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Por Erasmo Junior, em 17-05-2012 - 16h09
A lenda do blues B. B. King confirmou nova data para show em São Paulo: 6 de outubro, na Via Funchal (zona oeste).
O músico se apresenta em 5 de outubro, também na Via Funchal, e em 7 de outubro, no Bourbon Street (zona sul).
Os ingressos para o show da Via Funchal estão disponíveis no site da casa, com preços que variam entre R$ 250 (plateia 2) e R$ 700 (plateia VIP). Os preços para a apresentação no Bourbon Street ainda não foram divulgados.
Após visita em 2010, B. B King volta ao Brasil para divulgar seu disco mais recente, “One Kind Favor” (2008), e toca hits como “Rock me”, Every Day I Have the Blues” e “When Loves Come to Town”. O músico também passa pelo Rio de Janeiro, em 29 de setembro, e por Curitiba, em 2 de outubro.
Fonte: Folha.com
Por Erasmo Junior, em 17-05-2012 - 14h52
Donna Summer, a rainha da disco music, morreu aos 63 anos, de câncer, hoje. Quem viveu os anos 70 sabe como a carreira da cantora foi explosiva naquela década. Reinando abslouta nas pistas e cantando de forma sexy e única, Donna se tornou uma fonte de inspiração para diversas cantoras que viriam a seguir. Ouça nesta galeria de vídeos 11 clássicos da artista.
“Love to Love You Baby” – A faixa dá título ao segundo álbum de Donna Summer, que saiu em 1975. Ela se tornou a primeiro hit da disco music a conseguir ser lançado em versão estendida, e ganhou diversas covers e versões de artistas como No Doubt, Debbie Harry e Tom Tom Club. Beyoncé sampleou a música em “Naughty Girl”.
“Could it Be Magic” – É uma música de Adrienne Anderson e Barry Manilow que integrou o disco de Manilow de 1973, Barry Manilow (o primeiro dele). A faixa ganhou diversas covers bastante conhecidas, mas o mais proeminente é a que foi gravado por Donna em 1976.
“I Feel Love” – “I Feel Love” é o número 411 na lista da Rolling Stone EUA das 500 maiores canções de todos os tempos. É de 1977, do álbum conceitual I Remember Yesterday, e posteriormente foi uma influência para David Bowie.
“Last Dance” – Uma das mais associadas a Donna. A faixa foi trilha do filme Até que Enfim é Sexta-Feira, no qual ela atua. Ela faz uma aspirante a cantora que leva uma versão instrumental de “Last Dance” para uma discoteca na esperança que o DJ coloque para tocar e ela tenha a chance de cantar ali. No fim, ela consegue e faz um sucesso estrondoso.
“MacArthur Park” – A canção batizada em homenagem a um parque de Los Angeles foi composta por Jimmy Webb e gravada primeiro por Richard Harris. Mas é na voz de Donna, em uma versão disco, bem diferente da original, que a canção é lembrada por todos.
“Hot Stuff” – Até o lançamento de “Hot Stuff”, Donna era associada somente à disco. Com ela, a cantora mostrou pela primeira vez influências do rock. O guitarrista Jeff “Skunk” Baxter (ex-Doobie Brothers e Steely Dan) faz um solo de guitarra.
“Bad Girls” – A inspiração para a composição veio depois que uma das assistentes dela foi ofendida por um policial, que achou que a garota fosse prostituta. Reza a lenda que Neil Bogart, fundador da gravadora de Donna, a Casablanca Records, ouviu o material e queria que Donna desse a faixa para que Cher a gravasse. Mas ela não aceitou e a guardou por alguns anos.
“No More Tears (Enough is Enough)” – O dueto entre Donna Summer e Barbra Streisand – que tem uma versão com 12 minutos – funde os estilos das duas. A letra fala de duas mulheres reagindo diante dos maridos e acabou se tornando um hino feminista à época.
“On the Radio” – Foi composta especialmente para a trilha sonora do filme Gatinhas (1980). Se tornou o décimo hit de Donna no top 10 das paradas norte-americanas. A faixa foi também a decima quarta dela a integrar a parada que listava singles de disco.
“The Wanderer” – Depois de sair brigada da Casablanca Records, Donna se tornou a primeira artista da hoje gigante Geffen Records. Depois da experiência mais voltada ao rock em Bad Girls, a cantora deixou a já decadente disco para trás mais ainda no álbum que leva o mesmo nome da música, investido também na new wave.
“She Works Hard for the Money” – A faixa top 3 nas paradas de sucesso norte-americanas é de 1983. Ela cantou a canção na cerimônia do Grammy, no ano seguinte, e a performance entrou para o disco Grammy’s Greatest Moments Volume I, de 1994.
Fonte: Rolling Stone Brasil.
Por Erasmo Junior, em 17-05-2012 - 14h10
“Porgy and Bess” tem atraído controvérsia devido à sua representação da vida africana-americana. Escrito em 1935 por um músico judeu branco, George Gershwin, e baseado no romance “Porgy” (1924), de um sulista branco, DuBose Heyward, que depois escreveu o libreto, a ópera popular tem sido acusada de manter estereótipos brancos da vida dos negros do sul. Nenhuma crítica às suas canções individuais, no entanto, muito menos com “Summertime”, que se tornou um padrão do jazz popular.
Gershwin baseou a música em black spirituals. Tem uma melodia pentatônica, principalmente – ou seja, aquela que usa notas de uma escala de cinco notas em vez da heptatônica (sete notas) mais convencional – uma forma comum para muitos spirituals e músicas gospel. O tema principal usa apenas seis notas e, na sua simplicidade, soa como uma canção popular, não uma composição moderna.
Nas mãos de Sarah Vaughan, a música se transforma em algo muito dramático. Depois de dois conjuntos de repetição e descendente de cordas e baixo-bateria, riffs que ecoam em toda a canção, e Vaughan entra com um senso de propósito. Demonstrações de sopros e arranjos de cordas luxuriantes dão suporte completo a rica voz de contralto. Em seu “Summertime”, a “vida é fácil”, mas ansiosa e, eventualmente, ameaçada também. De todas as muitas versões que existem deste tipo, são poucas as que prendem como a de Sarah Vaughan.

Por Erasmo Junior, em 17-05-2012 - 13h55
A cantora Donna Summer morreu na manhã desta quinta-feira (17) após uma batalha contra um câncer de pulmão. Conhecida como rainha da disco music, ela tinha 63 anos e estava na Flórida no momento de sua morte. Após a divulgação da morte pelo site especializado em celebridades TMZ, a família divulgou uma nota confirmando o fato.
De acordo com fontes do site, a cantora tentava manter a doença em segredo. Ela teria comentado que acreditava ter contraído a doença ao inalar partículas tóxicas após os ataques de 11 de setembro em Nova York. No entanto, uma fonte teria dito que há duas semanas Donna estava relativamente bem e que tinha planos de terminar o álbum no qual vinha trabalhando.
TMZ has learned … Donna died from lung cancer. Several sources are telling us Donna believed she contracted it by inhaling toxic particles after the 9/11 attack in New York City. Donna ganhou cinco vezes o Grammy ao longo da carreira e fez muito sucesso nos anos 70 com hits como Last Dance, Hot Stuff e Bad Girls. Nos anos 80, continuou nas paradas, com músicas como She Works Hard for the Money e This Time I Know It’s for Real.
A cantora e o produtor Giorgio Moroder definiram a dance music nos anos 70 e foram responsáveis pela entrada de artistas como Duran Duran e David Bowie no gênero. Com quase 40 anos de carreira, ela vendeu mais de 130 milhões de discos e influenciou muitos artistas que vieram depois, de Madonna e Whitney Houston, passando por Janet Jackson.
Antes da fama, Donna cantou no coral de uma igreja em Dorchester, Massachusetts, onde nasceu. Nos anos 70, começou a carreira como backing vocal do trio Three Dog Night. Seu primeiro álbum solo foi lançado em 1974 e, depois dele, ela lançou um disco por ano até 1984, incluindo os aclamados Bad Girls, I’m A Rainbow e She Works Hard For Money.
Ao longo da carreira, lançou um total de 17 álbuns de estúdio, sendo o mais recente de 2008, Crayons, que ela promoveu com uma turnê mundial.
Donna se casou com o vocalista do Brooklyn Dreams, Bruce Sudano, nos anos 80 e teve duas filhas com ele, Amanda e Brooklyn. A cantora tinha quatro netos.
Fonte: Terra.
Por Erasmo Junior, em 16-05-2012 - 17h50
Uma fotografia inédita dos Beatles atravessando a famosa Abbey Road, em Londres, será leiloada no fim deste mês pela Bloomsbury Auctions, informa o semanário musical “NME”.
O retrato é uma versão “invertida” daquele que foi eternizado na capa do disco “Abbey Road”, de 1969: o quarteto de Liverpool cruza a faixa de pedestres da direita para a esquerda, sentido contrário da foto original. Ambas foram registradas pelo fotógrafo Iain Macmillan.
Na imagem que vai a leilão, há um detalhe interessante: Paul McCartney atravessa a rua de chinelos – na original, ele está descalço.
Segundo a publicação, a foto inédita pertencia a um colecionador, e a estimativa é de que ela seja vendida por 9.000 libras esterlinas –cerca de R$ 27 mil.
Compare:
 Capa do disco "Abbey Road", que mostra os Beatles atravessando a famosa Abbey Road, em Londres
 A foto dos Beatles que será leiloada, também feita por Iain Macmillan na Abbey Road, em 1969
Fonte: Folha.com
Por Erasmo Junior, em 16-05-2012 - 16h17
“Cara, eu tenho medo, mas tenho mais coragem. Fiquei mais a fim de fazer do que qualquer coisa, de imediato.”
Assim Wagner Moura descreve sua reação ao convite para participar, como vocalista, de um tributo à Legião Urbana ao lado do guitarrista Dado Villa-Lobos e do baterista Marcelo Bonfá.
O show, encomendado pela MTV, acontece nos dias 29 e 30 de maio, em São Paulo, e seu anúncio causou primeiro surpresa (um ator no lugar do mítico Renato Russo?) e, depois, irritação em boa parte dos fãs (um ator no lugar do mítico Renato Russo?!?).
Não importou o fato de Moura, como qualquer adolescente dos anos 1980, ser fã da banda, daqueles que decoravam “Faroeste Caboclo”.

De nada adiantou ele ser um cantor diletante (tem uma banda, Sua Mãe) e já ter cantado Legião em cena – imitou Renato Russo numa interpretação de “Será”, no filme “Vips” (2011), e cantou “Tempo Perdido” em “O Homem do Futuro” (2011).
“Estamos nos expondo muito, porque estamos lidando com um repertório que tem milhões de fãs. É óbvio que haverá o preconceito por eu ser um ator popular, não ser um cantor. A gente sabia que ia ter de lidar com isso desde o começo, e esse risco me instiga”, diz Moura.
Os músicos também não titubearam quando souberam do projeto. “A resposta do Wagner foi tão esfuziante e acolhedora que eu falei ‘cara, vamos fazer’”, diz Dado. “Quando as pessoas saírem do show, vão entender porque a gente fez isso”, diz.
A apresentação, dirigida por Felipe Hirsch, terá 25 músicas, passando por todos os discos do grupo – inclusive “A Tempestade” (lançado no ano da morte de Renato, 1996) e “Uma Outra Estação” (póstumo, de 1997), que a Legião nunca mostrou ao vivo.
Impedidos de usar o nome Legião Urbana (a marca pertence à família de Renato Russo, que não autorizou o uso), os remanescentes da banda afirmam estar cansados desse tipo de disputa e que estes shows serão os últimos com o repertório do grupo.
“É triste, é ruim, é chato [não poder usar o nome da banda]. Realmente é uma situação que incomoda, mas vai ser a última vez. A partir do dia 31 de maio, não teremos mais esse tipo de problema, isso é certo”, diz Dado.
TRIBUTO À LEGIÃO URBANA
QUANDO 29 e 30/5, às 21h
ONDE Espaço das Américas (r. Tagipurú, 795, São Paulo; tel. (11) 2027-0777)
QUANTO R$ 200 (à venda em www.ticket360.com.br, pelo telefone (11) 2027-0777 e no local do show)
CLASSIFICAÇÃO 18 anos
Fonte: Folha.com.
Por Erasmo Junior, em 16-05-2012 - 16h10
Baterista não chega à acordo com o grupo e publica longa carta explicando os motivos que o levaram a desistir.
O baterista original do Black Sabbath, Bill Ward, não vai participar da reunião do grupo, que planeja sair em turnê mundial e gravar o primeiro álbum de inéditas em 33 anos. Em um comunicado, postado na página dele no Facebook, na tarde desta terça (15/3), Ward disse que está fora. “Eu lamento informar que depois de um último esforço para participar dos próximos shows do Sabbath, o desacordo continua”, diz o texto. “No momento tenho que informar que eu não vou tocar com o Black Sabbath em Birmingham, no dia 19, nem no Download, no dia 10 de junho, e nem no Lollapalooza, no dia 3 de agosto”, continua, citando as únicas apresentações confirmadas.
O baterista se diz “muito triste” ao escrever o texto, pede desculpas aos fãs e afirma que “estava particularmente empolgado para tocar com Tony Iommi, depois que ele começou a se tratar de um câncer”.
Bill Ward não culpa os demais integrantes do grupo, mas diz que lhe foi oferecido a oportunide de tocar apenas algumas músicas no show do Download Festival, em junho. “No início de abril, me foi perguntado se poderia participar ‘minimamente’ no Download festival”, conta Ward. “Acredito que não ofereceram mais de três músicas para eu tocar, enquanto outro baterista tocaria o resto do show com o Black Sabbath. Não quis participar dessa forma”, disse, revelando mágoa.
O baterista também não gostou de ter tomado conhecimento do show de aquecimento, em Birmingham, pela internet. Os representantes dele entraram em contato e obtiveram, segundo o texto, a resposta: “venha para o Reino Unido, toque de graça e vamos ver o que acontece”.
Por causa do tratamento de Iommi, o Black Sabbath cancelou todas as datas que faria na turnê europeia, onde foi substituído pelo projeto “Ozzy & Friends”, que tem a participação de Ozzy Osbourne, do baixista Geezer Butler, Slash e Zakk Wylde, entre outros.
Somente três apresentações do Black Sabbath (incluindo Tony Iommi) estão confirmadas. Uma no próximo dia 19, na O2 Academy, em Birmingham, como aquecimento para a segunda apresentação, no Download Festival, dia 6 de junho, na Inglaterra. O grupo ainda é o headliner do Lollapalooza de Chicago, que acontece em agosto. As gravações do álbum de inéditas, o primeiro em 33 anos, não fora interrompidas.
A reunião da formação original do Black Sabbath foi anunciada em novembro do ano passado, mas o Bill Ward reclamou, em fevereiro desse ano, que precisava de “acordo justo” para participar, e que não poderia continuar “a menos que um contrato ‘assinável’ fosse redigido”. Antes, em janeiro, Tony Iommi foi diagnosticado com um câncer.
Fonte: Rock em Geral.
Por Erasmo Junior, em 16-05-2012 - 13h43
A primeira constatação de fama do grupo The Pied Pipers, Jo Stafford se tornou uma favorita das tropas dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial, que a levou a ganhar o apelido carinhoso “GI Jo”. Dezenas de hits seguidos, baladas melancólicas (“Some Enchanted Evening”, “A Sunday Kind Of Love”), duetos animados com Frankie Laine (“Hambone”, “Hey, Good Lookin’” de Hank Williams), todos são distinguidos por uma voz rica, elegante, discreto e profunda.
Apesar de “Autumn Leaves” ser, agora, um padrão do jazz americano, é uma canção francesa, escrita em 1946 e originalmente intitulada “Les Feuilles Mortes”. A música atravessou o Atlântico através do compositor Johnny Mercer, que escreveu a letra em inglês para a melodia de Joseph Kosma no final dos anos quarenta. Dispondo de uma orquestra dirigida por Hall Mooney, de gravação tipicamente imponentes, Stafford pode ter sido a primeira a incluir as palavras Mercer.
Seu sucesso contínuo por cerca de uma década, período em que ela teve seu segundo single nº 1 no Reino Unido (“You Belong To Me”) e ganhou um Grammy para Melhor Álbum de Comédia. Os corações de milhares de militares foram quebrados quando Stafford desligou seu microfone, em 1966, ainda na casa dos quarenta anos, aparentemente insatisfeita com a qualidade de sua voz. Ela se aposentou, dizendo: “pela mesma razão que Lana Turner não coloca um maiô mais”.

Por Erasmo Junior, em 15-05-2012 - 15h17
O novo videoclipe do Dream Theater, para a música “Lost Not Forgotten”, pode ser dirigido por você! O o grupo está promovendo um concurso na internet que vai escolher o vídeo que será exibido no telão, durante os shows da atual turnê. Para participar, basta enviar o clipe em resposta ao vídeo de divulgação do concurso, que é protagonizado pelo guitarrista John Petrucci e pelo tecladista Jordan Rudess:
O prazo para envio é 31 de maio, e o resultado sai dia 4 de junho.
Fonte: Rock em Geral.
Por Erasmo Junior, em 15-05-2012 - 15h11
O novo álbum do guitarrista Slash, “Apocalyptic Love”, circula livremente em sites de compartilhamento de arquivos. O vazamento antecipa o lançamento em cerca de dez dias. Além de Slash, estão no álbum o vocalista Myles Kennedy, cujo nome aparece na capa, Bobby Schneck (guitarra), Todd Kerns (baixo) e Brent Fitz (bateria). A produção do disco ficou por conta de Eric Valentine (Queens Of The Stone Age). Veja abaixo a lista das músicas:
1- Apocalyptic Love
2- One Last Thrill
3- Standing In The Sun
4- You’re A Lie
5- No More Heroes
6- Halo
7- We Will Roam
8- Anastasia
9- Not For Me
10- Bad Rain
11- Hard & Fast
12- Far And Away
13- Shots Fired
Fonte: Rock em Geral.
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