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Freddie Mercury fará aparição em show

Freddie Mercury marcará presença em um show do Queen. De acordo com a BBC, o guitarrista Brian May disse apenas que a aparição do falecido vocalista será feita por meio de um “efeito técnico”. A apresentação acontece em um especial para comemorar os dez anos do musical We Will Rock You, no dia 14 de maio, em Londres.

 

Questionado se o efeito seria o famoso “holograma” usado para recriar Tupac, May negou prontamente: “Há muito tempo tentamos fazer Freddie aparecer no palco. As pessoas sairão do show se perguntando se realmente viram Freddie”. O músico disse ainda que a técnica não deve ser usada constantemente. “Não é algo muito prático. Não deve acontecer para um concerto que acontece oito vezes na semana, não seria muito viável”, completou.

 

May confirmou também a presença do ator Robert De Niro, que fará uma apresentação especial no show. A performance será realizada no London’s Dominion Theatre.

Fonte: Omelete.

 

Disco do Queen é o mais vendido de todos os tempos no Reino Unido

O álbum “Greatest Hits”, do Queen, é o mais vendido de todos os tempos no Reino Unido, informa nova pesquisa.

A Official Charts Company elaborou lista com 40 discos e apontou a coletânea do Queen –que inclui hits como “Bohemian Rhapsody” e “Another one Bites the Dust”– como a líder do ranking. O álbum vendeu 5,8 milhões de cópias.

Completam o pódio os discos “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, e a coletânea “Gold”, do ABBA, com 5 milhões e 4,9 milhões de cópias vendidas respectivamente.

Dos 40 álbuns listados, 14 são do século 21. Os mais bem colocados são “21″, da britânica Adele, na sexta posição, e “Back to Black”, de Amy Winehouse, em 12º.

Keane, Oasis, Pink Floyd, Kings of Leon, Madonna e Fleetwood Mac também estão na lista. Os únicos a emplacar dois discos entre os 40 foram Beatles, Queen, Michael Jackson e Coldplay.

Entre os álbuns, 23 são de artistas britânicos. Os Estados Unidos colocaram nove discos na lista.

Fonte: Folha.com.

 

“A Night At The Opera” do Queen

Desde o primeiro álbum, em 1973, a proposta ambiciosa do Queen incluía referências clássicas bombásticas, falsetes estridentes e misticismo pagão. Mas foi no quarto disco que o grupo fundiu tudo isso na épica “Bohemian Rhapsody”. O single de seis minutos ficou em primeiro lugar nas paradas britânicas durante nove semanas e entrou para a lista dos 10 Mais nos Estados Unidos.

O baterista Roger Taylor se lembra do líder Freddie Mercury tocando “Bohemian Rhapsody” para a banda no piano. “E aqui, queridos, é onde começa a parte de ópera”, disse ele, então. “Freddie tinha o esqueleto da música e até a harmonia escritos em tiras de papel”, contou Taylor. “Era muito difícil acompanhar o que estava acontecendo”.

De qualquer forma, com seus 180 overdubs e uma seção de vocais que demorou 70 horas para ser gravada, “Bohemian Rhapsody” definiu o Queen. As harmonias em múltiplas camadas (a distorção obtida com regravações infindáveis contribuiu para o efeito de saturação), a balada com alto nível de qualidade de composição (no mesmo piano em que Paul McCartney tocou “Hey Jude”) e a guitarra metal afiada são costuradas pelo conceito delineado por Mercury, com uma pitada de Nietzsche e outra de paródia.

O resto do álbum é composto por faixas menos resplandescentes. “You’re My Best friend”, do baixista John Deacon, levada no piano, é, talvez, a canção de amor mais tocante da banda. Há a mística “’39″, “The Prophet’s Song”, com tintas árabes, o music hall inglês de “Lazing On A Sunday Afternoon” e a balada “Love Of My Life”, uma das preferidas do público em shows, que mistura os vocais esfuziantes de Mercury com os floreios acústicos da guitarra de Brian May. “A Night At The Opera tinha todos os sons, da tuba a um pente”, afirmou Mercury. “Não havia limites”.

Bohemian Rhapsody: YouTube Preview Image

You’re My Best Friend: YouTube Preview Image

’39: YouTube Preview Image

The Prophet’s Song: YouTube Preview Image

Lazing On A Sunday Afternoon: YouTube Preview Image

Love Of My Life: YouTube Preview Image

“Sheer Heart Attack” do Queen

O Queen flertou com o funk, a ópera e a música eletrônica – assim, era fácil esquecer que se tratava de uma fantástica banda de hard rock tão heavy quanto o Black Sabbath, tão densa quanto o Led Zeppelin e tão inteligente quanto o Cream. Sheer Heart Attack fez do grupo um grande sucesso nos Estados Unidos e na Inglaterra, graças ao rock gótico do guitarrista Brian May e ao pop espalhafatoso do vocalista Freddie Mercury.

May caiu doente quando as gravações começaram. A banda, então, registrou a sua parte e deixou espaço para seus overdubs de vocais e guitarra. May toma de assalto o tour de force de “Brighton Rock”, a incendiária “Now I’m Here” – uma das preferidas nos shows – e o pré-thrash de “Stone Cold Crazy”.

O álbum traz ainda a deliciosa “Lily Of The Valley”, de Mercury, e a fúnebre “Dear Friends”, de May. Há também sinais das imitações que poluem a música da banda, como “Bring Back That Leroy Brown”, levada no banjo.

A peça principal do disco é “Killer Queen”, que, como o single, levou o Queen ao estrelato. É uma obra-prima do rock animal que conta a história de uma prostituta de alta classe – uma extravagante justaposição da alta e da baixa cultura, que parece definir a complexa personalidade pública do cantor.

Se May e Mercury eram o Lennon e o McCartney do Queen, seu George Harrison era o baixista John Deacon. A caribenha “Misfire” foi a primeira de suas vinhetas para a banda.

O baterista Roger Taylor também compunha, apesar de sua “Sheer Heart Attack” só ter sido lançada no álbum News Of The World, de 1977. E a fotografia de Mick Rock, da banda ensopada de suor, na capa? “Meu Deus, que agonia foi fazer aquelas fotos, querido”, contou Mercury à NME. “A gente continua tão afeminado quanto naquela época”.

Brighton Rock: YouTube Preview Image

Now I’m Here: YouTube Preview Image

Stone Cold Crazy: YouTube Preview Image

Lily Of The Valley: YouTube Preview Image

Dear Friends: YouTube Preview Image

Bring Back That Leroy Brown: YouTube Preview Image

Killer Queen: YouTube Preview Image

Misfire: YouTube Preview Image

“Queen II” do Queen

Queen II foi o primeiro álbum de sucesso do Queen na Inglaterra e acabou levando o disco de estreia da banda a também entrar nas paradas, uma semana depois. Queen I havia sido gravado nos horários em que a Trident Studio, a gravadora que contratara o grupo e o produtor Roy Baker, estava vazia – de manhã cedo e no meio da noite. O resultado valeu tanto a pena (especialmente nos Estados Unidos, onde o disco ficou entre os 100 Mais) que este segundo LP – e, em particular, “The March Of The Black Queen” – teve acesso a “todas as técnicas musicais e de produção disponíveis”, segundo Baker.

Talvez de forma surpreendente, já que o Queen é conhecido, hoje, como um grupo de hinos contagiantes, daqueles de levantar a plateia, este álbum é claramente melancólico (o lado A foi apelidado de “branco” e o B, de “preto”). A banda mostra sua diversidade apresentando rocks (“Ogre Battle”), baladas (“Nevermore”, “White Queen”) e incursões ao rock progressivo, num viés mitológico (como em “The Fairy Feller’s Master-Stroke”, que ganhou o nome da pintura extraordinária do artista vitoriano Richard Dadd).

O gancho, a faixa que levou o Queen ao estrelato, é a poderosa “Seven Seas Of Rhye”, que, de acordo com Baker, entrou para os 10 Mais da parada britânica porque a banda apresentou a música no programa de TV Top Of The Pops, o mais influente da época na Inglaterra. O guitarrista Brian May observou : “Tudo acontece nos primeiros 20 segundos – dá quase para ouvir toda a música nesse tempo. Vem aquele som arrebatador e entra direto o vocal”. Nos Estados Unidos, mesmo sem um single de sucesso para puxar o álbum, o disco ainda conseguiu colocar o Queen entre os 50 Mais.

The March Of The Black Queen: YouTube Preview Image

Ogre Battle: YouTube Preview Image

Nevermore: YouTube Preview Image

White Queen: YouTube Preview Image

The Fairy Feller’s Master-Stroke: YouTube Preview Image

Seven Seas Of Rhye: YouTube Preview Image

Father To Son: YouTube Preview Image

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