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Notícias da Folha

Decisão

O Esporte Clube São João da Barra enfrenta neste sábado às 15h, no Estádio Leão do Sul, em Barra Mansa, o time da casa. A partida definirá o Campeão Estadual da Série C.
Sem nenhum atleta no departamento médico, o treinador Jorge Sena deverá manter a equipe que vinha atuando na maioria dos jogos, com Gláucio no gol, a dupla Ruan e Nirley na zaga, Sassá e Anderson nas laterais, Kaique, Joelzinho, Rondinelli e Leandro Sena no meio-campo e Juninho e Pablo no ataque.
A formação prioriza a marcação forte no meio-campo e a subida constante dos laterais ao ataque, características da equipe ao longo da competição.
Por ter vencido o primeiro confronto das finais pelo placar de 1 a 0, o Esporte Clube entra em campo necessitando apenas de um empate para levantar a taça em sua primeira participação no campeonato. Ao chegar à final, o clube sanjoanense garantiu, também, o acesso à segunda divisão ano que vem e vaga na Copa Rio em 2011.
A equipe realizou o último treino coletivo antes da decisão na quinta-feira, no Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá, e seguiu viagem ontem pela manhã para Barra Mansa.De São João da Barra irão sair, hoje pela manhã, quatro ônibus com torcedores que irão incentivar a equipe no jogo decisivo.

Despedida

O advogado e ex-professor de Direito do Trabalho, da Faculdade de Direito de Campos (FDC), Gilson Moraes, morreu hoje nas primeiras horas da manhã aos 74 anos, em sua casa em Atafona. Ele teve um AVC, e com um quadro depressivo, o seu estado de saúde ficou complicado nas últimas semanas, de acordo com o boletim médico.
Baiano de nascimento, Gilson morou na praia, logo após conseguir sua aposentadoria como procurador do extinto Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS). Ele foi também vereador e presidente da Câmara de São João da Barra, entre 1964/70.
O seu corpo está sendo velado na capela mortuária da igreja da Penha, de onde sairá para sepultamento no final da tarde no cemitério São João Batista, na cidade.

O advogado e professor, Gilson Moraes. (Arquivo)

Prêmio

A LLX — empresa responsável pela construção do porto do Açu — foi uma das 27 selecionadas para o Prêmio Benchmarking Ambiental Brasileiro 2010, que premia as companhias que possuem as melhores práticas de gestão sócio-ambiental no Brasil.
A empresa foi selecionada com o projeto “Cenário educacional das comunidades pesqueiras de São João da Barra”, que identificou as principais questões sobre a realidade das comunidades pesqueiras que atuam no entorno do empreendimento.
O Instituto Mais, órgão responsável pela premiação, recebeu a inscrição de 93 projetos para o ranking 2010. Deste total, a comissão de avaliação selecionou 27.
Os escolhidos farão parte de um livro que detalha os projetos e divulga as práticas sócio-ambientais inovadoras e compromissadas com a sustentabilidade adotadas no País, avaliadas e classificadas por uma comissão formada por especialistas de universidades  brasileiras e internacionais e consultores.

Impunes

O terminal rodoviário construído em Barcelos já está servindo de outdoor, para divulgar eventos musicais na região. Isso é uma clara demonstração de falta de educação e ignorância. Além de emporcalhar as paredes, as colagens poluem o ambiente e causam mal-estar no aspecto visual.
Os sugismundos poderiam ser convocados para retirar suas propagandas e limpar o local, como resultado punitivo pela prática ilegal e lesiva ao patrimônio público.
Uma ronda permanente da Guarda Municipal, e ações de repressão aos infratores com pesadas multas iriam evitar que os malfeitores saíssem por aí panfletando onde bem entendem.
Em tempo: Até hoje os responsáveis de arrancar os tachões na avenida Beira-Mar, entre Chapéu de Sol e Grussaí não foram encontrados nem punidos. Também os tachões não foram repostos pelo município, que somente deverá mover uma palha quando novas mortes voltarem a acontecer na alta temporada.

Previsão pessimista

O professor e economista, Alcimar das Chagas Ribeiro participou ontem, da audiência pública realizada em São João da Barra, para apresentação do projeto referente a instalação de Unidade de Tratamento de Petróleo (UTP), no Superporto do Açu.
Ele encaminhou ao blog, uma análise sobre o encontro se mostrando pessimista, em relação aos investimentos futuros, provenientes do empreendimento, apontado como responsável pelo crescimento regional.
“Acompanhei a audiência pública para licenciamento ambiental da UTP. Uma repetição das audiências anteriores. Monta-se um grande circo, segundo exigência dos órgãos ambientais, atraem-se grupos de pessoas, muitos nem sabem o está acontecendo; democratizam o processo através da participação dos poderes públicos institucionalizados e da participação do público presente, através da elaboração de perguntas escritas e estritamente amarradas ao tema específico e lá vão discursos bonitos e generalistas demais.
Quanto aos possíveis impactos ambientais identificados, ou seja, alteração da qualidade da água, interferência na fauna marítima, vazamentos de petróleo, explosões e incêndios, tudo sobre controle. Os modelos matemáticos parecem ter o poder de antecipar todos os males e indicar os ajustes dentro dos parâmetros aceitáveis internacionalmente. Parece que ninguém se lembra dos recentes prejuízos com o vazamento de petróleo no Golfo do México e, atualmente, do vazamento de minério em Minas Gerais com reflexos na Bacia do Rio Itabapoana, levando a consistente mortandade de peixes.
Em relação aos reflexos positivos, o discurso caminha em direção à potencialização do turismo, aumento de royalties a geração de emprego e renda localmente, como se tal processo pudesse se dar naturalmente. Sabemos que isso não é verdade. Em quase três anos de obras do porto, realmente houve aumento de emprego e aumento das receitas tributárias próprias. Entretanto, a aceleração desses indicadores não está garantindo uma evolução socioeconômica no município. O emprego não apresenta característica de sustentabilidade, por trata-se de investimentos exógenos (de fora para dentro), que demandam mão-de-obra de baixa qualificação na fase de construção, não mantida na fase de operação, onde essas plantas passam a demandar um perfil de trabalhador altamente qualificado. O aumento da tributação pouco representa, já que a sociedade fica na dependência da eficiência do governo, no que diz respeito a sua alocação. A experiência é que o aumento da receita pública tem gerado custeio com baixo padrão de investimento.
Todo esse contexto fortalece a velha discussão de que é, essencialmente, necessária a criação de um canal de comunicação entre os investidores e a sociedade civil. Não ignorando o papel do poder público institucionalizado, a sociedade é real e está representada nos atos das pessoas que vivem aqui, nos seus costumes e suas necessidades de sobrevivência de forma digna. Os empreendedores não têm a responsabilidade de transformar esta sociedade, mas podem agir mais pró ativamente, no sentido de apoiar a necessária restauração do tecido social. Definitivamente não alcançaremos um estágio de desenvolvimento socioeconômico com ausência de capital social. Hoje predominam na sociedade a desconfiança, o individualismo, a ignorância ética, a ausência de civismo e o desrespeito às regras estabelecidas”.

Clamor

Moradores de Cajueiro colocaram uma faixa no alambrado da quadra esportiva da localidade, pedindo obras emergenciais de recuperação.
A última melhoria que a quadra recebeu foi em 2005, e de lá pra cá, a estrutura vem passando por desgastes estruturais, devido à ação do tempo e a falta de reparos permanentes.
Os desportistas, principalmente, agradecem.

Remendos

Apesar das promessas feitas pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) de nova pavimentação asfáltica na BR 356, trecho Campos-São João da Barra, as obras em andamento não passam de remendos.
Hoje há duas frentes de trabalho na BR: uma nas proximidades do Jóquei Clube (Campos) e outra, em Atafona (São João da Barra).
A BR 356 é de responsabilidade do governo federal, e administrada pelo ministério dos Transportes, cujos investimentos também são da administração federal, mesmo a rodovia cortando diversos municípios do Norte e Noroeste Fluminense.

Perguntar não ofende

Moradores da rua Gregório Azevedo, conhecida como rua Principal, em Barcelos perguntam: “Cadê a pavimentação asfáltica da rua, que não saiu até hoje?”.
A obra chegou a ser anunciada em uma placa afixada na BR 356, na entrada da localidade, juntamente com a construção de um terminal rodoviário, que já está em funcionamento há pelo menos, dois meses.
O blog tentou contato com a secretaria municipal de Obras, mas não teve sucesso.

Mais uma

O Esporte Clube São João da Barra deu o primeiro passo na luta pelo título da Sérice C ao vencer o Barra Mansa por 1 a 0, através de um gol de Leandro Sena.
Com um bom público, a equipe do Norte Fluminense terá a difícil missão de definir o título fora de casa. No entanto, o treinador Jorge Sena, não acredita que sua equipe terá problemas em atuar numa partida em que a pressão estará em jogo.

Finais

Após se classificar para as finais do Campeonato Estadual da Série C e conquistar a vaga para a Série B em 2011, o Esporte Clube São João da Barra enfrenta o Barra Mansa neste sábado às 15h, no Estádio Municipal Manoel José Viana de Sá.
O Barra Mansa chegou à final após derrotar, duas vezes pelo placar de 1 a 0, o Três Rios.
O treinador do Esporte Clube, Jorge Sena terá à disposição para a partida, o meio-campo Jhony e o lateral-esquerdo Anderson. Eles cumpriram suspensão na última partida e estão em condições de jogo.
No treino coletivo realizado ontem pela na manhã, os atletas foram utilizados na equipe titular. Se confirmada a ausência de Rondinelli, a opção mais provável é Rodrigo, jogador de características ofensivas e que une técnica e velocidade.