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5º Desafio do Neném

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Mais um Desafio do Neném concluído com louvor, graças a Deus.

Bons treinos!

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Tudo pronto!

FullSizeRenderKit pronto: frutas, água, isotônicos, camisas, gel, medalhas, troféu e muito prazer com tudo isso. Que Sto Amaro nos proteja. Bons treinos!

Em tempo: saída às 20 horas ao lado da TV Record.

O prejuízo de consumir álcool em excesso após uma dura sessão de treinos

tumblr_n4ar9zGgEA1sqz8rmo1_1280Sabemos que uma ou duas cervejinhas depois do seu treino jamais fará mal e junto com água ajuda até a relaxar. Porém, no verão, os exageros são mais tentadores, e no calor do Rio de Janeiro fica muito mais fácil passar da dose. Consumir álcool em excesso logo após uma dura sessão de treino ou corrida pode atrapalhar sua recuperação por contribuir com a desidratação, interferir com a síntese de glicogênio e prejudicar a cicatrização.

O álcool é um diurético, por isso faz com que seu corpo perca mais líquido do que quando opta pelas bebidas não-alcoólicas. A desidratação resultante pode deixá-lo sentir cansado, com dor muscular ou lesões no dia seguinte. O álcool também pode interferir com a síntese de glicogênio, nossa principal fonte de energia. No fígado, inibe dramaticamente a resíntese das reservas de glicogênio e no músculo, prejudica seu armazenamento. Com isso, predispõe à lesões musculares, tendíneas ou até mesmo fraturas por estresse quando os exageros se tornam um hábito.

Algumas pesquisas mostraram que é preciso quase o dobro do tempo para substituir as reservas de glicogênio em atletas que consumiram álcool comparado com aqueles que não o fizeram. No entanto, isso também pode ser devido ao deslocamento da ingestão de carboidratos em favor da ingestão de álcool. Contrariamente à crença popular, cerveja e vinho não são fontes significativas de carboidratos e contribuem muito pouco para recarga de carboidratos após o exercício. Portanto, não exagere na dose.

Bons treinos e boas corridas.

Dr. Sérgio Maurício, médico ortopedista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é especializado em joelho pelo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO).

Fonte: Blog do Iúri Totti

Sorteio

Os 42km de NY, conhecido como a melhor Maratona do mundo, abre a sua fase de sorteio no próximo dia 17 de janeiro, indo até 17 de fevereiro. Boa sorte e bons treinos!

Camisas do Desafio

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Camisas do 5º Desafio do Neném em mãos. Bons treinos!

Quebrando paradigmas

Algumas bacanas façanhas realizadas por atletas com idades um pouco, digamos, fora dos padrões, em cenas que serão bem comuns de agora em diante, especialmente no Brasil, com o envelhecimento da nossa população (possivelmente em 2025 seremos a 5ª população mais idosa do planeta).

bike2No primeiro caso, um ciclista de 105 anos bate recorde de distância percorrida em 1 hora; no segundo, aos 85 anos, ele marcou em outubro o seu último recorde de corrida, completando a Maratona de Toronto em 3 horas 56 minutos e 34 segundos, se tornando a pessoa mais velha a correr os 42km em menos de quatro horas.

Fenômenos. Bons treinos!

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Desafio do Neném

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Passando para lembrar sobre o 5º Desafio do Neném (14 de janeiro) que terá início às 20h30 com concentração ao lado da TV Record. Bons Treinos!

Em tempo: a camisa é esta que o rapaz usa na foto.

Praga

CzHJrVGWIAA89XeParece que na São Silvestre 2016, que aconteceu no último sábado (31), faltou água para os corredores mais lentos. Apesar do calor infernal que fez por lá, este não foi o motivo principal, e sim devido a praga dos pipocas que invadem as provas por aqui.

Como é uma prova internacional de grande importância, sendo a nossa mais midiática competição, e comparativamente a outras provas gringas que têm um grande público e exposição, vide as Maratonas majors, possivelmente não teria acontecido isso.

Presenciei na Maratona de NY em 2014, o staff (formado por ótimos corredores) retirando “educadamente” os pipocas próximo à linha de chegada, fazendo-os pular à cerca de proteção.

Os que pagam a prova, via inscrições legais, saem perdendo, podendo lhes trazer prejuízos irreparáveis. Uma pena.

Bons treinos!

Atualização feita às 14h49 com acréscimo de conteúdo.

Conan de bike pela cidade Maravilhosa

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Fotos do amigo de longa data, Cid, em aventura de bike pela cidade maravilhosa. Iniciou a sua aventura no Flamengo, indo até São Conrado, num percurso total de 45 km, dentro do seu estilo aventureiro e que sou fá. Bons treinos!

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Texto do Drausio Varela sobre corrida, saúde e afins: imperdível!

Artigo maravilhoso do Drausio Varella na Folha de São Paulo de sábado (24). Leiam que vão gostar muito. Bons treinos!

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Não é que o exercício faça bem, a vida sedentária é que faz mal ao corpo

 2016 foi um ano difícil. Não digo apenas pelo caos político e a pior crise econômica de todos os tempos, mas por mim.

Corro maratonas há 23 anos. Acordar mal-humorado às 5h, vestir o calção e calçar o tênis, resignado, é parte de minha rotina como examinar doentes ou tomar banho.

Não o faço por apego à ideia de que assim viverei mais tempo; nem mesmo sei se percorrer distâncias tão longas é saudável. Nas provas, lá pelos 35 km, a expressão facial de meus companheiros de infortúnio é miserável, chego a duvidar que tamanho esforço seja bom para o corpo humano.

Nesses momentos, procuro me excluir dessa massa de mulheres e homens destruídos pelo cansaço da prova, acho que não estou mal como eles e que resistirei à vontade de chorar de dor nas pernas.

Fico em dúvida, no entanto, quando percebo neles uma expressão de pesar ao olhar para mim. Pior ainda quando, ao ultrapassar, me perguntam: “O senhor está bem?” Senhor é a senhora sua mãe, tenho ímpetos de responder.

Quando completei 70 anos, enfrentei uma crise nada existencial: quantas maratonas ainda serei capaz de completar?

Decidi então, correr de três a quatro por ano, resolução que me obrigou a manter a rotina de treinamentos intensivos que tortura todo corredor forçado a sair da cama antes de o dia clarear.

Quando você, leitor, ouvir alguém que se gaba de acordar louco para fazer exercícios, não fique complexado: é mentira. Como eu sei? Se existisse tal disposição eu a teria sentido pelo menos uma vez nos últimos 23 anos. Para mim, levantar da cama e começar a correr sempre foi sacrifício; todas as vezes, sem uma exceção sequer.

A disciplina com os treinamentos deu resultado. Em 2013, fui o primeiro colocado na faixa acima de 65 anos na maratona do Rio e na de Buenos Aires, com tempos que me classificaram para a maratona de Boston de 2014.

São seis as maratonas mais importantes do mundo: Nova York, Chicago, Londres, Berlim, Tóquio e Boston. Dessas seis “major marathons”, Boston é a mais elitista, a única que exige o pré-requisito de haver corrido uma maratona internacional, nos 12 meses anteriores, num tempo mínimo que varia com a faixa etária.

Nas rodas de maratonistas –mulheres e homens que falam de corridas o tempo inteiro–, contar que já participou de Boston provoca interjeições de admiração. É o sonho de todos.

Corri a de 2014 sob a vigilância de um policial armado a cada cem metros e dos helicópteros em voos rasantes, mobilizados por causa do ataque terrorista do ano anterior. Em 2015, no auge do preparo físico, fui selecionado outra vez.

Na metade da prova, senti um choque na planta do pé esquerdo, sintoma que aparecia de vez em quando nos treinos mais longos. Cem metros à frente, novo choque, seguido de outros, cada vez mais frequentes e intensos, que anestesiaram o terceiro e o quarto dedo. A partir do 30º quilômetro foi um martírio, era como se milhares de formigas alvoraçadas me ferroassem a planta e os dedos do pé.

O bom senso aconselharia a abandonar a prova, mas sensatez não é o forte das pessoas que correm 42 km. Quando cruzei a linha de chegada, meu pé esquerdo parecia pertencer a outra pessoa.

Paguei caro a teimosia; estava com um tipo de fibrose num dos nervos do pé, que me deixou dez meses quase sem correr. Depois de várias palmilhas e outras tentativas infrutíferas, acabei operado em julho deste ano.

Três meses mais tarde, fui voltando devagar. A inatividade trouxe dois quilos a mais, roubou parte do meu fôlego, da resistência, da disposição para o trabalho e do bom humor, estragos reparados assim que comecei a correr.

Estou longe da melhor forma física, mas a diferença em relação ao período inativo é abissal. Não me refiro somente à sensação de bem-estar que os músculos cansados proporcionam, mas ao impacto psicológico. Além de rebaixar os níveis de felicidade, a inatividade veio acompanhada de um certo pessimismo diante dos problemas pessoais e dos desafios que a vida no país impõe neste momento.

O objetivo da última coluna deste ano, caríssimo leitor, é convencê-lo de que passar os dias sentado é muito ruim. Não é que o exercício faça bem, a vida sedentária é que faz mal ao corpo e ao espírito.

Fonte: Folha de São Paulo

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