Cerveja liberada

Kinoplex - Médio

Após postar aqui a nota Champions League em Campos, ontem, leitores no blog e no Facebook pleitearam que fosse liberada para a transmissão da final da Liga dos Campeões no Kinoplex a venda de cerveja, normalmente restrita à sala Platinum (vip). Encaminhei a solicitação para os gestores do cinema, que prontamente atenderam a demanada e liberaram a venda de cerveja para o evento.

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Champions League em Campos

Champions League

O Kinoplex Avenida, localizado no Shopping Avenida 28, irá exibir a final da UEFA Champions League no dia 06 de junho, um sábado, às 15h15, ao vivo, direto do Estádio Olímpico de Berlim. A transmissão, em HD, é fruto de uma parceria entre ESPN, CINELIVE e Kinoplex. A narração da equipe da ESPN será exclusiva para os cinemas e ficará a cargo de Cledi Oliveira.

Os comentários serão de Alexandre Oliveira e Zé Elias, em interação com os cinemas. As semifinais estão decididas, entre Barcelona e Bayern de Munique, único clube que poderá fazer a final em seu país natal, e entre Real Madri e Juventus, este apontado como o azarão do campeonato. Os ingressos podem ser comprados aqui, no site Ingresso.Com, parceiro de vendas do Kinoplex.

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Perguntar não ofende

Será que a aliança do presidente do Botafogo com a Ferj vai resistir aos jogos finais com o Vasco?

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Placas de fora de Campíos e adjacências (15)

Veja abaixo a foto enviada pelo leitor Lineu Aguiar, através de SMS, de placas situadas em uma balsa em Porto da Pedra, no paradisíaco litoral alagoano, um dos mais belos do país. Erros como este constatam que a educação vai mal não só em Campos, mas em boa parte do país, como em
Alagoas, terra de Renan Calheiros e Fernando Collor. Confira:

Placas fora Campios 15 - Alagoas - Porto da Pedra

Veja os links para todas as placas da série aqui.

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Maioridade

Sexy Hot

O canal de TV por assinatura Sexy Hot está completando 18 anos neste mês. Para comemorar, várias mudanças foram preparadas, com aposta maior em filmes nacionais, a estréia de faixas temáticas e a reformulação do “Penetra”, o principal programa da casa, que abrirá espaço para os assinantes que sonham em realizar filmes pornôs. No ar desde 1997, o Sexy Hot é o principal canal da Playboy no Brasil, contando hoje com 450.000 assinantes em todo o país.

Fonte: Outro Canal – Folha de São Paulo

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Sorria, é um assalto

Um leitor da Folha pagou em janeiro e em fevereiro aproxidamente R$ 100,00 de conta de água, referentes ao consumo de sua casa em Grussaí. Na conta de março, a Cedae, quem sabe para ajudar o caixa do governo do estado que também anda combalido, cobrou absurdos R$ 1.959,81.

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Descaso

Obra abandonada Zuhause

Obrigada por uma decisão da justiça há dois anos a construir um parque municipal de no mínimo 100.000 m² (relembre aqui), a Prefeitura de Campos ignorou até hoje a decisão e a cidade continua sem parque e com raras áreas de lazer públicas.

Talvez seja por isto que a obra abandonada da construção de um prédio, localizada na esquina das ruas Doutor Siqueira e Romeu Peduzzi (prolongamento da Mariano de Brito), em frente ao Salesiano, vem se transformando em uma “mata”. Vai ver que por inércia surgirá um parque ali.

A obra é da falecida construtora Zuhause, que deu prejuízo a inúmeros campistas ao falir há alguns anos. Abandonada, ela está servindo de refúgio a moradores sem-teto e vira um potencial esconderijo para delinquentes e usuários de droga, assustando toda vizinhança.

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Grata surpresa

Indendentemente do resultado do confronto contra o América, pela semifinal do 1º turno da Segunda Divisão, que se inicia hoje no estádio Ari de Oliveira e Souza às 20h00, o Americano está de parabéns pela bela campanha e até surpreendente classificação para as semifinais.

Para quem não tem hoje estádio e tinha um horizonte sombrio a frente, com ameaça até de extinção do clube, o presidente Luciano Vianna fez um belíssimo trabalho, conseguindo brilhar, fora do campo, tanto quanto brilhou dentro, sem esmorecer diante das muitas dificuldades encontradas.

É bem verdade que finalmente a Prefeitura de Campos, através do secretário de governo Anthony Garotinho, deu algum tipo de ajuda ao clube, com patrocínio e conciliando com o Goytacaz o uso do estádio Arizão. Fora de ano eleitoral, descobriu-se que Campos tem mais de um clube.

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Tempo perdido

Leia abaixo o belo artigo do jornalista Ricardo André Vasconcelos, publicado originalmente ontem na Folha da Manhã e reproduzido (aqui) no blog Opiniões, pelo jornalista Aluysio Abreu Barbosa, e aqui no Eu Penso Que… do próprio Ricardo. Confira:

Por Ricardo André Vasconcelos(*)

Com a sucessão de 2016 às portas, a palavra de ordem no califado da Lapa é recuperar terreno perdido no desgaste de sete anos de uma administração que vinha superando a falta de criatividade com abundância de recursos. Com a nova realidade imposta pela queda dos preços do petróleo e a recessão iminente com a paralisia do governo Dilma, o dinheiro jorra com menos intensidade, mas como eleição não espera, tem data certa e o projeto político do grupo que retomou a Prefeitura em 2008 passa, obrigatoriamente, pela manutenção do poder, é preciso fazer alguma coisa.

Para isso, o governo Rosinha & Garotinho está saindo dos gabinetes e mostrando a cara nas ruas, organizando ações itinerantes, como vem fazendo há semanas a secretaria de Educação com ações nas escolas aos sábados. Da mesma forma, há movimentação nos 18 condomínios onde foram assentadas cerca de 6 mil famílias no projeto batizado de “Morar Feliz”. Em nenhuma das novas comunidades — algumas com até oitocentas famílias — foi instalada creche, escola ou posto de saúde, mas o “Viver Feliz”, que é  uma espécie de “prefeitura itinerante”, vai levar a essas comunidades, serviços como segunda via de carteira de identidade, plantio de árvores, preparação de currículos…. Tudo com custo perto de zero, muita gente na rua, o indispensável foguetório e algum serviço à população. Melhor que nada.

Além disso, outras áreas como as fundações dos Esportes e Jornalista Oswaldo Lima, estão sendo cobradas a implantar projetos simples, baratos e de grande repercussão. Na falta de dinheiro para grandes shows, a cobrança é por criatividade. Tirar o assento dos gabinetes refrigerados e enfrentar o mormaço de outono é a ordem geral. Daqui para frente a cobrança será mais contundente e aguente quem quiser contracheque no final do mês. Quem se banqueteou com as carnes, agora se contente com os ossos. E com um sorriso sincero na cara, mesmo para aqueles que tiveram redução de salário na reforma administrativa confirmada pelo decreto 088/2015, publicado na última sexta-feira.

A decisão de botar o governo na rua é a marca da volta do Garotinho ao comando efetivo da tropa. Ele avalia, com a concordância geral de qualquer um que preste a mínima atenção ao paquidérmico governo Rosinha, que na falta de recursos para obras, a solução é compensar com a presença física da administração nas ruas. Pelas contas alardeadas pelo próprio secretário de Governo e prefeito em exercício de fato, a Prefeitura de Campos deve arrecadar menos R$ 1 bilhão em relação ao ano passado neste ano de 2015 e no próximo, o ano da eleição, a perspectiva é tão sombria quanto. Contas feitas com mais isenção apontam que, na verdade, a redução existe e o tamanho dela é o suficiente para uma economia agora para gastar na hora certa (certa para eles!). Se o preço é ver pais mendigando, pelas redes sociais, assistência médica para suas crianças enfermas, remedia-se, se der tempo.

E a receita para atravessar a crise é a de sempre: militância do contracheque na rua e mídia aliada generosamente paga no rádio e TV trombeteando o que o governo fez ou pretende fazer, além da velha cantilena dirigida aos antecessores. A novidade é a tentativa de intimidar os que têm coragem de discordar dessa turma. Ameaçam jornalistas e blogueiros com processos (aquiaqui e aqui), como se a Justiça fosse — a exemplo da Câmara Municipal — também um apêndice do Centro Administrativo da Prefeitura, um puxadinho do Cesec. Enganam-se: vocação de indústria dos processos é a falência.

Os motivos para o desgaste vão além dos sete anos de governo. Tem a demissão de cinco mil terceirizados, obras paradas (outras arrastadas), além de um trabalho de uma oposição em ascensão que soube explorar alguns pontos fracos da administração Rosinha como a falta de transparência, gastança generalizada e sucateamento da Saúde. Isso tudo no governo que teve mais recursos na história de Campos. A decantada experiência de dois ex-governadores no comando da prefeitura foi demolida pela realidade. Em sete anos passaram pelas suas mãos cerca de R$ 15 bilhões de reais  (soma dos sete orçamentos) sem que nenhuma obra estruturante fosse realizada pensando a cidade para as próximas décadas.

Excetuando obras como os bairros legais (que sempre precisarão de outras obras de manutenção e reformas) e as casas populares (6 mil das 10 mil previstas estão prontas), o que se viu foi uma gastança desenfreada nos últimos sete anos: Sambódromo de R$ 100 milhões para seu utilizado uma vez por ano; enfeite milionário da Beira-Valão e a Cidade da Criança (orçada em R$ 10 milhões e já está em R$ 16 milhões), são apenas alguns exemplos das prioridades de uma administração mais preocupada no alarido imediato que no futuro. O que interessa, para eles, é o voto na próxima eleição e não a cidade que teremos na próxima década.

Quando fizerem um balanço histórico dos últimos anos do século XX e os primeiros deste, serão debitados na conta do garotismo muitos dos males que assolarão as gerações futuras como reflexo das ações não realizadas enquanto havia recursos de sobra.

O julgamento da história é implacável.

(*) Jornalista e autor do blog Eu Penso Que…

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Fim de vários tabus

A final do polêmico Campeonato Carioca deste ano, entre Vasco e Botafogo, aliados da Ferj, quebrará vários tabus. Desde 1975 o Fluminense ganhava os campeonatos em anos terminados em 5. Foi assim em 1975, 1985, 1995 e 2005. Este ano o tricolor terminou em quarto lugar.

Há 18 anos Vasco e Botafogo não decidiam um campeonato. Em 1997 o Botafogo levou a melhor e foi campeão com um gol de Dimba. Os vascaínos buscam o 23º título estadual, enquanto os botafoguenses querem o 21º para ficar a somente um título do rival.

O Vasco quer quebrar um jejum de 12 anos sem ser campeão carioca. O último título foi em 2003, em cima do Fluminense. De lá para cá foram dois vice campeonatos, ambos para o Flamengo, em 2004 e em 2014, ano em que os rubro-negros ganharam o título com um gol impedido no final do jogo.

O Botafogo partipará da oitava decisão de campeonato estadual nos últimos 10 anos. Nos sete anteriores, foi campeão 3 vezes e vice em 4. Dos 3 títulos, 2 foram sem finais, em 2010 e 2013, quando o alvinegro sobrou e ganhou os dois turnos. O outro título foi em cima do Madureira, em 2006.

Quando pegou um grande na final o Botafogo perdeu, sendo 3 títulos para o Fla, em 2007, 2008 e 2009 e 1 para o Flu, em 2012. A última final vencida pelos botafoguenses contra um grande foi exatamente a de 1997, em cima do Vasco. Quem quer seja o campeão, pelo menos mais um tabu será quebrado.

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