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Por Erasmo Junior, em 04-04-2012 - 13h31
O U2 está trabalhando em seu novo disco com o mesmo produtor da boyband One Direction, segundo o tabloide britânico The Sun. Carl Falk, um dos autores de hits como “What Makes You Beautiful” e “One Thing”, confirmou que a banda já está em estúdio trabalhando no sucessor de No Line on the Horizon (2009), mas que tudo ainda é muito recente.
“Há um longo caminho a percorrer ainda, mas posso dizer que já estamos fazendo algo com o U2″, disse o produtor. Uma fonte do The Sun também acrescentou que Will.i.am e Danger Mouse são outros dos nomes que estão apontando a nova direção musical do U2, que deve fazer algo diferente do seu último trabalho. Daniel Lanois, produtor regular da banda, ainda não é um nome especulado para o trabalho.
Além do One Direction, Falk já trabalhou em sucessos de outros artistas, como Nick Minaj, Westlife, Backstreet Boys, Taio Cruz, Nicole Scherzinger e produziu até um álbum para o ator Russell Crowe (Gladiador).
Fonte: Rolling Stones Brasil.
Por Erasmo Junior, em 07-03-2012 - 16h36
O U2 comemora nessa terça-feira 20 anos de lançamento do single de One, uma música “incrivelmente emotiva” que vai “direto ao coração”, como a definiu o guitarrista The Edge, criador de uma das melodias mais admiradas pelos fãs da banda.
One foi o terceiro single do álbum Achtung Baby (1991), trabalho produzido em Berlim por Daniel Lanois e Brian Eno, e com o qual o U2 estabeleceu o objetivo de “tentar de novo”, após os monumentais The Joshua Tree (1987) e Rattle and Hum (1988).
No entanto, a música nunca chegou ao número um das listas de sucessos após ser lançada em 6 de março de 1992, situação que “decepcionou um pouco” a banda, como disse o vocalista Bonono livro U2 por U2. Também causou surpresa que, embora fale da dor que causa a separação de duas pessoas, o hit seja visto por milhões de fãs como um hino ao amor.
“Nunca entendi por que as pessoas querem colocá-la em seu casamento. Conheci muitas pessoas que fizeram isso. E sempre pergunto a elas: você está louco? Essa música fala de separação!”.
Porém, esse single parece ter gerado outras más interpretações. Depois que Bono (Paul Hewson), The Edge (David Evans), Larry Mullen e Adam Clayton anunciaram que os lucros deOne iriam para a luta contra a Aids, o fotógrafo Anton Corbijn apresentou à banda sua ideia para o videoclipe promocional.
No vídeo, que contou ainda com a participação do pai de Bono, o quarteto posou como travestis em um cenário decadente, refletindo também uma época marcada pela recente queda do muro de Berlim.
O U2 teve receio, no entanto, de que certos setores interpretassem que estavam relacionando a Aids exclusivamente com a sexualidade, e decidiram vetar o vídeo e contratar Mark Pellingtonpara gravar uma versão mais sóbria e conceitual, que foi bem recebida, por exemplo, pela MTV.
No entanto, era uma ideia muito repetitiva, e o U2 pensou que a música ficaria mais tempo nas listas de sucessos com uma versão mais convencional. A banda contratou então Phil Joanou, com quem já havia trabalhado no álbum Rattle and Hum, e gravou o terceiro clipe.
Fonte: UOL.
Por Erasmo Junior, em 09-01-2012 - 12h23
Com All That You Can’t Leave Behind, os irlandeses do U2 consolidaram o seu lugar no topo da hierarquia do rock. Seu décimo álbum de estúdio foi concebido após o tom pseudodecadente de Pop e de Zooropa e o glam-rock dançante do inesperado Achtung Baby. Adotando uma abordagem mais simples, este álbum descarta a experimentação eletrônica em favor de uma instrumentação básica e de um conteúdo lírico com apelo universal. Foi o disco que simultaneamente relançou a banda como uma força artística contemporânea e apresentou o líder Bono como um dos letristas que melhor articulam suas emoções.
All That You Can’t Leave Behind é um trabalho de dimensões épicas e não um mero disco de transição: “Pensamos ter composto 11 singles para este álbum”, comentou Bono. Com um toque menos messiânico do que o material gravado pelo U2 nos anos 90, o impressionante sucesso internacional deste disco ganhou uma dimensão ainda maior após o 11 de Setembro – “Walk On” converteu-se num hino de resistência para os que ficaram aterrorizados com os ataques ao World Trade Center. “Beautiful Day” é uma canção explosiva de um otimismo exuberante, enquanto “Kite”, escrita para o pai de Bono, que estava morrendo, refere-se às dificuldades da vida privada ofuscadas por trás do brilho da fama. É bela em sua simplicidade.
Em 2002, este disco ganhou o Grammy de Melhor Álbum de Rock, e as faixas “Walk On”, “Elevation” e “Stuck In A Moment You Can’t Get Out Of” receberam prêmios em suas respectivas categorias. Antes das nomeações para o Grammy, Bono brincou sobre “voltar a candidatar-se ao emprego de primeiro das paradas”. Parece que o currículo do rapaz foi aceito.
Walk On: 
Beautiful Day: 
Kite: 
Elevation: 
Stuck In A Moment You Can’t Get Out Of: 
Wild Honey: 
Por Erasmo Junior, em 15-06-2011 - 23h59
O título mais tolo já atribuído a um disco estupendo poderia ter sido ainda pior. Antes de Achtung Baby – retirado do filme Os Produtores – ser escolhido, o Us estava pensando no título “68 And I’ll Owe You One” (“68 e fico te devendo uma”). A formalidade de Rattle And Hum tinha encurralado o U2. Foram procurar inspiração em Berlim, onde, segundo recorda Flood, engenheiro de som, “parecia haver uma nuvem negra sobre as nossas cabeças durante toda a sessão”. As locações inspiraram “Zoo Station”, nome de uma estação de metrô de Berlim que aparece no filme Christiane F., cuja trilha é de David Bowie. A conexão é cimentada pelo produtor Brian Eno, que trabalhou em Heroes, de Bowie, também concebido em Berlim. Outra influência foi Win Wenders – “Until The End Of The World” leva o título de um de seus filmes. Ele dirigiu o vídeo para o tributo a Cole Portes do U2, com “Night And Day”, cuja natureza eletrônica apontava a nova direção da banda.
Achtung Baby é a reinvenção mais satisfatória levada a cabo por um grupo da estatura do U2. Músicas como “Who’s Gonna Ride Your Wild Horses” se encaixariam em The Joshua Tree, mas outras, sobretudo a selvagem “The Fly” (“Um telefonema direto do inferno”, disse Bono), são inovações radicais.
Neste disco há várias músicas sobre amores perdidos, inspiradas pelo casamento fracassado de The Edge, enquanto “One” disseca a relação de Bono com o seu pai e com o grupo. “As pessoas me disseram que tocaram o disco em seus casamentos” – disse ele, perplexo. “Estão doidos? Este disco fala de separação!”.
Apaixonado pelas contradições, o U2 pensou em envolver este disco cheio de tragédias com uma imagem de Adam Clayton nu. Chegaram a um meio-termo e usaram um instantâneo (censurado com um trevo em alguns países) – mas, em todos os outros aspectos, Achtung Baby é grande e belo.
Zoo Station: 
Until The End Of The World: 
Who’s Gonna Ride Your Wild Horses: 
The Fly: 
One: 
Mysterious Ways: 
Por Erasmo Junior, em 14-03-2011 - 0h43
Este álbum assinala o momento na vasta e gloriosamente inconstante carreira do U2 em que o grupo despertou para as possibilidades oferecidas pela tecnologia de estúdio, ampliando o seu som de sua estética inicial pós-punk para encontrar grandeza, abstração e elegância. Muitos dos milhões de admiradores do U2 converteram-se à causa graças à enorme perspicácia da banda em sua renovação pós-Achtung Baby, mas alguns fãs mais antigos, talvez menos sofisticados, foram arrebatados pelas paisagens sonoras de The Joshua Tree. A natureza épica de grandes sucessos como “Where The Streets Have No Name” (cuja introdução está entre as composições mais arrepiantes do rock, especialmente ao vivo), “With Or Without You” (o mais próximo que a banda já tinha chegado de uma ardente canção de amor) e “In God’s Country” (com seu memorável riff de guitarra) foi o que mais chamou a atenção neste álbum. Mas este trabalho atraiu ainda mais ouvintes, possivelmente os que se interessavam menos pela pirotecnia sonora da guitarra de Edge e mais pelos tons emocionais sutis, com a beleza simples e contida de faixas como “Red Hill Minig Town” e “Exit” – esta última se encontra entre as músicas mais sombrias e introspectivas já gravadas pelo grupo.
Se existe algum defeito no álbum, ele está na tonalidade de pregação religiosa que Bono dá a muitas das letras. Se a música “Bullet The Blue Sky” (uma crítica às atividades dos Estados Unidos na América Central) continua extremamente atual, por outro lado a interpretação artificial de Bono ao cantar “I can see those fighter planes” (Posso ver os jatos de guerra”), junto com sua desaprovação condescendente, hoje nos soa exagerada. Essa tendência infeliz foi ainda mais sentida no próximo álbum, Rattle And Hum.
Where The Streets Have No Name: 
With Or Without You: 
In God’s Country: 
Red Hill Mining Town: 
Exit: 
Bullet The Blue Sky: 
I Still Haven’t Found What I’m Looking For: 
Por Erasmo Junior, em 01-02-2011 - 16h34
Depois de muito mistério a respeito do lançamento do novo disco do U2, uma data para a chegada dele ao mercado pode ter sido divulgada. A filial alemã do site de vendas online Amazon listou um item sob o título de “novo álbum de 2011 do U2″, com a data de lançamento marcada para 27 de maio.
Claro que não se trata de um anúncio oficial, mas quando a versão norte-americana da gigante do comércio virtual deu antecipadamente a data de lançamento do DVD do Green Day, acabou sendo provado que a informação estava correta.
O último disco lançado pelo U2 foi No Line on the Horizon, de 2009. Desde então, The Edge e Bono também trabalharam na criação da trilha do musical Spider-Man: Turn Off the Dark.
Recentemente foi divilgado que a banda trabalhou em músicas com a produção de Will.i.am, do Black Eyed Peas, e de David Guetta.
Por Erasmo Junior, em 23-12-2010 - 22h53
No terceiro álbum do U2, o quarteto de Dublin articulou suas visões ardentes sobre política e a condição humana. Com um som próximo do garage, este continua a ser um dos discos do U2 que apresentam um som mais cru. “Sunday Bloody Sunday” é, sem dúvida, a música mais pungente do disco. Os ritmos militares do baterista Larry Mullen Jr. e o riff descendente da guitarra de The Edge formam o suporte perfeito para a declaração pessoal de Bono Vox contra a continuação da guerra entre o IRA e o governo britânico.
“New Year’s Day” critica a estagnação e, simultaneamente, se alegra com a promessa de mudanças, declarando claramente que, apesar de estar dividido em dois, o mundo também pode ser “como um”. “Surrender” é uma joia mais delicada e demonstra a capacidade do U2 de criar música atmosférica. War também é notável pela inclusão de “Seconds”, uma das duas únicas músicas que a banda gravou com The Edge como cantor. O hino “40″ foi utilizado para encerrar os shows do grupo ao longo dos anos 80.
War entrou para o primeiro lugar nas paradas inglesas (ficou em 12o lugar nos Estados Unidos) e foi o último disco que produziram com Steve Lillywhite no comando (o produtor já tinha trabalhado em Boy e October). Este álbum é um marco: o tratamento dado por Lillywhite às músicas combina energia em estado puro com maestria na produção em estúdio. A voz de Bono Vox se impõe e exige atenção, enquanto as linhas de guitarra de The Edge são vitais, mas nunca sobrepujam a banda. Um disco eterno.
Sunday Bloody Sunday: 
New Year’s Day: 
Surrender: 
Seconds: 
40: 
Por Erasmo Junior, em 16-12-2010 - 8h44
O U2 fará um terceiro show no Estádio do Morumbi, em São Paulo, no dia 13 de abril de 2011, informa a produtora T4F nesta quarta-feira (15). As duas primeiras apresentações da banda, nos dias 9 e 10 de abril, estão com ingressos esgostados.
Os ingressos estarão à venda a partir do próximo dia 20, sendo que o sistema de pré-venda acontecerá entre os 18 e 19 apenas para clientes do banco Citibank e membros do site oficial do U2 (apenas pela internet, nesse caso).
As entradas poderão ser adquiridas pelo telefone 4003-0806 (válido para todo o país) e pelo site www.ticketsforfun.com.br. A bilheteria oficial será no estacionamento do Credicard Hall, em São Paulo, e em pontos de venda espalhados pela capital paulista e Campinas.
Assim como a apresentações do dia 9 e 10 de abril, a abertura será realizada pelos ingleses do Muse. Os valores dos ingressos também foram mantidos: de R$ 70 a R$ 1 mil.
Filas e confusão
A venda de ingressos para o segundo show do grupo – que inicialmente estava sendo tratado como “show extra” – começaram a ser vendidos às 0h01 desta quarta, pela internet, e às 10h nos pontos de venda. Segundo a produtora T4F, as entradas esgotaram por volta das 11h40.
A cota de ingressos vendida pela internet foi a primeira a esgotar. Por volta das 2h da madrugada, a página da produtora T4F no Twitter avisava: “Não estão mais disponíveis os ingressos para o show de 10/04 no site”.
U2 em São Paulo – terceiro show
Quando: 13 de abril, às 20h (show de abertura da banda Muse)
Onde: Estádio do Morumbi – Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1
Ingressos: R$ 70 (cadeira superior amarela); R$180 (pista); R$ 220 (arquibancada amarela); R$ 240 (arquibancadas azul, vermelha, vermelha especial e laranja); R$ 340 (cadeira inferior A e B); R$ 380 (cadeira superior azul 1, cadeira superior azul premium, cadeira superior vermelha e cadeira superior laranja).
Fonte: G1.
Por Erasmo Junior, em 14-12-2010 - 18h40
Os ingressos para a segunda apresentação do U2 no Brasil começam a ser vendidos nesta quarta-feira (15), à 0h01, pela internet, por meio do site www.tickestforfun.com.br. A bilheteria oficial (Credicard Hall, na Av. das Nações Unidas, 17.981, Santo Amaro, São Paulo), os pontos de venda e o call center (4003-0806, para todo o Brasil) passam a operar às 10h.
Entre os pontos de vendas divulgados pela produtora Time For Fun há quatro na cidade de São Paulo (Citibank Hall, Estádio do Morumbi, Estádio do Pacaembu e Ginásio do Ibirapuera); um em Campinas (Estádio da Ponte Preta); um em Belo Horizonte (Livraria Leitura Savassi); um em São Bernardo (Posto Central Park); e um no Rio de Janeiro (Citibank Hall). As entradas para o primeiro show, marcado para 9 de abril de 2011, acabaram pouco depois de uma hora após a abertura das bilhetererias.
Show extra do U2 em São Paulo
Quando: 10 de abril, às 20h (show de abertura da banda Muse)
Onde: Estádio do Morumbi – Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1
Quanto: R$ 70 (cadeira superior amarela); R$180 (pista); R$ 220 (arquibancada amarela); R$ 240 (arquibancadas azul, vermelha, vermelha especial e laranja); R$ 340 (cadeira inferior A e B); R$ 380 (cadeira superior azul 1, cadeira superior azul premium, cadeira superior vermelha e cadeira superior laranja); R$ 1 mil (“red zone”).
Fonte: G1.
Por Erasmo Junior, em 13-12-2010 - 12h12
Os ingressos disponíveis na internet da pré-venda para o show extra que o U2 fará em São Paulo, no dia 10 de abril, já estão esgotados. Por volta das 8h30 da manhã desta segunda-feira (13), o site da Tickets for Fun avisava: “Não haverá nova carga de ingressos para este canal durante a pré-venda”. A informação foi confirmada pela assessoria da produtora.
A partir das 10h desta segunda começa a pré-venda pela bilheteria oficial (estacionamento anexo ao Credicard Hall, Av. das Nações Unidas, 17.981, Santo Amaro), nos pontos de venda e pelo telefone (4003-0806).
Apenas clientes do banco Citibank e membros do site oficial do U2 podem comprar no esquema de pré-venda. No dia 15 abrem as vendas para o público em geral.
A produtora Time for Fun confirmou na última terça-feira (7) que a banda realizaria um show extra em São Paulo, no Estádio do Morumbi, no dia 10 de abril.
As entradas para o show de 9 de abril se esgotaram após poucas horas. Segundo a assessoria da T4F, os últimos ingressos foram vendidos às 11h20 da terça (7). As vendas começaram à meia-noite pela internet e às 10h nos demais pontos de venda.
Show extra do U2 em São Paulo
Quando: 10 de abril, às 20h (show de abertura da banda Muse)
Onde: Estádio do Morumbi – Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1
Quanto: R$ 70 (cadeira superior amarela); R$180 (pista); R$ 220 (arquibancada amarela); R$ 240 (arquibancadas azul, vermelha, vermelha especial e laranja); R$ 340 (cadeira inferior A e B); R$ 380 (cadeira superior azul 1, cadeira superior azul premium, cadeira superior vermelha e cadeira superior laranja); R$ 1 mil (“red zone”).
Fonte: G1.
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