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Leitura de domingo – Melhorando o corpo

sub-Y-17runningshoes1-articleLargeEsta minha breve reflexão discorre sobre questionamentos que sempre me fazem relacionado aos tênis de corrida.

Todos sabem do fascínio do corredor por este produto, já a sua relação com diminuição de lesões, vias pesquisas e praxis diárias, não refletem uma realidade muito positiva.

Muitas são as teorias que envovem o seu uso. Em texto anterior aqui, já tinha dado “uma bola” sobre este instigante assunto.

Já por aqui, via o NYT, corredor de elite que aderiu ao tênis maximalista  relata que a sua fascite plantar desapareceu.

Ele diz: “Quando eu vi pela primeira vez (os tênis maximalistas), eu pensei que seriam pesados, mas são incrivelmente leves. Minhas pernas estavam realmente relaxadas depois de uma longa corrida”.

Após este breve intróito, pergunto: Será mesmo?

A ciência vem tentando há anos diminuir lesões nos atletas, e estes produtos, os tênis maximalistas, assim como foram os calçados minimalistas, parecem ser a bola da vez do mercado.

Vale tentar, mas honestamente, pouco acredito.

Uma das empresas mais famosas deste seguimento, a Hoka One Onetem a preocupação de não vender gato por lebre, já escaldada em ações judiciais que sofreu a Vibram Five Fingers

Consciente destas ações a Hoka cuida para não fazer afirmações sem evidências, seguindo a linha que existem poucos estudos sobre a eficácia deste dito extremo amortecimento e etc.

Compartilho a idéia de um biomecânico do esporte, neste mesmo texto acima, que diz:

“É claro que o que está em seus pés é importante. Mas há uma grande quantidade de evidências que mostram que as pessoas que passam mais tempo melhorando seus corpos, ao contrário de compras de calçados, são os que vão correr melhor”.

Na minha opinião, para desfazer qualquer mal entendido relacionado a estes produtos, aos quais também gosto muito, reflito de 3 formas sobre eles.

A 1ª, é que são de fato importantes para o corredor, trazendo conforto e proteção; a 2ª, é que é sempre bom estar antenado com os últimos lançamentos, pois fortalecem o vínculo do corredor com o esporte, podendo motivá-lo ainda mais; e a 3ª,  realmente não evitam lesões (quem dera), podendo no máximo, ajudar em alguns casos.

Bom domingo a todos e ótimos treinos.

O livro!

Correr descalço passo a passo, livro do Barefoot Ken Bob, o Guru da corrida natural, onde compartilha sua técnica pessoal para execução com mais velocidade, menos impacto direcionado aos que buscam ótimas e diferentes emoções. Bons treinos!

 

Em busca da Trilha Perfeita

Olha mais esta!

Estudos de epigenética apontam que, ao contrário do que se pensava há uma década, genes são influenciados pelo modo de vida. Fazer ginástica, por exemplo, não só ajuda a emagrecer como também diminui a tendência genética a acumular gordurinhas a mais.

Mais informações, por aqui: http://veja.abril.com.br/multimidia/video/ginastica-para-os-genes

Sim e não!

A vida é melhor com um par de tênis no pé. Ou não!

Tênis minimalistas x Lesões na corrida

Os tênis minimalistas – aqueles de sola baixa, que tentam aproximar os corredores da sensação de correr com o pé descalço – ganham cada vez mais defensores. Um novo estudo da Universidade U.S. Army-Baylor, dos Estados Unidos, encontrou uma taxa impressionante de apenas 13,7% de lesões em corredores que usam tênis minimalistas ou correm com os pés descalços.

Em contraste, corredores que usam os tênis tradicionais, de sola mais alta, apresentaram uma taxa de 46,7% de lesões, 3,41 vezes mais que o outro grupo.

O estudo usou um questionário para obter as informações de 900 corredores, metade homens e metade mulheres. Esse método é considerado menos rigoroso e confiável do que aqueles em que os dados são obtidos pelo acompanhamento e observação dos corredores. Ainda assim, a pesquisa chega a uma conclusão similar a um estudo da Universidade de Harvard, publicado anteriormente este ano. Ela aponta duas vezes mais lesões em corredores que iniciam a pisada com o calcanhar do que naqueles que tocam o solo com a parte da frente do pé (característica favorecida pelos tênis minimalistas).

Fonte: aqui!, via a colaboração do Francisco Jose Ivo.

 

Cenas da Ultramaratona 50k in Utah’s Wasatch Mountains

 

Sage Canaday (SCOTT Sports) wins the 2013 Speedgoat 50k in a course record 5:08:07.

Anton (Tony) Krupicka (New Balance) is second (also under the old course record) at the 2013 Speedgoat 50k in 5:0

Jason Schlarb (Hoka OneOne) takes third at the 2013 Speedgoat 50k in 5:19:34.

Stephanie Howe (The North Face) wins the 2013 Speedgoat 50k in a course record of 6:17:02.

Jodee Adams-Moore holds on to second at the Speedgoat 50k in 6:18:06.

Ruby Muir (Vibram FiveFingers) is third woman at the 2013 Speedgoat 50k in 6:25:54.

Review dos tênis Free Flyknit e Free Flyknit Hyperfeel

Como relatado anteriormente aqui sobre o Free Flyknit e aqui sobre o Nike Free Flyknit Hyperfeel, 2 fortes lançamentos da Nike  neste ano de 2013, analisados pelo Rodolfo Lucena (blogueiro e corredor veterano que escreve na Folha de São Paulo) obtiveram uma boa e justa avaliação. Por aqui! terá acesso as suas análises (deixou bem claro que viajou a convite da Nike). Divirta-se!

Apresentação do novo Nike

Este é o novo tênis Nike que vem seguindo a tendência mundial dos tênis mínimos. Lançamento já divulgado anteriormente (aqui!), agora está sendo disponibilizado em site bem bacana. Conheça e divirta-se. Bons treinos!

Lançamento Nike do ano

Solado bem fino. Tomara que seja drop zero! 

Em um post feito em janeiro deste ano falei sobre a criação do Nike Free e o porquê dele não ser drop zero (leia aqui)

O tempo passou, a Nike começou a aplicar o cabedal estilo crochê do Flyknit Racer em outros tênis da linha de performance, como o Flyknit Lunar.

Só para lembrar, esse é o último parágrafo do texto que escrevi em janeiro:

“A única coisa que não posso entender é o por que a Nike não dá um passo adiante nesse história de minimalismo e lança um Free drop zero. Penso aqui com os meus botões, que no momento em que ela fizer isso e usar a sua “fabulosa máquina de marketing”, acho que a mesa vira de vez para o lado dos minimalistas de verdade. Isso se é que ela não anda preparando algo para o futuro. Será?”

Então, ontem o site Runblogger divulgou umas fotos que saíram no NikeBlog.com. E voilà: eis que aparece oNike Free Flyknit Hyperfeel!

Para facilitar fiz uma tradução livre do post do blog da Nike:  ”O Nike Free Flyknit Hyperfeel é o mais próximo do descalço que um tênis da Nike pode te deixar . O cabedal é muito leve, com o Flyknit “superlativamente” respiravél, reforçado pelo Flywire dinâmico que vai até os cadarços.

Na parte de baixo está uma unidade de solado Free extremamente flexível. O número exato ainda não está claro, mas se houvesse um solado Free 2.0, ele certamente seria parecido com esso. Não há data definida de lançamento até agora, mas o tênis é deve sair no final do segundo semestre de 2013″.

Aparentemente ele deve ser drop zero, com a sola bem fina, de no máximo uns 10 mm. Quem já colocou um tênis com o cabedal feito em Flyknit sabe que o tecido tem um toque muito agradável na pele e acho que esse modelo (se tudo for verdade…rs) tem tudo para agradar os corredores em busca de mais opções ultraminimas. E com um pedigree e tanto,

Bom colegas, acho que adivinhei. A Nike estava aquecendo e vai entrar no jogo. Será que o placar vai mudar? Vamos aguardar!

Sérgio Rocha

Fonte: Corrida natural

 

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