar a sério sua carreira.

Apesar de seu primeiro álbum, Legalize It, contar com a participação dos antigos integrantes dos Wailers e com as harmonias típicas de Bunny Livingston (Tosh retribuiu o favor no álbum de estreia de Livingston, Blackheart Man, um clássico de volta às raízes), Tosh mostra seu som único e franco e sua versatilidade como compositor. A faixa-título traz uma potente linha de baixo e uma melodia fragmentada que contrasta com o fraseado intrincado de Marley. O refrão simples – “Legalize it, don’t criminalize it” (“legalize, não criminalize”) – levou a canção a ser banida das rádios da Jamaica. A mística “Igziabeher (Let Jah Be Praised)” traz uma prece de invocação rastafári, tendo ao fundo efeitos sonoros de trovões e relâmpagos.

Tosh varia da introspecção melancólica, como em “Why Must I Cry”, aos ataques verbais aos inimigos em “Burial”. A ironia ferina, outra marca registrada de Tosh, aparece em “Watcha Gonna Do”, que utiliza alegres riffs de sintetizador e um refrão repetitivo para contar a parábola de uma família do gueto, destruída pela prisão de um deles por uso de maconha. Há também o rock de “No Sympathy”, em que se destaca o solo malicioso de guitarra de Al Anderson, ex-Wailers.

O álbum tem menos foco político do que o trabalho posterior de Tosh, mas o público adorou sua exuberância – e a imagem, na capa, do artista numa plantação de maconha. O disco chegou ao 54o lugar na Inglaterra, fazendo valer o direito de Tosh figurar, ao lado de Marley, no panteão do reggae.

Legalize It: YouTube Preview Image

Igziabeher (Let Jah Be Praised): YouTube Preview Image

Why Must I Cry: YouTube Preview Image

Burial: YouTube Preview Image

Whatcha Gonna Do: YouTube Preview Image

No Sympathy: YouTube Preview Image

Till Your Well Runs Dry: YouTube Preview Image

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